A pack leader em franca progressão

Há já uns três meses que tenho problemas com os cães porque a Petzi tornou-se a defensora da família e acha que deve atacar outros cães pra defender as crias.
Felizmente não houve problemas de maior mas há muito que tento resolver a situação de modo infrutífero porque todas as opções que me apareciam eram extremamente caras.
Foi também desde que me mudei pra Amesterdão, com ou sem crias, que ela começou a vir à janela desafiar os outros cães que passam por baixo da minha varanda do terceiro andar.
Last but not the least, andar com eles os 3 na rua com a trela tripla passou a ser menos gerível porque o Bitoque cresceu imenso ao ponto de toda a gente pensar que ele é que é a Mãe e a Petzi o filhote.
Já há muitos anos que via a série do Cesar Millan na TV, mas sinceramente embirro com o homem, aquela abordagem mega venda, mega mike, muito americanizada, cheia de merchadizing, deixa-me irritada e não via os programas.
Nos últimos três meses então tem sido tão exasperante que perdi a conta à quantidade de pessoas que passam por mim na rua e me dizem: you should see Cesar Millan!
Enquanto eu consegui controlar os mais pequenos, achei que estava tudo, não controlado, mas passível de o ser em breve, era só uma questão de eles crescerem mais um bocadinho pra entenderem melhor as acções. O que foi verdade. Até porque eles só ladravam quando a Mãe ou outros cães ladravam e a sacos do lixo.
Contrariada tive que viajar a trabalho em Abril e Maio, e estudar pro exame de CISA e pagar o passaporte e mais uns extras e por isso não pude inscrever-me como queria num curso pros cães, mas não me preocupei porque achei que havia tempo.
Mas depois de um fim de semana em Itália em que nenhuma das 4 raparigas que fomos pregou olho, decidi começar a tomar acções: comprei uma coleira de vibração e som pra Petzi e telefonei pra uma escola de cães mas não me deixaram inscrever os pequenos porque já tinham quase 6 meses e o curso tem que ser antes por causa dos cios. Eu pensava que só se podia levar os cães ao 6 meses. O engano saiu-me caro.
Expliquei a situação à dona da escola que me recomendou socializar os cães e levá-los a um dog day care. Pra meu espanto, existem “creches/ATL’s” pra cães na Holanda. E levei a Petzi, que passou lá uma tarde muito agradável, nem um latido, nem uma rosnadela, nada, portou-se lindamente e a senhora do Centro disse-me que a cadela estava óptima, que não tinha problema nenhum, que devia ser de defender as crias porque de resto, a sua cadela é uma jóia.
A Petzi teria que ir mais vezes mas com as crias, e tinham que ter a vacina da tosse do canil.
Telefonei pro veterinário e cada vacina da tosse custa 54 euros e é válida durante um ano. Ora 54 vezes três são 162 euros. Cada dia no centro pros 3 é 29 euros (porque tenho desconto de família), logo multipliquem por uns 3 dias, e temos 90 euros. Ou seja, a socialização custa 252 euros e não curava o latido, mas pelo menos não atacariam outros cães na rua e a Petzi ia perceber que estava tudo bem quando outros cães se aproximavam.
E eu vim pra casa fazer contas e no mês de Junho não pode ser, mas do mês de Julho não podia passar. Mas apareceram mais umas contas imprevistas e ficou mesmo pro fim de Julho porque aconteceram 3 coisas extremamente desagradáveis:
1) O meu vizinho de cima (que é um animal e um cagão, btw, e a quem eu já tinha lixado quando um dia chamei a Polícia por as minhas paredes estarem a abanar ao som da música 80’s dele) veio tocar à campainha e queixar-se dos latidos. Fiquei possuída, mas eu própria já estava a entrar em loop!por isso comprei finalmente as coleiras a sério e paguei 60 euros por cada uma. Ao todo foram 185 euros que até andei de lado. Chegam quarta-feira.
2) Quis ir numas mini-férias e tive a certeza que ia correr mal porque os meus cães não estão de todo treinados e o sentimento de ter que voltar a acordar com os latidos deles e incomodar os meus amigos deu-me cabo da vontade toda que tinha de sair daqui porque não sabia se ia ser pior a emenda que o soneto.
3) No sábado fui passear com as minhas amigas que estavam cá de visita, pus a Petzi na mochila (sítio do qual ela não mexe, onde não tuge nem muge) e levei os outros pela trela e apercebo-me que os pequenos já ladravam aos outros cães e nomeadamente ladraram a dois pitbulls, fazendo uma figura não só de ridículos como expondo-se a serem mordidos violentamente e ficar sem as minhas pestes é que nem pensar!

