Digam Olá à Petzi!

A minha prenda de Natal pra mim mesma foi esta coisa fofinha, branquinha, meiguinha, lambidona e dorminhoca (graças a Deus!).

Digam lá Olá à Petzi 😉

Tem jeito pra rainha, a gaja:

E tem aspecto de bola de pelo…ok, ok, peluche:

E as duas juntas ficamos bem nas fotos:

Bem-vinda Petzi, nem sabes a Dona que te atingiu!

Fim de semana Internacional

Diário de um fim de semana…

Sexta à noite – 4 horas a montar uma secretária do IKEA! Podiam fazer a coisa mais simples? Isto de pagar 200 euros e vir pra casa armada de paus e parafusos…!

Sábado – mais um passeio até à Alemanha – Colónia p’ra comprar as prendinhas que faltavam e apresentar os mercados ao amigo Frankie. O passeio voltou a ser uma delícia, a companhia impecável, o Apfelstrudel absolutamenteeeee divinal!! E olhem q eu não sou moçoila de doces, mas aquele vai-me ficar na memória … (fotos é com o Frankie desta vez, sorry!)

Domingo – Limpeza da casa, arrumação da arrecadação e passeiozito até à Bélgica, num dia de sol, com pouco trânsito, e quase inacreditávelmente, sem chuva.

Hoje quando voltava da Bélgica pensava cá c’os meus botões:
Então Sofes, e que tal o fds? Pa, nada de especial, fui ali até à Alemanha no sábado e à Bélgica no Domingo, o normal….:D Eu cá adoro viver no centro da Europa!

Ficam mais umas fotos do fds passado, com bastante melhor qualidade…obséquio da querida amiga Ana que por cá passou de visita e do querido Rui das Alemanhas.

A nave da Catedral de Colónia, verdadeiramente impressionante e imponente:

Os mercados de Natal propriamente ditos para vosso gáudio:

Domingo em Dusseldorf e Colónia – Mercados de Natal


A minha querida Amiga Ariadne “exilada” em terras alemãs, falou-me dos Mercados de Natal que eu desconhecia e que explodem que nem cogumelos em terras alemãs no mês de Dezembro.
A visita de duas amorosas meninas que me têm feito uma companhia fantástica esta semana, levou-me a empreender as duas horitas de carro até Dusseldorf, onde “raptamos” o Rui e o Joaquim, também eles Europeus (hoje já não somos emigrantes, somos Europeus, hehehe) na Alemanha.
A T. e a A. não os conheciam e eu só sabia que era o amigo da amiga e que deviam ser uns tipos porreiros (coisas de Andorinha), mas a empatia entre os 5 foi imediata e passada meia hora parecia que nos conheciamos há séculos. Tal melhorou ainda mais o passeio que iniciamos, e passamos um dia absolutamente delicioso no meio de tanto espírito natalício.
É que os holandeses de espírito de Natal não entendem uma carapuça! Limitam-se ao Sinterklass e ao Zwart Pete (um preto que veio de Espanha pra ajudar o tal do Sinter – que mais parece um bispo com o capacete que tem na cabeça – a distribuir os presentes pelas criancinhas) e meia dúzia de enfeites pelas ruas, mas nada de especial. Há imensas crianças holandesas que pensam que os espanhóis são pretos…balha-me Deus!
Ora entonces a “biagem” foi assim:
Chegamos então a Dusseldorf e aterramos logo num dos mercados. Barraquinhas de madeira com peças artesanais, e uma data de alemães com cabeças de rena enfiados à laia de carapuço num carrossel!

Encontro num cafezinho do Hotel 5 estrelas mais à mão, marchar pra outro mercado ainda mais bonito e bora almoçar: Gluwein e salchicha alemã com mostarda bem puxada.

Com a barriguita reconfortada, marchamos para a inauguração dos mercados em Colónia. O passeio de carro foi divertido e animado (porque o meu GPS num funcemina na totalidade fora da Holanda, logo eramos 5 macacos a alvitrar direcções) e todos os meus passageiros tiveram a oportunidade de aquecer os pezinhos, de tal modo que quando parei o carro a malta nem queria sair lá de dentro. Acharam que os 5 graus n°ao eram convidativos… meninas!!!
E foi isto que encontramos:

Lindo, não acham?

