Coisas que abomino

1) Que me chamem de “minha cara” ou “caríssima”. Não respondo por mim.
2) Que troquem o meu nome com o de Sónia. É SOFIA! Sónia é Sónia, SOFIA É SOFIA! Se fosse a mesma merda não havia dois nomes diferentes, tá certo?
3) Que me apertem o nariz, eu tenho sinusite e colam-se as paredes do nariz e…basicamente não respiro. Por isso ou tiras a pata ou tás aqui, tás a comer!
4) Que se despeçam de mim com “kisses”, é a mesma coisa que estar-me a despachar, mais vale estarem caladinhos.
5) Que escrevam coisas com ROLF, LOLADA, ou semelhantes, é que me chega a dar urticária.

Não há cú, a sério.

To my colleague and friend Henk

Ora, descobri, ou melhor, ele contou-me… que o meu Colega e amigo Henk lê o meu blog.
And he actually goes through the trouble to use Google Translator to understand what I write.
Like… seriously?!

How do I know this?

‘Cause he said so this monday, in front of other two other Colleagues, at the same time he said he stop reading it around the time I talked about my hair body…
(Depilação definitiva)

I’m so gonna kick his behind some day.

And I had to laugh. Cause this is why Henk is my favourite person at the office.

He is the only one that has no problems on teaching me bad words (swearing and stuff), he has absolutely no issues in making me say those same words out loud (so that I die out of embarrassment), he tries to frame me every time he can by saying full sentences in Dutch that are senseless, just to get the word Sofia in there and make me loose my concentration leading people to think I can actually speak Dutch!, he sends me funny things that I can post, and he is a reaaaaaally nice person, even when he tries not to be. Even when he tries really hard by listening to hard rock really loud, I still think he is cool.
Parece quase Tuga, entendem? Arrelia-me até à medula só porque sim. It’s like being home.

So this post is for you: THANK YOU HENK for being such a cool guy.
Beijinhos
Sofia

PS1: Este Senhor é casado e Pai de filhos, é um castiço do best e é o meu colega que me atura sempre que preciso de telefonar pra sítios onde não falam corno de inglês tipo a empresa da água, da luz, do gás, da máquina de lavar roupa, e afins. É aquilo que em Português chamamos de:”um porreiro”!!!

PS2: By the way, I’m someones friend cause I got a two plus in my PBC. I don’t mind!!! lol

Do meu Portugal

A Zôzô publicou e as lembranças surgiram e de repente tinha um post:

Já não via este vídeo há tantos anos…
O que me sai no fim é um grande e enorme suspiro. O meu Avô tinha várias quintas muito grandes que hoje já não existem. Foram vendidas e depois esquartejadas pra lotes de terreno. Hoje há casas e lojas, e até uma escola nos terrenos que eram deles. Melgaço é agora um sítio, atrevo-me a dizer, evoluído. Tem umas infra-estruturas espectaculares para lá ficarem um bom fim de semana, com bons hotéis e bons restaurantes. As pessoas da vila continuam a ter a mesma mentalidade coscuvilheira de aldeia, perdoem-me os locais, mas é verdade. Mas as gentes do campo continuam a ser sãs. Esta é pra mim uma evolução positiva duma antiga aldeia. Passou ao século XXI e, muito embora eu achasse a vila mais bonita antigamente, continua a ser um sítio realmente bonito, com o Minho a correr logo ali em baixo. Há uns anos fui lá com a minha empresa fazer desportos radicais e foi um prazer mostrar a vila aos meus amigos. Fizemos rafting e rapel. Em Melgaço fazem a festa do Alvarinho e nesse dia é escusado lá irem porque não se rompe pela multidão. Faziam (não sei se ainda fazem) uma feira medieval a dia 15 de Agosto. Um ano vesti-me de aia da corte. Ia morrendo esturricada com aquelas roupas e 36 graus à sombra. E tinha o cabelo curto e o toucado ficava-me pessimamente. Tinha 15 anos e diverti-me como nunca com um grupo de Lisboetas que lá apareceu. Quando vejo a foto que anda praí algures dou benza a Deus de não reconhecer quase ninguém daquela altura. Tinha um cone na cabeça, o suor a escorrer que nem água pela tromba, e as mamas apertadas, mas curti à brava fazer parte da feira. Note-se que só as pessoas da vila é que podiam fazer parte. Eu nesse ano tive uma cunha enorme da minha Tia-Avô que faz parte do coro da Igreja. Connections!
O que é certo é que Melgaço é hoje um sítio que carregou as tradições ao longo do tempo, mas que está orgulhosamente em 2011.
Só não sei se se fazem desfolhadas, mas eu gostava muito de ver uma. Coisas de quem cresceu a ler Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco e Eça de Queiroz.
O certo é que se este é um óptimo exemplo de sucesso, há outros exemplos de miséria que também presenciei. Aos 16 ou 17 fui para algures perto de Viseu, atrás do sol posto, durante uma semana, pra casa duma amiga que tinha uma quinta enorme, com ovelhas e queijo a ser produzido, com vinhas, e com ligações a um centro de dia que ia limpar as casas das pessoas mais velhas, dar-lhes banho quando não podiam, e levar-lhes a comida. Já passaram 18 anos e ainda me lembro da casa duma senhora que era um quadrado de três por três, no máximo, sem janelas, e cujo fogão e lareira eram um quadrado rebaixado no chão, com o fumo a sair pela porta que era o único escape que tinha. A Senhora estava muito velhinha, e praticamente cega. Lembro-me de mais miséria, e mais pobreza e mais tristeza, mas não vou descrever. Vou só dizer-vos que há 18 anos atrás, a sete kilómetros de Ponte de Lima, havia uma família que tinha uma casa sem luz eléctrica. Não porque lha tivessem cortado, mas porque só houve dinheiro pra fazer paredes.
Quando vejo as pessoas com os fardos às costas e as crianças a correr com o pão na mão como no fim do vídeo, deixo de recordar com saudade os tempos da aldeia.
Eu sei que a Zôzô não se estava a referir a isto, mas sim ao Portugal autêntico e esquecido nas nossas rotas de férias. Este ano fiz férias no Gerês e fiquei cheia de vontade de lá voltar mais tempo para mais caminhadas. Sou doida pelo Soajo e acho que o Lindoso é das terras mais bonitas que há no nosso cantinho. Falem-me nas Feiras Novas de Ponte de Lima e em Sarrabulho e é ver-me suspirar.
Mesmo assim, quando vi este vídeo, não consegui deixar de me lembrar da miséria que subsiste em tantas aldeias de Portugal e fiquei melancólica.

