Inspire, Expire

 Foi mesmo assim que eu me senti quando tomei algumas decisões mais sérias esta semana. A partir do momento em que as pus em prática invadiu-me uma paz que não tem explicação.
As insónias desapareceram, a agressividade foi embora, senti-me mesmo bem. Acho que é mesmo porque fazia sentido, não porque tivesse que ser.
(nunca li nada da Alexandra Solnado, mas achei este texto num blog perto e achei just perfect)

Existe uma paz que só se alcança quando as decisões que tomas são as mais correctas. Mais correctas para ti, naturalmente. Normalmente, a maioria das pessoas toma as decisões baseadas na ideia do «tem de ser», «não há outra hipótese» ou «tenho mesmo de fazer isto».

São decisões empurradas pela mente, pelo ego controlador e sinistro, que foge da tua alma pois tem medo da força que ela tem. Volto a dizer – as decisões quando são tomadas respeitando a energia original têm uma força tremenda.

Porque tudo está no seu lugar quando uma pessoa se respeita, quando uma pessoa sabe que o que é melhor para si pode não ser o melhor para os outros. Sempre que tomares uma decisão, faz o seguinte: nem que seja por um segundo, fecha os olhos e sente o teu peito. Mais do que isso. Sente a tua intuição.

Às vezes o peito sofre com as decisões que a nossa intuição nos diz que temos de tomar. Sente a tua intuição. Há paz? Há coerência energética? Há aquele sentimento tão antigo de que «tudo está no seu lugar»? Se sim, está certo. É a tua decisão mais acertada. Se não, já sabes o que tens de fazer.

Alexandra Solnado

Colei!

Trabalho baseado no reaproveitamento de embalagens, essencialmente de plástico. Em conjunto com outros materiais, principalmente têxteis, são criados acessórios de uso quotidiano. São peças de produção artesanal o que faz de cada peça, uma peça única.

Todas feitas pela Patrícia Ferro Martins no blog dela: http://handmadeproducs.blogspot.com/

Eu vi-me à rasca pra escolher uma pra colocar aqui, por isso deixo-vos o albúm inteiro. São F-A-N-T-Á-S-T-I-C-A-S e mostram que em Portugal HÁ criatividade e excelentes artistas.

(PS: eu nunca vi a Patrícia nem mais gorda nem mais magra, nunca falei com ela e não sei a que soa o espirro dela.)

(PS2: é agradecer o link do blog à Tuxa que é uma máquina do google it 🙂 )

Um dia a minha casa vai ser assim

Não há nada melhor que “os meus putos“.
Ninguém me deixa tão contente como eles.
Mais ninguém me ouve dizer tantas vezes: gosto mesmo muito de ti.
São aqueles que fazem o meu coração transbordar de amor, amor a sério, daquele amor de entrega total, aquele sem reservas que no dia a dia sou tão récia a usar. Com eles não há muro nem muralha, nem castelo que se consiga defender dum ataque de meladice ternurenta. (pirosa!)
Ontem uma delas fez anos e telefonei pra dar um beijinho. Ela que é a que diz sempre “detesto cenas lamechas”, “não sou nada de abraços e muito contacto”, é a que abraça mais forte na hora H. Ontem quando lhe disse: sabes que gosto muito de ti, não sabes? E ela riu-se e ficou toda encavacada, e deu mesmo pra perceber que no espaço dum segundo a felicidade lhe entrou pelo ouvido, passou direitinha ao coração e subiu em forma de gargalhada. E eu ganhei o dia. E a semana. E o mês!
Como sou uma sôfrega, tentei ainda falar com uma das minhas meninas favoritas, mas não consegui porque não se ouvia um caroço. E “ao acordar de manhã, vi um sol grande e bonito” e um sms que dizia: Sofia! Que alegria! Hoje vou dormir mais contente porque me ligaste!
E oh pá, o meu coração quase que arrebenta de saudades e em 3 segundos passam aqueles flashes do “mas porque é que tenho que estar tão longe?!?!” e depois lembro-me do meu lema de “longe mas perto” e aguardo pacientemente pela hora a que posso telefonar pra dar um alô e saber das novidades.
Se eu pudesse adoptava-os assim em barda, era logo um grupo de 12! Strau!!
Lembram-se duma telenovela que dava quando nós éramos miúdos com um tipo que era surfista e tinha uma casa cheia de filhos adoptados e todos adolescentes? Chamava-se Top Model e entrava a Malu Mader e a música principal do casalinho era o “Right here, waiting for you” do Richard Marx, e a Hey Jude, mas em brasuca, e eu achava aquilo o máximo e chorava e tudo e hoje quando a ouço só não vomito porque aos nossos tempos de adolescente perdoa-se tudo.

