Que tempo fofinho!

Depois de acordar ontem e levar com um feels like -6 pela tromba, hoje os -4 até me parecem outono…or maybe not!

Hoje saí de trabalhar às 4 e meia porque não me sinto bem, em dois dias consegui ficar doente. Rais parta, quem me manda a mim ter saudades dos meus amigos que cá vivem e ir jantar a casa deles no meio de temperaturas negativas? Espero estar fina amanhã, que isto assim não tem graça nenhuma.
Agora vou parar de teclar no telemóvel antes que me caiam os dedinhos ao chão de tãooo congelados.

Magnífico texto!

Ipsis verbis, eu não consigo explicar melhor que a Agnes:

Além disso, lamento que assim seja, mas nem todos os sítios podem oferecer os mesmos sonhos. Se eu quiser ser actriz de Hollywood se calhar o melhor que tenho a fazer é ir para os Estados Unidos. Ou se quiser ser astronauta da NASA. Não há nada de errado em querer alcançar os nossos sonhos e sentirmo-nos realizados com o que fazemos, mas é preciso perceber que isso nem sempre pode acontecer à porta da casa onde vivemos desde sempre. E aos meus amigos que se queixam de não poderem voltar ao país que os viu crescer… vocês são uns privilegiados, pá, o que vos move não é a necessidade mas sim a ambição, e não é preciso pedir desculpa por isso. Só não me venham com histórias, sim?

Diário da viagem ao Vietname & Camboja – DAY 3 – Singapura – dia 2

10 de Novembro de 2014, Singapore

Marina Bay
Uma arquitectura esplendorosa.
Limpo, tudo muito limpo e sem marcas. Tudo muito novo e avançado, uma espécie de 1984, super controlado, big brother is watching you, o dito melting pot, com gente do mundo inteiro, raças e credos num caldeirão.
Gostei muito, mas de passagem. Muitas Chanel, Louis Vuittons, um mundo à parte.
Chegados a Ho Chi Minh, eis que surge o primeiro contratempo: nāo temos visto de entrada.
Devíamos ter pedido um antes de vir. Foi pobre a preparação, e embora tivéssemos tentado saber como é que os vistos de entrada funcionavam, entendemos mal quando lemos que é entregue no aeroporto.
É entregue, mas antes há que pedir uma approval letter. Resultado: fomos obrigados a arrotar 120 euros e foi se quisemos.
Roubadíssimos, mas paciência! Ninguém nos mandou ser burros.
Embarcamos a correr pra Phu Quoc Island e agora que cá estamos, vamos precisar doutro visto de entrada no Vietname e é se queremos, são mais 60 euros.
Há vistos de single entry e de multiple entry. Se quiserem fazer o mesmo e entrar e sair do Vietname, peçam multiple entry, e no www.myvietnamvisa.com mas ANTES de virem.
Enfim, não morreu ninguém, ninguém se magoou, é só dinheiro.
Mas não havia necessidade!

Highlights
Arrotar 120 euros pra entrada no Vietname
Marina Bay em Singapura
Fotos com o monge Budista no meio duma tempestade
As lulas fritas ao jantar em Phu Quoc Island
A casa da Marta & do Rui
O jet lag que nunca mais passa!

Marina Bay Center sobre um céu bem carregado.

I was there, in Singapore

Marina Bay Center
PS: Adoro esta foto

Marina Bay Center

Marina Bay Center

O monge

Ventoinhas públicas solares

Phu Quoc Island

Diário da viagem ao Vietname & Camboja – DAY 2 – Chegada a Singapura

9 de Novembro de 2014, Singapore

Aterramos por volta das 6 da tarde locais, e por recomendação apanhamos um taxi pra casa da Martinha e do Rui. Esperava-nos uma humidade e calor brutais, e uma cerveja gelada e um abraço apertado.
Conversamos, tomamos um banho rápido e fomos jantar spicy crab, my favorite desde que experimentei ginger crab na Malásia.
Jantamos lindamente no Jumbo Crab e quase tivemos um pequeno colapso quando vimos a conta. Nós íamos todos lançados pra pagar a conta aos nossos anfitriões e diz a Marta: Sofs, é melhor fazer à Holandesa, divide-se por quatro.
Martinha, deixa lá isso, não pode ser assim tanto.
300 Sing $
200€?!?!
Dasse, nem sobremesas pedimos, nem entradas….
Welcome to Singapore!!!
Eu sei perfeitamente que é a segunda cidade mais cara do mundo, mas os taxis foram muito baratos, induziu-me em erro.
Bastante mais leves no bolso, voltamos pra casa pra por o resto da conversa em dia. Soube a pouco, uma noite não é tempo nenhum de visita que se aproveite, mas voltarei proximamente com mais tempo.
E o jet lag? Bateu…bateu… Eram 4 da manhã e eu de olho aberto…. not an easy one!

