Porque é que devemos ir de férias.

 Estou plenamente de acordo com esta Senhora que está coberta de razão.

You still have vacation days to take. For some of you this might be just a couple of days – for others it might be weeks. But there are only four weeks left in 2010 and time is running out.

According to a recent Rasmussen report, only 46% of workers plan to take all of their vacation this year. That means that 54% of employees are leaving vacation days unused. Are you one of them? If so, here are five great reasons why you should take all your vacation:

1. You earned it. It’s a benefit. It’s worth money. You might be surprised that last year Expedia estimated there would be 436 million unused vacation days in 2009 and valued that at $63.33 billion. (I’ll do the math for you – that’s at an hourly rate of $18. Your vacation days may be worth far more than that.)

2. It won’t change your annual appraisal. I have news for you – most management teams complete their performance discussions before the holidays (because they plan to be on vacation). Unless you are in sales and need to make quota for the quarter, or you discover a technology that solves world hunger, chances are your bottom line won’t change because you took some time off over the holidays.

3. Your boss won’t notice. The truth is, unless you’ve specifically been asked to provide coverage, no one will notice. And consider this – if you are the only one working, then you’re also the only one to blame when something goes wrong. You might be a martyr, but you won’t be a hero.

4. It costs the company money. If you happen to work in a company that still allows vacation days to be carried over from one year to the next, this costs the company money. Whatever days you defer have to be carried as a liability, and when you do “cash them in” they will cost more than they do today.

5. You need a break. If you can’t take a sabbatical, at least take your vacation! Oh – and when you do take that break, resist the urge to spend all day on your laptop, your blackberry, your cell phone… you get the idea.

Trauma

Quando era miúda vi alguns episódios da Heidi, outros do Dartacão, outros do Tom Sayer, outros do Marco, outros da Candy Candy, nunca segui completamente as séries por uma única razão: não tenho vocação p’ra sofrer. Rais parta esta gente que põe logo as Mães e os Pais e todo e qualquer tipo de família simpática, a morrer no início dos desenhos, Só ficam os filhos da puta, os bonzinhos: nunca! Estúpidos dos Japoneses e dos problemas emocionais que trazem à vida dos outros. Chatos.
(estão a dar desenhos na TV e logo no início do episódio assassinaram a Mãe e o Pai do Ratinho e pimbas, ceifaram a irmã de exaustão. Fenix, que depressão de desenhos!)

Cenas do meu Pai

Quando ouço o meu Pai ao telefone com os assistentes da TV Cabo penso para comigo que espero que lhes estejam a pagar muito bem pra aturar malta mouca e impaciente, and let’s not mention a falta de capacidade extrema para mexer em qualquer tipo de mecanismo, nem que seja um controlo remoto. A capacidade descritiva do mê Paizinho é de deixar qualquer um em êxtase, o que vale é que a TV Cabo encravou na SIC Radical, sempre posso ver alguma coisinha de jeito. É que a continuar assim, o homem do lado de lá (que é o Ó amigo!) ainda nos corta a TV por incompetência do espectador.

Deolinda – eu (ainda não) tenho um melro

Melro é uma expressão que o meu Pai usa muito pra falar de “namorados” ou “rapazes”: quem é aquele melro? Ah, ela tem lá um melro! Ela foi aos melros!
E esta música lembra-me o meu Pai e o meu Avô.

A culpa é da Elsa que me lembrou dos Deolinda, e hoje tou nesta…
Aqui há um mês atrás, talvez, passei um dos dias mais giros e mais simples que já tive em Amsterdão.
Fui às compras com a Tuxa para ir a um casamento, coisa fixe porque além de bom gosto, ela gosta de se despachar nas lojas como eu. Foi sempre a abrir e comprei pouco e acertado. Fui uma brasa pro casamento, é o que vos digo!
Depois fomos ter com o meia-laranja dela, bebemos uma cervejinha, descansamos um bocadinho e fomos ter com mais um molho de amigos que estavam à nossa espera para jantar. A Tuxa não teve muita sorte com o prato dela, mas eu lambi os beiços com o meu, e fui refasteladinha com a malta ver Deolinda. SÓ éramos TRÊS FILAS de amigos e conhecidos, cada fila com 10 pessoas, mais ou menos.
O concerto é giro. Porque a Ana Bacalhau é uma pessoa gira. Não foi um concerto que me fizesse delirar, mas foi um serão MUITO bem passado.
Fechei os olhos ao ouvir esta música e desde ontem que ela não me sai da cabeça.

Neste dia senti-me em casa. Senti-me quentinha por dentro e senti muito orgulho na minha língua, só que não senti saudades. Senti conforto. Acho que essa é a palavra. Senti-me muito confortável, como quando se está alapado no sofá de casa dos Pais no Natal. É isso.

Tipo isto

Acabo de ver que dentro de aproximadamente DOIS dias vai abrir uma Massimo Dutti EM FRENTE À MINHA CASA em Braga.
Tipo, são 50 passos.
E fica mesmo no caminho da minha Mãe.
Tipo, nem tenho que ter trabalho a ir lá.
Vou ser tão feliz este Natal e no resto dos dias do ano também.
Tipo, estão a imaginar a época de saldos? Vai ser a loucura, Oh God.
O tipo em todas as frases também vos faz sentir que estão a ficar lerdos da mona, ou é só a parte de ser sexta-feira à noite, estar um frio do car@lho e sentir que se precisa dum gajo pra arroxar ao pé da  lareira? Deve ser a segunda.
Tipo…