 

Um dia vou ter uma casa assim! Um dia vou poder trazer pra minha casa “os meus putos” e tê-los todos à mesa a falar ao mesmo tempo, uns por cima dos outros e poder abraçá-los quando eu quiser e beijá-los quando eu quiser e mandar vir com eles quando eu quiser, e apoioá-los tanto quanto puder e acordá-los logo de manhã com um: diz que me adoras!
Eu adoro-te!!!
(Piroooosa!)
Hoje acordei assim, irreversivelmente de bem com o mundo e de coração cheio.

R.I.P.

Há 10 minutos atrás soube que um dos meus Colegas de trabalho foi encontrado morto em casa esta manhã. Na semana passada foi ele que me fez rir porque fez de conta que se escondia (a rir) ao ver-me passar, naquela do: por favor, não me venhas pedir trabalho. E fez-me sorrir porque foi um gesto que os meus Colegas Portugueses que me apreciavam faziam muito, e cá nunca ninguém o tinha feito. Fez-me “sentir em casa”. E hoje, do nada, já cá não está. Somos tão pequeninos. Somos tão frágeis. E eu não lhe agradeci por me ter feito sentir que estava entre amigos. Rest in peace Chris.

Chapéus de chuva há Muitos!

A próxima Missão da Marar: 
Chapéus de chuva há Muitos 
vai ser um momento mágico que não vais querer perder!
Vamos divertir-nos e animar as ruas de Lisboa. Nem o mau tempo nem a chuva nos vão parar!
Prepara-te para duas horas de criatividade enroladas em guarda-chuvas.
Data e hora: dia 13 de Novembro às 16h.
Ponto de Encontro: Praça do Martim Moniz, no meio da praça (Procura por um grande chapéu-de-chuva com o arco-íris!)
Material necessário: o guarda-chuva mais colorido e engraçado que tiveres, além de entusiasmo típico destas missões maradas.
Inscreve-te na missão através do email: chuva@marar.eu
Caso haja alguma alteração no horário ou local devido a factores que não controlamos, só informaremos os agentes inscritos pelo email indicado.
Se ainda não conheces o estilo divertido do Todos A Marar podes ver outras missões como a Almofadada, a Paradinha e o Bang!
Até lá!

O Cromo

O Nuno Markl não é um cromo, é o O cromo.

