ele é muito boa pessoa, ‘tadito. Mas é tãooo chatinho.
E porque é que eu gostei mesmo do moçoilo?
E se ele vem praqui querer traduzir tudo? Tenho que escrever assim fanhoso, com letras e cenas e coiso que ele não catrapisque nem no google.
Dizia eu, o gaijo é melga. Sabe sempre toneladas de coisas a mais que todos nós juntos.
É daqueles tipos, como dizia um amigo meu, que é só abrir a boca e estamos a levar com uma enciclopédia nos cornos! Toma lá com o volume de I a K!
Bonzinho comó milho, graças a Deus. O “home” era um monumento à humanidade.
Metro e 88 de six pack em punho.
Nunca fazia nada que não fosse controlado. Não conheço pessoa com maior auto-controlo. Verdadeiramente impressionante.
Ora aí tá uma coisa que me dá na nervoeira que é aquele people (ai que isto de fazer coiso e tal pro google translator não se armar em bom dá-me uma trabalheira … apre) que não sabe ser espontâneo. Regra geral é a malta do: ah e tal, aqui não que parece mal. Ah e tal, fizeste isso? Que horror! O que é que os outros vão pensar? Ah e tal, que giro, mas eu nunca faria uma coisa dessas! Ah e tal, que vergonha!
Esse gangue é aquele que reúne a maior quantidade de gente inadaptada que conheço e que não sabem o quão bom é atirarmo-nos duma pedra com mais de 5 metros de altura, sem rede, mesmo que borradinhos de medo porque alturas não é o nosso forte.
Gente com medo de mudar, de arriscar, de fazer.
Este só foi pra China depois de lhe mandar um pontapé naquele cú que até rodopiou em duplo. Foi quase à pancada que alugou a porcaria da casa e vendeu o carro.
E quando teve que decidir, foi ao tio-ao tio, ó Sofia, que é que eu faço? IDE! IDE Senhoreee!!
Vai com Deus filho, e vai pela sombra.
Porque é que eu andei contigo mesmo? Eu que sempre abominei panacas, diz-me lá o que é que me passou pela mona?! Se não fosses tão boa pessoa, (porque és, lá isso és) ias ver!
Ah! Já sei!
Honesto. Eras (e és) honesto e sincero. Chatinhoooo, só que sério. O sentido de humor era assim… diferente. Não é mau, é diferente.
Como e porque é que andamos com pessoas, gostamos delas, e depois olhamos p’ra trás e perguntamos a nós próprios: sobre que efeito de que droga andaria eu?
O amor não é cego. O amor é estrábico!