Mais gluwein, e visitamos a imponente Catedral de Colónia à qual hei-de voltar com sol com toda a certeza. A foto está muito muito ranhosa, mas dá pra ter uma ideia…

Umas compritas depois e muito enfeiranço depois, estando eu decorada com este belo par de …ah … pois, corninhos de rena?

As ruas e a beleza do Natal em cada um dos presentes escolhidos com gosto:







E após ter sido baptizada de Rudy (engraçadinhos!) e ter curtido à brava o meu espírito natalício, entramos nas famosas cervejarias de Colónia para umas Kolshs e mais uma salchichita e uma (ou será um?) Metts que não é mais que uma torrada com carne crua e bastante cebola e pimenta on top. Bem fixe!

Jantados pois então, lá voltamos na animação que nos caracterizou ao meu fabuloso C-Max pra volta a Dusseldorf e com a promessa de voltar muito em breve!
Cá pra mim é já no próximo fim de semana!
Tchuss!!

10, Dez, Diez Años


Esta foto tem dez anos…
Dez anos de amizade conquistada a pulso,
Dez anos de companheirismo e carinho,
Dez anos de luta,
Dez anos de acompanhamento (quase) constante,
Dez anos de feitios bem fortes,
Dez anos de alegrias e gargalhadas soltas,
Dez anos de lágrimas percorridas,
Dez anos de força, coragem e perseverança,
Dez anos das nossas vidas que transcorreram desde o dia em que nos conhecemos e não nos gramamos, lembras-te?
Dez anos de obrigada, fazes parte dos últimos dez anos e dos próximos múltiplos de Dez.
Dez anos sempre perto, às vezes longe,
Dez anos durante os quais digo: gosto muito, muito de ti Amiga!
Venham mais Dez por favor.

Elogios holandeses

No outro dia comentava com duas amigas portuguesas que os Elogios holandeses me fazem espécie.
Falo de elogios laborais.
Estes tipos não são de dar graxa, nem de se gabarem por serem directores ou manager do que quer que seja. Se o fizerem, são mal vistos. Por isso raramente são arrogantes nesse sentido.
São muito directos e muito frontais quando é pra criticar e podem ter a certeza que não levam nada pra casa engasgado.
Mas depois exageram (a meu ver!) nos elogios (que são bons obviamente). Darem-me os Parabéns e mandarem mails até ao Chefe “Arcebispo” por uma coisa que foi feita dentro do âmbito do meu trabalho e que não foi mais do que a minha obrigação e o motivo pelo qual me pagam ao fim do mês, faz-me espécie!
Ora vamos lá ver…se eu tivesse feito o dito trabalho num mês em vez de nos 6 meses expectáveis, então aí sim acho que seria digna de palmadinhas nas costas. Eh pa, até se o tivesse feito em 4 meses em vez de 6. Agora, fazer algo no período de tempo pré-estipulado, tendo tido eu a ajuda dum Cliente super razoável e muito profissional, podem-me dizer qual é que foi o esforço digno dum: muito obrigado, o vosso trabalho foi excepcional! ???
É que as pessoas habituam-se a isto, e ainda agora me telefonou um caramelo, que já me contou por 4 vezes como fez o trabalho dele na Bélgica e como as coisas funcionaram bem. Da primeira vez dei os Parabéns, até porque ele fez para lá do que estava na sua esfera de responsabilidade (uma coisa inédita p’ra um holandês!), mas ora bolas, quer que lhe dê os Parabéns 4 vezes? Ou estará ele à espera que eu mande um email ao chefe dele a dar os Parabéns pelo seu excelente-recurso- que-ao-fim-de-3-meses-conseguiu-por-a-porra-da-aplicação-a-funcionar-depois-de-ter-deslocado-o-rabiosque-até-à-Bélgica que fica a duas horas de Amsterdão??
E como é que eu sei agora quando é que um elogio é um verdadeiro elogio se é dado por dá cá aquela palha? É que a malta assim mede os parametros de actuação de modo diferente, e quando eu voltar a Portugal quem é que me atura?
Estarão eles à espera que também eu entre na onda das palmadinhas constantes nas costas por fazerem o seu bendito trabalho?
Serei eu muito exigente? :S