Resposta a uma pergunta pouco despropositada

A Zoot deixou-me uma pergunta pertinente na caixa de comentários à qual eu vou responder e à qual seria interessante que outros também o fizessem (se quiserem, é claro):
Andorinha, nesta semana tive a oportunidade de falar com alguns colegas estrangeiros que se queixaram que nos países de origem incentivam os jovens a trabalharem noutros países, noutras culturas. É o fenómeno da “mobilidade”. No entanto, todos se queixaram do mesmo: quando acabam os tais projectos lá fora, o país não tem capacidade para os acolher de novo. Também falei com alguns colegas Portugas e o mesmo se passou. A questão que te ponho é a seguinte: Também tens a mesma opinião? Voltar para Portugal é um projecto tortuoso e transcendente?

Obrigada e desculpa lá este comment despropositado.

Tenho muitos amigos e conhecidos que já voltaram para Portugal ou que já emigraram para outros Países depois da sua temporada na Holanda. Em nenhum dos casos a volta foi tortuosa, pelo menos pelo que eles me contaram. E isto foi independentemente da área a que se dedicam profissionalmente. Conheço quem tenha ido para condições ainda melhores que as oferecidas na Holanda, e outros que pura e simplesmente se encheram e fizeram as malas e optaram por regressar mesmo sem emprego. Pouco tempo depois estavam a trabalhar.
Destes que voltaram “sem rede” as condições profissionais não pioraram, na sua maioria melhoraram, mas também há quem tenha chegado à conclusão que a proximidade da família e o clima solarengo ou cidade do seu coração pesavam mais que mais uns trocos no bolso.
Do meu ponto de vista muito pessoal, para mim a volta pode ser feita a qualquer momento, mas terei obviamente que abdicar de um conforto que tenho actualmente e não estou preparada para tal. 
Eu tenho o meu sonho e esse passa por poder ter um emprego que me permita tirar 6 meses de licença sem vencimento para ir até a um País da América do Sul fazer 3 meses de voluntariado e viajar outros 3. Isto é algo que eu sei que em Portugal não aceitariam de bom grado e como tal mantenho-me no Estrangeiro até o concretizar.
Também é certo que estou a 4 horas e meia de avião e transportes para chegar a minha casa, que é o mesmo tempo que levo a chegar de Lisboa a Braga de carro ou comboio. É bem mais caro, é certo, mas não me sinto distante.
Por outro lado, também tenho consciência que segundo as minhas ambições profissionais e a área a que me dedico, voltar a Portugal implica que o País dispusesse de empresas com uma determinada dimensão e mentalidade, e isso não se encontra facilmente. E não digo isto a atirar pro ar, digo porque conheço bem o tecido empresarial e sei que não existem essas ditas condições. Ora isto não limita o meu regresso, mas condiciona-o. Eu posso voltar a qualquer momento, eu sei que tenho emprego. Mas talvez noutra área ligeiramente “ao lado” da minha, onde a posição não é tão elevada e o salário é ligeiramente abaixo do actual. E só para que fique bem claro, Portugal nunca deixou de ter capacidade para me acolher depois de eu estar fora. Esta situação de falta de posições ao meu nível já se dava antes de eu emigrar. Antes de eu sair de Portugal (há três anos atrás) já não havia muitos lugares de Chief Information Security Officer nas empresas Portuguesas, motivo pelo qual mudar de emprego já não era pêra doce. Nos últimos três anos o tecido empresarial não mudou muito, e infelizmente a mentalidade dos dirigentes das empresas também não, pelo que existem meia dúzia de cargos, mas todos eles atribuídos a homens e com idade superior a 40 anos. Aqui é certo que tenho mais oportunidades, não porque esteja no Estrangeiro, mas porque estou especificamente na Holanda que é a base europeia de muitas empresas Australianas, Americanas, Japonesas, Coreanas e afins. Enquanto Portugal não tiver a mesma capacidade de captação de empresas e não apresentar competitividade a nível salarial e isenções fiscais para estas multinacionais, eu vou continuar a ter mais oportunidades na minha área aqui.
Mas podes ter a certeza que se me der na pataleta voltar para Portugal amanhã, que sem emprego não fico e que o regresso não vai ser sentido como “tortuoso”. Voltar a casa, aos Pais, aos irmãos, aos sobrinhos, ao trânsito de Lisboa, às esplanadas da Graça e à minha casa, aos meus amigos, à minha comida e ao meu clima, te garanto: não tem nada de tortuoso.
Ressalvo no entanto que para que o regresso não seja difícil, é preciso ter a certeza de que queremos voltar.

