Ontem fui ao talho (Kema Vlees na Kinkerstraat) e vi lá um saquinho com umas costelas de porco cortadas aos bocados, com o nervo branco e tudo, tal e qual o que a minha Mãe chama: costela mindinha!
Not bad at all!!
As batatas fritas na airfryer ficam nota dez! Eu nem sou de batatas fritas, menos ainda congeladas, mas confesso que foi uma alegre surpresa! O panado também ficou 5 estrelas, mesmo. Mas deu mais trabalho…
Não está a correr mal…
Ainda só fiz dois pratos com a airfryer, mas assim de repente tenho a dizer o seguinte:
Será que vale a pena?
Perdi 4 kilos com muito esforço e aprendi a cozinhar com pouco azeite ou pouco óleo, mas eu adoro coisas fritas. Eu sei, é um pecado mortal de qualquer dieta, mas fazer grelhados nestas casas que têm a cozinha aberta pra sala é muito chato, a casa inteira cheira a comida e por isso optei por não comprar um grelhador mas sim uma “fritadeira”.
Até porque o grelhador é chato de limpar comó caraças, e pra não se pegar nada à grelha é sempre preciso untar as coisas em óleo. Mais vale fritá-las, é a mesma coisa.
Ouvi falar maravilhas da airfryer e decidi comprar uma, só espero não me arrepender.
Pra mono já me chega o robot do Jaime Oliver que só uso quando o rei faz anos porque não consigo atinar com a misturadora. Só uso o copo pra fazer batidos e molhos, ao dinheiro que gastei naquela coisa… eu vejo o Jaiminho a usar aquilo pra cortar os legumes todos no 15 minutes meal mas não consigo pôr a máquina a funcionar da mesma forma. Se alguém conseguir encontrar um bom tutorial do robot eu agradeço que mo deixem na caixa de comentários. O youtube tem tanta coisa que não consigo encontrar nada de jeito.
Já agora, se alguém for utilizador da airfryer e me quiser dar recomendações ou conselhos, ou links úteis, agradeço muito.
Ai que isto foi caro pra caneco, 130 mocas e isto nem faz panquecas!
Será que batem os da Santini?
O que eu gosto de gelados Italianos, God!
Vão lá experimentar e depois digam-me, por favor.
Nannarella – Gelatti Alla Romana na Rua de São Bento em Lisboa
Pão Português em Bruxelas
Pastelaria Garcia na Avenue de la Couronne – muito conhecida! Tem pastelaria e padaria, pastéis de nata, pastéis de tentúgal e pão do bom.
Um dos super-mercados chama-se Portuga a votre table e fica no fundo da Chausse d’Ixelles, quase a chegar a Praça Flagey.
Quem diria!
Antes de mais quero agradecer do fundo do coração a todas as pessoas que partilharam a experiência delas com a máquina de fazer pão. Nunca me passou pela cabeça que fosse um assunto querido de tanta gente!
Cheguei então às seguintes conclusões:
– Salvo raras excepções, as pessoas que mais valor dão à máquina são as que vivem fora de Portugal. Quem vive na Holanda normalmente tem uma. Isto tem uma lógica muito simples que nada tem a ver com o facto de gostarem de coisas mais biológicas ou não. A lógica é que muitos de nós nos habituamos a comer sandes ao almoço e como tal o pão passou a ser uma componente mais essencial do nosso dia a dia. Logo ter pãozinho do bom pra almoçar (e para o pequeno almoço) faz uma diferença enorme. Se eu vivesse em Portugal não comprava uma máquina de certeza. A necessidade faz o engenho.
– A qualidade e durabilidade do pão depende mesmo muito das farinhas que se usam. Na Holanda compensa mais usar farinhas biológicas, pese embora sejam mais caras. O meu desafio vai ser começar a saber os nomes dos cereais em Holandês. Isso é que vai ser!
– Acordar de manhã com cheirinho a pão acabadinho de fazer deve ser uma verdadeira delícia, e como trabalho muito a partir de casa posso perfeitamente por a máquina a trabalhar várias vezes por semana e congelar o pão durante uns dias pra torradas.