No domingo liguei a uns amigos que me tinham ligado pra me darem um truque pra controlar o latido dos cães já que eles também estavam a ter problemas com a deles (que tem 3 mesitos), mas nada de parecido ao meu. Mas o truque funciona, e se continuar assim vou poder deixar as coleiras pra momento especiais, ou com um bocado de sorte nem as usar.
O truque é simples: cada vez que um deles ladrar, calmamente levanto-me, sem estabelecer contacto visual ou lhes dirigir palavra, sem perder a calma, sem dizer o nome deles, nada. Pego no “culpado” pela coleira e isolo-os dos outros ao pô-lo dentro da casa de banho, por exemplo. E ficam lá um minuto. A segunda vez que fizerem a asneira ficam lá 5 minutos, da terceira vez um minuto, da quarta 5 minutos e sempre assim. Até corrigir. Vale pro latir, pros xixis, pra tudo. A explicação é que sendo estes cães tão sociais, isolá-los da sociabilidade é a pior coisa que lhes posso fazer e como tal eles percebem que vão pro castigo. Como não querem ser castigados, deixam de ladrar.
Só vos posso dizer que ainda não vi o casal, mas juro que lhes vou dar o beijo mais repenicado do mundo porque tem sido milagroso! Ao fim de duas horas já tinha começado a funcionar.
Neste momento posso finalmente sentar-me na minha varanda durante 20 minutos seguidos, com os cães no chão ao estilo tapete e já não há ladrar pra ninguém. Não estão curados, mas garanto-vos que quase.
Como são espertos até à quinta casa dos infernos perceberam IMEDIATAMENTE o sentido da coisa.

Entretanto na quinta vão ao veterinário levar as injecções e em meados de Agosto têm já 3 dias de hotel reservados no Dog day care onde vão passar a saber o que são os outros cães e onde há até terapeutas pra cães.
Lembro-me dum colega na empresa dizer que tínhamos uma colega que era tolinha porque levava o cão ao psicólogo. O que eu não percebeu é que não é um psicólogo, é um terapeuta de correcção de comportamento. Que no fundo é tudo o que é o tal do César Millan.

Por último, ontem à noite fiz uma pesquisa a sério no site dele e recusei-me a comprar os vídeos e os DVDs, mas vi uns excertos no youtube e li mais umas dicas e percebi: a Petzi tinha assumido a liderança deste pack, ao qual eu pelos vistos também pertenço.
Erroneamente eu pensava que o pack era dela, mas não. O pack é MEU. Sou eu que tenho que ser a líder deste pack e a dona destes 3 reguilas.
Como tal hoje de manhã acordei às 7 e um quarto e fui passeá-los em separado, primeiro a Petzi e a Juicy e depois o Bitoque. Percebi que com a trela tripla não conseguia dominar a Petzi e esta tarde passei por uma loja de animais e comprei uma trela como as que vi no Dog Day care, que são umas cordas enormes, mas suaves, que se põe e tiram muito facilmente nos cães. São trelas de estrangulamento, coisa que eu sempre achei exagerada pra um cão tão pequeno. O certo é que comprei uma e assim que puder vou comprar mais duas. Funcionam espectacularmente e pela primeira vez consegui controlar a Petzi quando tentou ir atrás de outros cães. Foi também a primeira vez que consegui passear 3 cães ao mesmo tempo sem parecer uma tolinha, sem estar a ser puxada, com passo ritmado, sem stress e sem ter passado qualquer vergonha.