Agora dou audiência aos outros amigos que por cá passam, emigrantes ou amigos e familiares de emigrantes, e que queiram deixar o testemunho deles. It’s all yours!

Quando ouço o meu Pai ao telefone com a TV Cabo lembro-me sempre disto.

Falam os clientes da ZON:

*- ” A minha mulher não saiu de casa à espera que a viessem montar!”*
*____________*
*
**- “O senhor tem computador?”
– “Tenho sim…  tá ao fundo da escada!   É o da água ou o da luz?”
_____________________*
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*”Boa tarde! Era para activar o meu desqualificador.”
_____________________*
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*”Bom dia! Eu quero ter o canal sexual em minha casa…”
_____________________*
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* “Era para saber se já tinham motivado a minha tvbox!”
_____________________*
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*Uma cliente: “Atão vieram cá montar a minha vizinha de cima e não me
montaram a mim porquê ?!”
_____________________*
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*”Era só para dar o número do pib para descontar no banco.”
_____________________*
****

*Uma cliente: “Era só para dizer que já me montaram… Aliás, acabaram mesmo
agora de me montar, e por acaso fiquei muito satisfeita… fiquei mesmo, o
que é foram-se logo embora sem me sintonizar os canais…”
____________________*
****

* “Era só para activar a TVSporting…”
_____________________*
****

*Uma cliente: “Pois … realmente montaram-me lá em cima e depois
montaram-me em baixo e quanto a isso tudo bem. Só não gostei foi que me
riscassem o chão todo!!!”
____________________*
****

*”Tenho a Superbox ligada”
_____________________*
****

*”Queria desistir da playbox”
_____________________*
****

*Despiste técnico:
Assistente: “Desligue e ligue a powerbox e já deve ficar a funcionar “
Cliente:  “Já fiz e não dá nada !”
Assistente : “Depois de ligar a powerbox, que luzes é que tem acesas ?”
Cliente:  A da sala e a da cozinha, porquê, faz interferência?”*
*________________*
****

*Assistência Técnica rede móvel:
– O Sr. quer que eu tire o chispe?
____________________*
****

*Olhe, queria saber se já tenho o room service activado.
_____________________*
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*Olhe, só liguei para dizer que se alguém me ligar pode deixar mensagem,
porque agora vou desligar o telemóvel.
_____________________*
****

*Não tenho fax, eu quero é que me envie um fax por carta.
_____________________*
*Menina, queria que o meu número não aparecesse nos retrovisores dos outros
telemóveis.
_____________________*
****

*Cliente: Olhe, queria alterar o meu tarifário para Hamburger Life.
_____________________*
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*Cliente: Fiz uma chamada para outra pessoa e tiraram-me dinheiro do
telemóvel. Mas então sou eu que pago?
_____________________*
****

*Assistente: A senhora deverá ligar o número do serviço para ouvir as suas
mensagens .
Cliente:  Ligo para esse número e peço para falar com quem?
_____________________*
****

*[dificuldade em captar rede]
Assistente:   Experimente retirar a antena e voltar a colocá-la.
Cliente: Nem pensar! A antena vem agarrada e depois parto isto tudo…  Dava
cabo da minha vida.
_____________________*
****

*Cliente brasileira: Ponham um sambinha na música de espera!  Estes fados
são horriveis!
_____________________*
****

*Cliente: Queria saber se o meu número está conferencial ou não…
_____________________*
****

*[indicação de teclado bloqueado e de rede disponível]
Cliente: O meu telemóvel tem um garfo e uma colher no visor…
Assistente: Qual é a marca e o modelo do seu equipamento?
Cliente: É um Inox 510.
_____________________*
****

*Cliente: Que quer dizer isto… chamadas de emergência?
Assistente: Significa que o telemóvel da senhora não tem rede neste momento
e só pode fazer chamadas de emergência.
Cliente:  Ai, que alívio! Pensei que era para ligar para o Hospital. Estava
aflita a pensar quem é que estaria nas emergências.
____________________*
****

*Cliente: Estou aqui com um problema no meu telemóvel…
Assistente: Qual é exactamente a situação?
Cliente:  É que não me lembro do ping e o que é pior é que perdi o pum…
_____________________*  ****.

Odeio pobre!

Lembram-se do Miguel Falabella no Sai de baixo?

(recebido por email, não sei a procedência)
 

Como a classe média alta brasileira é escrava do “alto padrão” dos supérfluos

Nossa convidada de hoje da seção Mulheres no Mundo é Adriana Setti.