No fim de semana passado fui a Lisboa.
No Domingo, na volta, sozinha sem a minha Petzi, aborrecida que nem uma ostra, passei na livraria do aeroporto e vejo o livro “Caderneta de Cromos”.
Lembrei-me duma amiga que pediu ao Pai pra lhe comprar os cromos na FNAC (enquanto há porque a edição é limitada) porque ela vive cá na Holanda, e de ter comentado o espanto do Pai por ela estar a pedir tal coisa, afinal de contas: são cromos!
Pra ela pedir ao Pai, tem de ser bom.
Na contra capa dizia: a enciclopédia definitiva sobre o que tanto nos deliciava nos anos 70 e 80.
Strauuuu!
Foi tiro certo ao meu coração de saudosista. Afinal vale a pena ter mais de 30 anos pá!
Quinze aéreos que custava o dito. Baratinho. Outro tiro certo.
E penso: isto é altamente pra um dia explicar ao meus filhos como é que isto era “no meu tempo”!
Abro e começo a ler uma história sobre os granizados Fá. Em plena livraria começo a rir. No autocarro (que deixa sempre os nossos turistas extasiados, como se estivessem a regressar de Cuba) continuei à gargalhada.
Mas o cúmulo foi, de repente, ouvir o meu vizinho do lado a rir. E não sorria docemente, gargalhava ao mesmo tempo que eu. Sim, ele estava a ler o livro por cima do meu ombro e ao mesmo tempo.
Fomos os dois a partilhar histórias de infância durante o vôo. Para não variar, não faço puto de ideia do nome do homem. Ri até me doer o estômago. Foi a viagem mais divertida que já fiz.
Todas as noites durante 4 dias li o livro antes de me deitar. Daquele livro vêm memórias e uma boa disposição e energia francamente boas.
Um amigo falou-me dos podcasts da Caderneta. Eu nem sabia o que era um podcast!
Hoje no iTunes vejo como recomendado (e grátis!) os podcasts da Caderneta de Cromos.
Foi um vê se te avias! Desatei a despejar o que podia para a oitava maravilha do mundo que é o meu iPod (ah comprinha abençoada caramba! Nunca dei tanto uso a uma engenhoca, nem ao telemóvel!).
Graças aos amigos, na viagem ao Luxemburgo, descobri que o meu carro permitia ligar o iPod ao rádio.Ultimamente tem sido um fartote de audiobooks e as minhas viagens nunca mais foram um tédio.
Hoje foi A descoberta: iPod carregado de “cromos”, ligado al coche e a bombar como se estivesse no trânsito matinal, e eu à gargalhada até casa.
Já ouviram o cromo da fotografia de passe? Em que o Markl confessa que lhe tiraram uma foto de passe fabulosa quando tinha 14 anos, foto essa de que as colegas diziam “até pareces giro na fotografia” e que passava horas em casa a “treinar a expressão” da foto, até que uma colega de manhã quando o viu na escola lhe pergunta: ouve lá, mas isso é sono ou tás drogado?!
Felicidade, total bliss, é o que é.

Vai nevar

É a previsão de tempo pra próxima semana. NEVE!

NEVE!!

NEVE!!!

NEVE!!!

NEVE!!!

NEVE!!!

este Inverno é previsível que seja mais frio (ainda) que o do ano passado.

ARE YOU CRAZY?!?!?!

Nope, é mesmo:

NEVE!!!

Het weer van maandag 18 oktober

Vanmiddag en vanavond zwaar bewolkt met lichte regen of motregen, bij een maximumtemperatuur tussen de 11 en 13 °C. De wind is matig, kracht 3 uit ZW. In de avond zwak tot matig, kracht 2-3.
    vandaag morgen wo 20 okt. do 21 okt. vr 22 okt. za 23 okt.
    vrij veel bewolking bewolkt en af en toe regen bewolkt en een enkele lichte bui zwaar bewolkt met lichte regen of motregen bewolkt en een enkele lichte bui zwaar bewolkt en kans op buien
Temperatuur temperatuur 12 -2 13 8 9 3 9 2 11 4 13 6
Zonneschijn zon 45% 50% 60% 35% 40% 30%
Kans op regen neerslag 90%
0mm
90%
8mm
90%
44mm
85%
13mm
85%
5mm
70%
5mm
Wind verwachting wind 3Windrichting ZW 3Windrichting W 3Windrichting NW 3Windrichting W 3Windrichting W 3Windrichting ZW

Não penses mais nisso que o que lá vai já deu o que tinha a dar

Tira a mão do queixo não penses mais nisso
O que lá vai já deu o que tinha a dar
Quem ganhou ganhou e usou-se disso
Quem perdeu há-de ter mais cartas pra dar
E enquanto alguns fazem figura
…Outros sucumbem á batota
Chega a onde tu quiseres
Mas goza bem a tua rota
Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Todos nós pagamos por tudo o que usamos
O sistema é antigo e não poupa ninguém
Somos todos escravos do que precisamos
Reduz as necessidades se queres passar bem
Que a dependência é uma besta
Que dá cabo do desejo
A liberdade é uma maluca
Que sabe quanto vale um beijo