E agora é rezar pra que não volte a chover durante uma semaninha, pelo amor de Deus, que é pra eu poder levar estes gajos à rua 3 vezes ao dia, por as regras do Millan a funcionar (bastou um dia e já pareciam soldadinhos a marchar ao meu lado, imaginem daqui a uma semana) e voltar a por ordem na minha loja, que é como quem diz, na minha casa. Na MINHA casa, no MEU PACK. Sim, porque por muito que eu não suporte o fulano, o gajo tinha razão e o que faltava aqui era liderança. Havia amor a pacotes, mas a Dona andava a dormir.

(neste momento estão os 3 deitados na minha varanda, em perfeito silêncio e a ver as vistas)

Já agora, o que mais me inspirou foi o vídeo desta gaja que passou de não conseguir controlar um pra passar a passear 16 cães duma vez. Se ela conseguiu, eu também.

As saudades nunca acabam

Quase que chorei ao ler isto. É realmente assim. Custa tanto estar longe, mas tem que ser.

Estou constantemente em dívida, de arma em riste contra a ausência, e ainda assim falho, porque não consigo melhor.
(…)
A saudade, que só se tem em ausência, é ainda assim um saco que nunca se esvazia, mesmo quando estamos juntos todos os dias, porque são dias contados. Nunca poderei devolver a quem amo os dias que lhes retirei. Posso só tentar que os que partilhamos sejam grandes. Posso só ser mais amor, tentar ser menos falha, e pedir com a humildade da minha pequenez que a vida me permita dar-lhes muito mais.


Da Sónia Balacó

Ainda nao ha vitamina D pra ninguem

O meu medico e’ especialista em estrangeiros que se estao borrifando pra medicina Holandesa reactiva e nao preventiva e e’ dos que passa antibioticos e tudo o que for necessario.
E e’ duma eficiencia assustadora, trabalha around the clock e faz imensa coisa por email, uma verdadeira maquina. Estive ao todo uns 5 minutos na consulta e esperei 4 minutos pra ser atendida porque cheguei atrasada!
Tem laboratorio de analises clinicas no consultorio e como tal a coisa funcionou mais ou menos assim:
Ta boazinha? Em que a posso ajudar?
Sinto-me sem forcas, deprimida sem motivo beca beca, acho que devo ter falta de vitamina D.
Ok, sim senhora, a minha assistente vai ali “chupar-lhe o sangue” daqui a 5 minutos e mando-lhe o resultado das analises ainda este fim de semana por email e se os seus valores continuarem baixos entao eu comunico a Farmacia e vai la buscar a vitamina D bebivel (esta palavra existe? Ando tao emigra!).
Nestes 5 minutos ainda falamos dos meus caes, da minha casa e da ecografia mamaria anual que tenho que fazer dados os antecedentes familiares.
Eficiencia meus amigos, eficiencia!

Agora é que vai fôr!

Comprei um iphone em mega desconto através da minha empresa e estou um bocadinho histérica com o brinquedo novo.
Foi a única coisa que me animou hoje antes de levar shots de vitamina D amanhã.
Além disso estou na constante esperança que a Polícia não tenha conseguido preencher lá o sistema com o processo da falta da carta de condução e ando a pôr velas com fartura ao meu rico Santo António.
Eu sou tão “boa pessoínha” (como dizia um senhor amigo do meu Pai), faço tanto bem aos outros, eu mereço safar-me, o meu bom karma e luzinha tem que andar por aí. Também aceito muito as vossas velinhas, rezas aos vossos santos, e cunhas dos ateus a quem quiserem e da forma que quiserem, o que interessa é eu não ficar sem carta e tesa. E se foi pra me safar desta que me roubaram os documentos em Bali, prometo que até vou pedir ao Universo que conceda longevidade e saúde ao safado do ladrão. JURO.
Last, but not the least, vou postar uma dica maravilhosa que me deixaram ali nos comments e que me vai poupar um dinheirão com TODA a certeza em bilhetes de avião. (Pedro, sejas tu quem fores, o meu mais sentido OBRIGADA).
Ora Emigrantes, Expatriatos e caros amigos, bloggers e anónimos com família no “istrangeiro”, funciona assim:

Um casal amigo, em que um deles está na Bélgica, costuma comprar as viagens alternando as datas, isto é, comprava a viagem de ida da primeira viagem, mas em vez de comprar juntamente com essa, a viagem de regresso dessa viagem, comprava o regresso da segunda viagem. A viagem de regresso da segunda viagem comprava com a data de ida da segunda viagem. Vantagem: como as datas eram mais espaçadas entre si, as viagens costumavam ser bem mais baratas. (espero ter-me feito entender, é uma questão de experimentar).