Highlights
A conversa posta em dia com a minha Martinha!
A casa da Marta & do Rui
O spicy crab
Jet lag on the rocks

Diário da viagem ao Vietname & Camboja – DAY 1 – Partida, largada, fugida!

8 de Novembro de 2014, Portugal

Ainda não tinhamos saído do aeroporto e já tinhamos aviado duas imperiais. Cheira-me que vou andar alcoolizada a viagem toda… Not a problem :))
A selecção de filmes da Lufthansa era um bocadinho merdosa, mas deu pra ver o Boyhood, com o Ethan Hawke e a Patricia Arquette. Inacreditável como levaram 12 anos a filmar este filme só pra poderem acompanhar a adolescência destes dois
miúdos, muito bom.
Seguiu-se o Woddie Allen e o fading Gigolo, igualmente bom, com a Sharon Stone e a Sofia Vergara e o John Turturro. O sono venceu-me e aterrei a dormir. Odeio dormir em avioes, nao ha posição possível! Estou toda partida, mas o jet lag não vai vencer.

Highlights
Boyhood
Fading Gigolo
Dormir 5 horas num avião
A cotovelada na tromba que levei do cabrão do Francês ao meu lado

And I’m back! E só pra abrir as hostilidades, em vez de falar do Sócrates (it made me sooo happy!), vou mostrar os do’s and don’t dos Holandeses

1) Do not be late.  Ever.  For anything. Under any circumstances.  Not even if you call ahead. Really, seriously.  Don’t be late.

2) Do not “just drop in”; do not “just come by”, do not expect that, if you see someone you know out and about, that you will be invited to join their table.  It is not exactly a faux pas to invite somebody to join yours; but they will look at you funny and visibly recall that you are foreign.  Do not expect to be fed when invited over unless food is specifically mentioned.

3) Do not cancel, ever.  Please see #1.  For this one you may be forgiven if you are actually in hospital.

4) Do not use hyperbole.  Spontaneous compliments are also likely to startle the person you are complimenting and people literally do not know what to do with them..

5) Do not start a conversation by asking what people do for a living.  Instead, ask them what they did on their last vacation.  Or what was their favorite vacation.  

6) Do not touch people.  They don’t like it in general; or it will be interpreted as a come-on. (Be warned about flirting; Dutch men at least are likely to take you rather more literally than you might expect.  I never flirted with Dutch women so I can’t tell you). 

7) Shake hands when you meet somebody and say your name.  Look everybody in the eye, all the time.  The eye contact thing in Holland is a thing you get used to; it is hard to lose the impression that you are being stared or glared at.

8) If you are walking down the road and you hear a ringing sound behind you, it’s a bike.  Get the hell out of the way.  They will in fact kill you.

9) That crowd of people at the cash register is actually a line.  Do not walk through the crowd to pay, they might kill you for that, too.

Daqui.

Pros dias em que nos sentimos o monstro das bolachas

Li isto no Cup of Jo e achei espectacular, tinha de partilhar:

It doesn’t make sense to call ourselves ugly, because we don’t really see ourselves. We don’t watch ourselves sleeping in bed, curled up and silent with chests rising and falling with our own rhythm. We don’t see ourselves reading a book, eyes fluttering and glowing. You don’t see yourself looking at someone with love and care inside your heart. There’s no mirror in your way when you’re laughing and smiling and happiness is leaking out of you. You would know exactly how bright and beautiful you are if you saw yourself in the moments where you are truly yourself.

Um bocado à americana, mas gostei de ler.

Agora vou ali fazer a mala pro “Bietname” e já “bolto”

Ask Polly: Why Don’t the Men I Date Ever Truly Love Me?

“And look, you’d also feel more alive and less worried if you felt comfortable with simply being GOOD. Because even the ladies who step right in line and aim to please, they have lots of spark, if that’s what makes them happy. YOU WANT MORE THAN THAT. The lack of spark within you comes from the conflict between WHO YOU TRY TO BE and WHAT YOU REALLY WANT FOR YOURSELF. You want more. You act like you don’t want more, you act like you’re satisfied, but in fact, you want a lot more.”