No ano passado, meus pais (profissionais ultra-bem-sucedidos que
decidiram reduzir o ritmo em tempo de aproveitar a vida com alegria e
saúde) tomaram uma decisão surpreendente para um casal – muito enxuto,
diga-se – de mais de 60 anos: alugaram o apartamento em um bairro
nobre de São Paulo a um parente, enfiaram algumas peças de roupa na
mala e embarcaram para Barcelona, onde meu irmão e eu moramos, para
uma espécie de ano sabático.
Aqui na capital catalã, os dois alugaram um apartamento
agradabilíssimo no bairro modernista do Eixample (mas com um terço do
tamanho e um vigésimo do conforto do de São Paulo), com direito a
limpeza de apenas algumas horas, uma vez por semana. Como nunca
cozinharam para si mesmos, saíam todos os dias para almoçar e/ou
jantar. Com tempo de sobra, devoraram o calendário cultural da cidade:
shows, peças de teatro, cinema e ópera quase diariamente. Também
viajaram um pouco pela Espanha e a Europa. E tudo isso, muitas vezes,
na companhia de filhos, genro, nora e amigos, a quem proporcionaram
incontáveis jantares regados a vinhos.
Com o passar de alguns meses, meus pais fizeram uma constatação que
beirava o inacreditável: estavam gastando muito menos mensalmente para
viver aqui do que gastavam no Brasil. Sendo que em São Paulo saíam
para comer fora ou para algum programa cultural só de vez em quando
(por causa do trânsito, dos problemas de segurança, etc), moravam em
apartamento próprio e quase nunca viajavam.
Milagre? Não. O que acontece é que, ao contrário do que fazem a
maioria dos pais, eles resolveram experimentar o modelo de vida dos
filhos em benefício próprio. “Quero uma vida mais simples como a sua”,
me disse um dia a minha mãe. Isso, nesse caso, significou deixar de
lado o altíssimo padrão de vida de classe média alta paulistana para
adotar, como “estagiários”, o padrão de vida – mais austero e justo –
da classe média europeia, da qual eu e meu irmão fazemos parte hoje em
dia (eu há dez anos e ele, quatro). O dinheiro que “sobrou” aplicaram
em coisas prazerosas e gratificantes.
Do outro lado do Atlântico, a coisa é bem diferente. A classe média
europeia não está acostumada com a moleza. Toda pessoa normal que se
preze esfria a barriga no tanque e a esquenta no fogão, caminha até a
padaria para comprar o seu próprio pão e enche o tanque de gasolina
com as próprias mãos. É o preço que se paga por conviver com algo
totalmente desconhecido no nosso país: a ausência do absurdo abismo
social e, portanto, da mão de obra barata e disponível para qualquer
necessidade do dia a dia.
Traduzindo essa teoria na experiência vivida por meus pais, eles
reaprenderam (uma vez que nenhum deles vem de família rica, muito pelo
contrário) a dar uma limpada na casa nos intervalos do dia da faxina,
a usar o transporte público e as próprias pernas, a lavar a própria
roupa, a não ter carro (e manobrista, e garagem, e seguro), enfim, a
levar uma vida mais “sustentável”. Não doeu nada.
Uma vez de volta ao Brasil, eles simplificaram a estrutura que os
cercava, cortaram uma lista enorme de itens supérfluos, reduziram
assim os custos fixos e, mais leves,  tornaram-se mais portáteis (este
ano, por exemplo, passaram mais três meses por aqui, num apê ainda
mais simples). Por que estou contando isso a vocês? Porque o resultado
desse experimento quase científico feito pelos pais é a prova concreta
de uma teoria que defendo em muitas conversas com amigos brasileiros:
o nababesco padrão de vida almejado por parte da classe média alta
brasileira (que um europeu relutaria em adotar até por uma questão de
princípios) acaba gerando stress, amarras e muita complicação como
efeitos colaterais. E isso sem falar na questão moral e social da coisa.
Babás, empregadas, carro extra em São Paulo para o dia do rodízio
(essa é de lascar!), casa na praia, móveis caríssimos e roupas de
marca podem ser o sonho de qualquer um, claro (não é o meu, mas quem
sou eu para discutir?). Só que, mesmo em quem se delicia com essas
coisas, a obrigação auto-imposta de manter tudo isso – e administrar
essa estrutura que acaba se tornando cada vez maior e complexa – acaba
fazendo com que o conforto se transforme em escravidão sem que a
“vítima” se dê conta disso. E tem muita gente que aceita qualquer
contingência num emprego malfadado, apenas para não perder as mordomias da vida.
Alguns amigos paulistanos não se conformam com a quantidade de viagens
que faço por ano (no último ano foram quatro meses – graças também, é
claro, à minha vida de freelancer). “Você está milionária?”, me
perguntam eles, que têm sofás (em L, óbvio) comprados na Alameda
Gabriel Monteiro da Silva, TV LED último modelo e o carro do ano
(enquanto mal têm tempo de usufruir tudo isso, de tanto que ralam para
manter o padrão).
É muito mais simples do que parece. Limpo o meu próprio banheiro, não
estou nem aí para roupas de marca e tenho algumas manchas no meu sofá
baratex. Antes isso do que a escravidão de um padrão de vida que não
traz felicidade. Ou, pelo menos, não a minha. Essa foi a maior lição
que aprendi com os europeus — que viajam mais do que ninguém, são
mestres na arte do savoir vivre e sabem muito bem como pilotar um
fogão e uma vassoura.
PS: Não estou pregando a morte das empregadas domésticas – que
precisam do emprego no Brasil –, a queima dos sofás em L e nem achando
que o “modelo frugal europeu” funciona para todo mundo como receita de
felicidade. Antes que alguém me acuse de tomar o comportamento de uma
parcela da classe média alta paulistana como uma generalização sobre a
sociedade brasileira, digo logo que, sim, esse texto se aplica ao pé
da letra para um público bem específico. Também entendo perfeitamente
que a vida não é tão “boa” para todos no Brasil, e que o “problema”
que levanto aqui pode até soar ridículo para alguns – por ser menor.
Minha intenção, com esse texto, é apenas tentar mostrar que a vida
sempre pode ser menos complicada e mais racional do que imaginam as
elites mal-acostumadas no Brasil.