Deixa lá ver se eu entendi:
– comprava um bilhete para ir de BE pra PT no dia 20 de julho e com regresso de PT 30 de Setembro.
– comprava outro bilhete para vir de PT pra BE no dia 24 de julho e com regresso de BE pra PT a 25 de Agosto.

Ou seja, ele fazia sempre as idas, logo não lhe anulavam o bilhete e obviamente conseguia preços baratíssimos com a giga joga! Mas que ideia brilhante!! Olha que vou experimentar mesmo!! Muitíssimo obrigada!!

É um bocadinho difícil de explicar, mas eu vou tentar

Vir para Amesterdão e para a Holanda foi uma opção minha tomada num momento de ímpeto, mas consciente.
Inconsciente todavia no facto de não me ter informado o suficiente sobre o clima e sobre os efeitos sobre a minha sanidade mental.
Há coisas magníficas na Holanda como o facto de poder ter uma qualidade de vida altíssima, sair do trabalho às 17 ou 18, poder trabalhar a partir de casa, dar-me ao luxo de ter 3 cães e poder passar o meu dia na companhia das minhas pequenas pestes, o salário como é óbvio, o poder de compra acrescido, e uma experiência de vida fantástica que puxa pelas minhas emoções todos os dias e me faz crescer e ser mais mulher.

No entanto é duro, é extremamente duro acordar todos os dias e sentir que é inverno. Não só porque chove torrencialmente como podem ver no blog da Luna, mas também porque faz frio.
Os meus vestidos e as minhas sandálias são os mesmos há 4 anos porque não tenho oportunidade de os gastar. Eles resistem impecavelmente há anos pendurados nos cabides e eu fico doente cada vez que abro o armário e vejo que não posso por um único pois corro o risco de ficar doente (além de parecer ridícula).
Usar botas de cano alto e casaco de cabedal no verão é anti-natura para qualquer Português, mesmo pra uma Bracarense que nasceu no chamado “peniquinho do céu” que é a minha cidade.
Não sair pra ir comer caracóis ou beber imperiais geladas, não sair à noite pras ruas do Chiado e arredores e aproveitar pra mostrar o bronze, é anti-natura. Não me sentar numa esplanada ao sábado de manhã enquanto vejo o Tejo, é anti-natura. Não sentir a areia no meio dos pés e meter-me debaixo dum chapéu de sol para ter sombra e suportar o calor: é anti-natura.

Ando com todos os sintomas de uma depressão porque tenho um grave défice de vitamina D, sinto-me sem forças, cansada, tenho sono o dia inteiro, sinto-me enjoada, and if I didn’t know better, diria que estou grávida.
Mas não é o caso (graças a Deus, que agora não me apetece nada sê-lo!).

Ontem o desespero foi tão grande que fui pesquisar os voos Amesterdão-Porto e deparo-me com valores na ordem dos 500 euros no mínimo. Passei-me. Fui então ver os valores pra Amesterdão Lisboa. Não baixavam dos 350. Nem com a Ryan Air ou a Transavia me safava pra ir aí agora estufar uma semana.
Estou tão farta, tão desesperada que já me passou pela cabeça pedir uma semana de férias e meter-me no carro e conduzir 22 horas só pra poder passar 4 dias ao sol.
Se continuar assim é algo que não descarto.

Uma das coisas boas da Holanda comparativamente aos outros países da Europa do Norte era o preço (e horários) dos aviões que me permitiam ir a casa de dois em dois meses. Este ano só fui a casa dia e meio em Maio, vou uma semaninha em Setembro e 4 dias no Natal. Tenho saudades dos meus Pais e não vejo o meu irmão desde o Natal e só o devo ver outra vez no Natal.
Os meus amigos reclamam-me e eu não consigo dar conta do recado.

