…porque eu ja o tinha visto qdo fui à varanda hoje de manhã!
O civismo dos Holandeses revela-se assim
Montanhas de lixo deixadas pra trás na praia, debicado por gaivotas, e sem quaisquer contemplações. Da água tiramos 3 garrafas inteiras.
Há minis na Holanda!!
Dez modas Holandesas que são perfeitamente dispensáveis.
Isto está tão bem escrito, com fotos e tudo, que só cá deixo o link.
Brilhante!
A mim apetecia-me falar das madeixas no cabelo das Portuguesas, e a moda dos cabelos compridos até ao fundo das costas, mas eu também tenho e como tal não posso dizer de minha sentença o que seja, ehehe
Eu nunca tenho azar!
No outro dia disse isto ao Jorge, o meu amigo responsável pelo chão e pelas pinturas da minha casa, e ele achou que eu era doida 🙂 O certo é que eu estou certa.
Vou ser contratada mas é pelo querido mudei a casa!
Estou tão orgulhosa, tão contente e tão feliz com o resultado de três dias de labuta non-stop, que não resisto a partilhar a minha casa nova e maravilhosa.
Onde todos ajudam, nada custa.
Em apenas hora e meia despachou-se 120 m2 de chão e tintas duma casa pra outra, com UM elevador minúsculo apenas pra um prédio inteiro. Tendo em conta que vou viver no nono andar…E veio de lá o Haggoninho com um carro que mais parecia um camião, e os Andrés, e a Iris e o Carlos, o Jorge, a Xana e o Miguel (coitados, acabados de chegar e logo obrigados a trabalhos forçados!) vergaram a mola como gente grande, enquanto o Manelinho tentava fugir ao esforço dizendo que estava cansado e saltaricando pro final da fila. Teve azar que ali estava tudo atento a mandriões e teve que bulir como os outros Acabou tudo a comer massada de marisco com muita massa e pouco marisco, mas com boa disposição e sentido do dever cumprido e a promessa de que não voltam a carregar chão pra Sofia Maria!
MUITO OBRIGADA a todos! Um por um!! Good karma is on your way!
Not bad at all!!
As batatas fritas na airfryer ficam nota dez! Eu nem sou de batatas fritas, menos ainda congeladas, mas confesso que foi uma alegre surpresa! O panado também ficou 5 estrelas, mesmo. Mas deu mais trabalho…
Tenho andado entretida
Anteontem comecamos no parque com prossecco com framboesas geladas e gambas e acabamos na Casa Bocage a comer ameijoas à bulhão pato e pão de ló de Ovar.
Cidade maravilhosa!
Eu gostava de gostar de viver em Amesterdão como há gente que gosta de viver no Rio de Janeiro, em Paris, em Nova York ou em Roma e que se apaixonaram pelas cidades e as acham magníficas, fabulosas e estrondosas, que se enchem de gosto ao mostrar a cidade aos amigos e os levam pelas mãos a correr aos seus sítios favoritos, porque são tantos que dois ou três dias não chegam para mostrar tudo. Também há quem seja apaixonado por Londres apesar do clima, ou quem se tenha apaixonado até pela cidadezinha em que vive na Suiça, a cidadezona na Austrália ou o recanto mais pacato na Noruega.
Mas que vive apaixonado pelo sítio que o acolheu. Isso é talvez o que mais falta me faz em Amesterdão: paixão por isto.
Já disse muitas vezes que no dia que me for embora só cá volta pra visitar os meus amigos, de resto vai ser virar a página e seguir viagem. Vou ter, como me chamar Sofia, muitas saudades da vida e da qualidade de vida que cá tenho e acima de tudo dos meus amigos, mas também da forma de trabalhar. Mas saudades de não ter vontade de sequer partir, não.
A culpa deste post não é do post anterior, é de ter andado a passear pelo FB duma amiga que vive no Rio de Janeiro e ter ficado nitidamente com inveja da luz que ilumina o sorriso dela e dos elogios que ela tece à cidade onde vive. Passou um ano e ela nem deu por ela e eu ao fim de um ano já dizia (é ver os registos de 2009) que já estava bom, que já podia voltar. Que muito bem e muito contente, mas que a minha cidade era outra. O que eu gostava de adoptar outra cidade e a pena que eu tenho de não conseguir adoptar Amesterdão. Mas é que pura e simplesmente não me entra na alma, não há maneira. Que pena que eu tenho.















































