Às vezes trabalhar é fácil

Eu gosto muito de trabalhar com pessoas, não interessa a nacionalidade.

No entanto embirro muitas vezes com certas nacionalidades e quem me conhece sabe que não sou fã de Franceses, Belgas e Indianos. E não é apenas o facto de não gostar de trabalhar com eles, é que culturalmente as manias dele são algo com que empanco e vice-versa.
Não quer dizer que eu deteste as pessoas porque nasceram ou vivem na Bélgica, na França ou na Índia, tenho amigos Franceses e Indianos de quem gosto bastante, mas regra geral, 90% das vezes, não vou à bola com esta malta. E ainda não consegui conhecer um Belga do qual ficasse amiga.
Pá, é a velha lei que o meu Pai tem (e à qual acho muita graça): gostas, gostas. Não gostas, comesses menos.
Tradução: se não gostas do prato de comida que está à frente, não lhe toques.

Pra compensar, raro é o Italiano que me cai mal (excepto os Napolitanos. Ainda não encontrei um de que gostasse.) e descobri que os Checos são os latinos da Europa de Leste e, excepto o Milan Kundera, são (aparentemente) simpáticos e desenrascados, algo único!
Os Suiços, pra meu espanto, também foram uma agradável surpresa, sendo que claramente prefiro os Suiços do Cantão Italiano, lá está.

E pronto, quando faço calls com os Italianos ou os Suiços Italianos, as calls são pragmáticas e bem dispostas, que mais não seja porque começam com um Buongiornno Sofia!!! e não há cristão que não se sinta logo de bem com a vida. Como são do norte de Itália são mais certinhos, mais “Suiços/Alemães”, e dá gosto trabalhar assim.
Com os Checos é diferente, é preciso que nos conheçam e que falem bem de nós uns aos outros. É meio caminho andado pra termos a pessoa do lado de lá a esfanicar-se pra nos agradar. E ficam felicíssimos quando os congratulo pelas ideias geniais. Talvez culturalmente, no tempo da outra senhora, não pudessem ter ideias e o desenrascanço tivesse que ter sido apagado. O certo é que eles desenrascam lindamente quais Tugas em acção, e ficam todos felizes quando os elogio com todo o gosto.

E os dias em que tenho o prazer de trabalhar com os Italianos, os Suiços Italianos e com os Checos e não levo com as outras 3 nacionalidades supra-citadas pela tromba adentro, fico feliz. Fico mesmo muito contente e tenho imenso gosto em trabalhar.

Sou claramente uma vendida.

Jane Doe

Tenho muita, mesmo muita sorte porque tenho uma amiga que oferece aos amigos dela presentes personalizados. Coisas simples mas feitas de propósito e de alma e coração para nós.
Aquilo a que chamamos: miminhos.

Já eu sou uma nódoa no DYI, não sou nada criativa e sou incapaz de passar uma tarde com frasquinhos, cola e tesoura, contas e canetas de várias cores. Se calhar foi porque quando era miúda e levava essas coisas pra casa a minha Mãe dizia: muito bonito, fica aqui em exposição e depois deitamos pro lixo, tá bem? Já o meu Pai guardou todos os cacarecos que nós fizemos e lhe demos e tem uma montra cheio de cinzeiros e potinhos disformes feitos pelos nossos dedos sapudos. 
O que é certo é que lá em casa ninguém é primo do Picasso e só a minha Mãe é que é dada a escrever coisas maravilhosas sobre os outros!

ADIANTE, isto porque há mais de um ano que queria oferecer um miminho à Joana, mas tudo o que via era muito industrial, dava tudo a sensação de “comprou-me isto pra despachar”, e aqui há coisa de umas semanas recebi um email muito simpático duma moça que me mostrou o trabalho dela e perguntou se eu estava interessada em adquirir umas peças. Era um email pessoal, não um daqueles templates, e que falava de um projecto português – uma loja online – nascida bem de dentro da crise, com o objectivo de a mandar dar uma volta e por isso segui o link: http://www.facebook.com/janedoe.onlinestore?ref=hl

E vi lá uma t-shirt e umas luvas que eram a cara da Jo! E tinham tudo a ver porque eram costumizadas, a frase da t-shirt é aquilo que eu quero que a Joana se lembre todos os dias da vida dela, e as luvas são a cara de qualquer Mamã ou Directora da Candeia porque transbordam fofureza e amor.
Não fui de modas e mandei vir duas peças que foram enviadas pra casa dela. A aventura da recepção da encomenda é contada por ela aqui: http://cafesnopateo.wordpress.com

Ela amou e eu fiquei mega contente. No próximo mês quero uma camisola do Stay Positive, falta-me dicidir a quem a vou oferecer, muahahahahaha!

Aqui está a loja online: http://janedoe.tictail.com/products/all-items



Teve que ser

Eu gosto muito da minha amiga Luna, mas de vez em quando vêm umas pessoas através do blog dela que sofrem de problemas mentais muito sérios. Ainda bem que não são todos e que há malta que veio aqui parar e que é um verdadeiro amor, e boas pessoas, por quem tenho todo o respeito e estima.
Eu tenho amigos que não gostam de ter que se registar e por causa disso permiti o comentário de anónimos.
Mas deixar as pessoas à vontade, não é deixar à vontadinha.
E como nem sempre as pessoas me respeitam e eu não tenho paciência (nem tempo) pra andar à cata de comentários maldosos escritos por gente doente, decidi activar a moderação de comentários.
Também é da maneira que vejo os comentários de toda a gente porque desde que uso o email do blog para os receber há uns que aparecem e outros que nem por isso. Assim recebo mesmo tudo. E posso-vos responder como sempre.
Peço desculpas pelo transtorno, mas vai ter que ser.
Ah, já agora, ficam a saber que quando publicam um comentário não anónimo, o vosso email pessoal aparece no meu email. Por isso, Catarina Costa, pra próxima tem mais juízo porque eu facilmente descubro de onde vens, o que fazes e posso reportar a tua insanidade mental, ok? Isto sim é cyberbulling, estamos esclarecidas?

Até já aos outros todos e obrigada por cá passarem e por me lerem.
Sofia

Sou uma gaja 2+

Há sete anos que tenho a mesma classificação.
Há 36 que me dizem que tenho falta de comunication skills. E eu a pensar que comunicava tão bem… 😉
Há sete anos que sou Danoninho e que me faltou um bocadinho <--> assim.
Não faz mal que 2+ é praí uns 18 valores, é bem nice!