– A marca não interessa muito, mas há umas máquinas que permitem fazer vários tipos de crosta e outras que só permitem uma ou duas opções e segundo a qualidade da máquina as pessoas usam-nas mais ou menos. Fiquei com a ideia de que quem tem uma do Lidl não está satisfeito por aí além.
– O formato do pão continua a ser pão de forma :)) a não ser que ponha a massa no forno, o que é uma opção bastante válida pra mim.
– Há várias receitas nos comentários pra se fazer “pão de água” em 5 minutos e sem amassar, mas tenho que ter espaço no frigorífico pra guardar a massa depois de levedada e isso não se verifica…. além disso teria que esperar uma meia hora de manhã pra que o pão coza no forno e tenho que comprar uma cena chamada “dutch oven”.
Posto isto:
Este fim de semana vou-me enfiar numa loja biológica e com as dicas que me deram vou tentar comprar os ingredientes pra fazer o dito pão de água “à manápula”. Se me correr bem, se eu tiver paciência e gosto nas farinhas e afins, passo pra máquina de pão. Assim que comprar uma publico e peço-vos as receitas todas que me prometeram que eu quero dar uso à bicha!
Já agora, ficam a saber que no copo de milkshake da blender se faz uma maionese de truz com um ovo, sal e óleo. Se lhe juntarem uns dentes de alho previamente cozidos em azeite no forno, ficam com alioli de chorar por mais. E diabos me levem se não vou espremer o robot de cozinha que tenho cá em casa até ao limite.
Tudo depende do nosso nível de preguiça, não da qualidade da máquina.
Pão de Mafra em Lisboa
Nem de propósito, a Filipa B deixou-me um comentário com um link pra uma pastelaria/padaria nova que fica na Av. da República em Lisboa e que tem pão de Mafra: o Choupana Caffe
Pode ser que também tenha do Alentejano 🙂
As saudades que tenho de Lisboa…
Máquina de fazer pão
Alguém que aqui passe tem uma máquina de fazer pão e recomenda?
Já não há pachorra pra este pão de forma Holandês, desespero por um pão “estilo” Mafra.
Eu costumo comprar o pão na loja biológica aqui ao pé de casa, mas na semana passada cheguei lá e já não havia escolha quase nenhum e trouxe os dois pães que sobravam. Paguei quase 7 euros por uma baguete e um pão de forma. O pão é muito melhor que o que se compra no supermercado, mas se quiser comprar pão de jeito cá só de 3 euros pra cima e eu como pão a dar cum pau.
Lembrei-me da máquina de fazer pão, mas só compro se for realmente útil.
Expliquem-me lá como é que usam a maquineta no dia a dia e se é tão simples e tão boa quanto parece:
– O pão dura de um dia pro outro ou fica logo duro?
– Quanto tempo é que demora efectivamente a fazer o pão mais simples?
– É fácil fazer massa pras pizzas e massa quebrada ou depois de feita a massa na máquina ainda tenho que dar muito ao braço pra poder estender e fazer uma tarte, por exemplo?
– A máquina também coze o pão ou faz só a massa?
– É preciso por a massa a levedar de um dia pro outro no frigorífico?
– Pergunta para quem tem e vive na Holanda: onde é que arranjam os vários tipos de farinhas?*
– “Bute”, honestamente: vale a pena?
Desde que comprei uma maquineta do Jamie Oliver que só faltava tirar cafés e que só uso quando o rei faz anos pra uns milkshakes, fiquei com alergia a comprar mais máquinas. Até porque eu a tinha comprado em pensar poder fazer massa na dita cuja, mas aquela porcaria encrava logo, na primeira utilização acabei com o motor e tive que a mandar de volta.
Agora, mesmo correndo o risco de parecer estúpida, pergunto a quem tem o que é que acha. Senão não há Marktplaats que me valha!
*A Joana Roque fala aqui de “farinhas prontas para a máquina (…) pão rústico”. Eu não imagino que na Holanda vendam “pão rústico”. Mas posso estar enganada.
Scones em Lisboa e no Porto
Boas dicas no ionline de hoje: http://www.ionline.pt/boa-vida/scones-roteiro-britanico-oito-casas-portuguesas



