Decisões tomadas ontem à noite:

1) Quando voltar de Lisboa em Setembro vou comprar os bilhetes de avião todinhos pro ano que vem e organizar-me para poder ir um fim de semana de dois em dois meses.

2) Ir ao médico já esta sexta pedir vitamina D injectável – check!

3) Dividir as idas a PT entre Porto e Lisboa de forma equitativa.

4) Deixar de me queixar sobre o tempo – NEVER!

5) Aceitar que vivo na Holanda, se sou abençoada em tudo o que isso me traz e compõe e começar mas é a analisar outros Países para onde me possa pirar, já que os bilhetes de avião Porto-Amesterdão estão quase ao mesmo preço que Angola-Lisboa, e até ir a Nova York é mais barato que descer até ao Algarve.

E pronto, na sexta aviso se a vitamina D funcionou e se mudei de ideias.

O Romeu Runa dança com os músculos e o Miguel Pereira é louco

Estava completamente esgotado há semanas no Melkweg e por isso pensei que não ia e já me tinha dado por vencida.
Quando a minha amiga (e bailarina) Catarina Félix me consegue arranjar um lugar duas horas antes do espectáculo.
A Catarina, o Miguel Pereira, o Romeu Runa e mais duas pessoas fazem parte duma equipa chamada Útero que cria peças bailadas.
O Miguel é o Director criativo, a Catarina a assistente de direcção (e por vezes intérprete) e o Romeu Runa é o intérprete principal das criações loucas do Miguel.

Eu não percebo nada de arte, de dança, de pintura, mas sofro de ataques de emoções que tais eventos me podem provocar.

Estive angustiada o espectáculo inteiro, o homem nunca mais se “erguia”, saía da depressão do estado em que está e de repente pensava eu que ele estava a lutar contra as adversidades e a conseguir………e não. Não consegue.
E saí da peça completamente deprimida e angustiada, como se tivesse levado três patadas certeiras no estômago. Mas adorei.
Adorei porque o Romeu é de borracha, contorce-se como se o corpo dele fosse feito de esponja ou plastica e faz algo que eu nunca tinha visto antes: dança com os músculos! E transmite a emoção, faz-nos sentir. Sentir. Havia uma senhora que ria o tempo todo, e eu quase que chorava.

No fim tive a MEGA sorte de poder ir jantar com eles e conhecer pessoalmente o Miguel e o Romeu. E foi incrível ouvi-los discutir a peça e o que querem mudar e o que vão inovar e ainda por cima, o mais impressionante, terem tido em conta aquilo que eu disse, na minha mais santa inocência e ingenuidade sobre a peça e o que tinha sentido e visto.

Eles têm estado a trabalhar em conjunto e têm criado várias peças que são quase sempre “compradas” pelo Les Ballets C de la B, que é uma empresa Belga que tem espectáculos de qualidade incrível.
Aconselho-vos vivamente a segui-los.
A próxima chama-se Princesas.

O que é Português É BOM!

O Out Jazz já aí está

Depois não digam que não avisei!
A boa onda é incrível, aproveitem.
No ano passado aproveitei um domingo e foi altamente:http://andorinhaquevoa.blogspot.nl/2011/07/e-quem-nao-for-aos-proximos-out-jazz-em.html

Agora é a MEO e não a Nívea que patrocina, mas dá no mesmo. Eu não ganho nada na mesma com isto, só recomendo porque acho que aproveitar pra ouvir bom jazz À PALA é fantástico e é um domingo muitíssimo bem passado e costuma haver uma boa onda incrível. Podem levar os putos, os cães, piquenique, é altamente, é o mais parecido que há com Amesterdão, mas com SOL!


Este domingo, o MEO OUT JAZZ ’12 abre as portas à música de TGB e do DJ Mike Stellar, às 17h00 no Jardim do Parque Eduardo VII. Espreitem a agenda completa, fotos e vídeos do festival em http://on.fb.me/meo_out_jazz