Levei exactamente 10 minutos para comprar as 3 prendas de Natal deste ano.
Tá o tasco fechado pra presentes, olarilas!
I love when a plan comes right!
Balanço
Uma mala
Uns sapatos
Um vestido
Um casaco de malha grosso
Duas camisolas de gola alta
Esta cidade dá-me cabo da carteira, mas eu gosto.
Porque é que devemos ir de férias.
Estou plenamente de acordo com esta Senhora que está coberta de razão.
According to a recent Rasmussen report, only 46% of workers plan to take all of their vacation this year. That means that 54% of employees are leaving vacation days unused. Are you one of them? If so, here are five great reasons why you should take all your vacation:
1. You earned it. It’s a benefit. It’s worth money. You might be surprised that last year Expedia estimated there would be 436 million unused vacation days in 2009 and valued that at $63.33 billion. (I’ll do the math for you – that’s at an hourly rate of $18. Your vacation days may be worth far more than that.)
5. You need a break. If you can’t take a sabbatical, at least take your vacation! Oh – and when you do take that break, resist the urge to spend all day on your laptop, your blackberry, your cell phone… you get the idea.
Também não percebo puto de política
Os nossos políticos são tão feiinhos… cruzes.
Eu não percebo puto de futebol e como se nota!
Hoje é o Barça-Real Madrid.
Eu nem gosto muito do Real, o Barça também não me aquece nem arrefece, mas gosto de ver o Mourinho ganhar, e “num é por o home” ser jeitoso, até porque giro giro é o André Villas-Boas. Bom, mesmo mesmo bom. Se calhar é dos ares do Norte, uf uf!
Trauma
Quando era miúda vi alguns episódios da Heidi, outros do Dartacão, outros do Tom Sayer, outros do Marco, outros da Candy Candy, nunca segui completamente as séries por uma única razão: não tenho vocação p’ra sofrer. Rais parta esta gente que põe logo as Mães e os Pais e todo e qualquer tipo de família simpática, a morrer no início dos desenhos, Só ficam os filhos da puta, os bonzinhos: nunca! Estúpidos dos Japoneses e dos problemas emocionais que trazem à vida dos outros. Chatos.
(estão a dar desenhos na TV e logo no início do episódio assassinaram a Mãe e o Pai do Ratinho e pimbas, ceifaram a irmã de exaustão. Fenix, que depressão de desenhos!)
Boa semana
Cenas do meu Pai
Quando ouço o meu Pai ao telefone com os assistentes da TV Cabo penso para comigo que espero que lhes estejam a pagar muito bem pra aturar malta mouca e impaciente, and let’s not mention a falta de capacidade extrema para mexer em qualquer tipo de mecanismo, nem que seja um controlo remoto. A capacidade descritiva do mê Paizinho é de deixar qualquer um em êxtase, o que vale é que a TV Cabo encravou na SIC Radical, sempre posso ver alguma coisinha de jeito. É que a continuar assim, o homem do lado de lá (que é o Ó amigo!) ainda nos corta a TV por incompetência do espectador.
Deolinda – eu (ainda não) tenho um melro
Melro é uma expressão que o meu Pai usa muito pra falar de “namorados” ou “rapazes”: quem é aquele melro? Ah, ela tem lá um melro! Ela foi aos melros!
E esta música lembra-me o meu Pai e o meu Avô.
A culpa é da Elsa que me lembrou dos Deolinda, e hoje tou nesta…
Aqui há um mês atrás, talvez, passei um dos dias mais giros e mais simples que já tive em Amsterdão.
Fui às compras com a Tuxa para ir a um casamento, coisa fixe porque além de bom gosto, ela gosta de se despachar nas lojas como eu. Foi sempre a abrir e comprei pouco e acertado. Fui uma brasa pro casamento, é o que vos digo!
Depois fomos ter com o meia-laranja dela, bebemos uma cervejinha, descansamos um bocadinho e fomos ter com mais um molho de amigos que estavam à nossa espera para jantar. A Tuxa não teve muita sorte com o prato dela, mas eu lambi os beiços com o meu, e fui refasteladinha com a malta ver Deolinda. SÓ éramos TRÊS FILAS de amigos e conhecidos, cada fila com 10 pessoas, mais ou menos.
O concerto é giro. Porque a Ana Bacalhau é uma pessoa gira. Não foi um concerto que me fizesse delirar, mas foi um serão MUITO bem passado.
Fechei os olhos ao ouvir esta música e desde ontem que ela não me sai da cabeça.
Neste dia senti-me em casa. Senti-me quentinha por dentro e senti muito orgulho na minha língua, só que não senti saudades. Senti conforto. Acho que essa é a palavra. Senti-me muito confortável, como quando se está alapado no sofá de casa dos Pais no Natal. É isso.
Tipo isto
Acabo de ver que dentro de aproximadamente DOIS dias vai abrir uma Massimo Dutti EM FRENTE À MINHA CASA em Braga.
Tipo, são 50 passos.
E fica mesmo no caminho da minha Mãe.
Tipo, nem tenho que ter trabalho a ir lá.
Vou ser tão feliz este Natal e no resto dos dias do ano também.
Tipo, estão a imaginar a época de saldos? Vai ser a loucura, Oh God.
O tipo em todas as frases também vos faz sentir que estão a ficar lerdos da mona, ou é só a parte de ser sexta-feira à noite, estar um frio do car@lho e sentir que se precisa dum gajo pra arroxar ao pé da lareira? Deve ser a segunda.
Tipo…