E quem não for aos próximos Out Jazz em Lisboa é perneta e cheira mal dos pés. É já este Domingo!

Já viram os gajos giros e as miúdas giras atrás? Ah pois é, depois não digam que eu não avisei!

Foi o remate final PERFEITO dumas férias perfeitas. Se não aproveitarem o cartaz e as oportunidades é porque são todos uns bacocos sem noção das melhores coisas que se fez nesta cidade fabulosa que é Lisboa.
Está tudo aqui, agora é só aproveitar e muito, que ainda por cima é GRÁTIS!

O OutJazz nasceu em 2007 para chamar a música aos Jardins da Cidade de Lisboa. Em parceria com a Câmara Municipal e a Egeac, de Maio a Setembro, a NCS dinamiza os espaços verdes mais emblemáticos da capital com um ciclo de concertos de jazz. Com uma oferta musical muito eclética, o OutJazz reúne natureza e cultura urbana, à volta da música contemporânea. Uma forma única de convocar a cidade aos seus jardins e promover cultura, ambiente e bem-estar. Cinco meses, vinte e dois domingos, mais de cem artistas, em cinco jardins de Lisboa. Todos os domingos de Maio a Setembro, das 17h00 até ao cair do sol, grupos de jazz e um dj vão difundir as notas da sofisticação e da liberdade entre as folhas, os puffs e o sol dos mais especiais jardins de Lisboa.Às sextas-feiras a partir das 18h00 também há música em outros locais da cidade. Consulta o programa em baixo.

Preciso de dicas pros spots que se seguem, ó fais favô! Very importante!

Pessoal, vou fazer uma rota de carro pela Europa que será mais ou menos isto:

Primeira semana – Estrasburgo + Suíça + Áustria + Hungria (Budapeste)
Segunda semana – Croácia + Bósnia
Terceira semana – Itália (de Bari a Veneza, sempre pela costa) + Munique + Luxemburgo.
 
Gostava imenso que me dessem dicas sobre coisas imperdíveis em cada um destes Países. Aquelas coisas mesmo MUST DO, MUST GO, MUST SEE. 
Para Munique e Lux não é preciso, mas para o resto agradeço todas as dicas que me possam dar sobre hotéis baratinhos (que aceitem cães, que aqui a garota Petzi vai comigo, que isto há que ser dona todos os dias, não é só nos feriados!), parques de campismo (odeio, mas vai ter que ser que senão é mto guito pela janela), restaurantes, tudo o que quiserem comentar: é à buntade!!
Não há cá ninguém a passar que viva em Itália? Podem comentar que eu não mordo! Dicas sobre Pescara, Ancona, Bari, Bolonha e Veneza, são HIGHLY apreciadas.
E sobre a Bósnia e sobre a Suiça também, trés merci!
MUITO obrigada!!
Sofia

Acham que Angola é uma boa opção? parte II

Antes que fritem, não tenho qualquer intenção de ir viver pra Angola. Mas tenho amigos que vão. Que mais não seja por desespero porque há uma família para alimentar e é o melhor que conseguiram.
O que eu quero é dizer-lhes que há algo para além do dinheiro, por isso vejam lá se ajudam nos prós, sim? E dizer que faz sempre sol não vale.
Obrigada 🙂