Coisas que me acontecem desde que vivo na Holanda

A mais frequente é deixar o telemóvel em casa ou abandonado na mala e só me lembrar dele passado 3 horas ou no dia seguinte.
Quem me conhecia antes de eu emigrar acha que o facto de eu não atender só pode querer dizer que eu devo estar entrevada ou com os dedinhos partidos.
Não conhecem esta minha realidade.
O mais incrível é que não acreditam em mim quando lhes digo que não tinha o telemóvel comigo.
Fazem aquela cara de “só podes estar possuída por algum demónio!”
(suspiro)

Animalização

“(…)Se não é feito um esforço no sentido da sensibilização das pessoas, das crianças em particular, para as necessidades e sentimentos dos animais nada irá mudar. O que temos neste momento é uma fornada de gente mal-formada, que quer ter o cão e o filho mas não sabe que tem de educar os dois de forma a que acidentes sejam evitados, a criar uma nova fornada de meninos-que-serão-adultos à imagem do que foram os seus pais. Tenho pena dos animais mas, a um nível mais profundo, tenho ainda mais pena destes adultos e crianças.”

Um cão precisa de ser educado, deve ser treinado para saber conviver em sociedade. Quem tem um cão e não o passeia porque acha que o quintal é grande, é uma besta e nunca deveria ter tido sequer o direito de comprar ou adoptar um bicho, seja ele qual for. O cão é treinado pelo dono. Não se leva o cão pra escola e espera-se que ele venha de lá “prontinho”. A responsabilidade de ensinar o bicho a viver em sociedade é nossa. Só nossa. Se a minha cadela faz chichi onde não deve, a culpa é minha. Se faz asneiras na rua, a culpa é minha. Tudo o que diz respeito à Petzi seja bom ou mau é única e exclusivamente responsabilidade minha. Da mesma forma, a responsabilidade dos bichos dos outros é deles. O resto que me possam dizer é bulshit.

Há quem tenha o rabinho virado p’ra lua

Eu tenho o corpinho INTEIRO, percebem?
Assim que apareceram, a Susaninha lembrou-se de mim, e não vai de modas e toca de me oferecer o que eu, até então, ainda só tinha no pensamento.
E eis-me aqui, portentosa detentora duma A Minha Agenda e Jogo da Glória da Caderneta de Cromos.

A Agenda vai a uso dia 1 de Janeiro que eu gosto de começar desde o day one, mas o Joguinho vai a estrear já amanhã!
Eu e o Bro vamos dar conta do recado e fazer uma grande jogatana na casa dele assim p’ra assentar o almoço, e tal…já se sabe, um Domingo bem passado. Se ele ganhar, no Natal há mais.
E agora, vá, digam lá que os vossos amigos são melhores que os meus? Vá,vá! VÁ!!
Ainda eu não tinha escrito aqui que queria muito estes dois elementos da cromice e já a Miga Susy tinha encomendado os ditos aqui pra Je!
Amiga Susana, o meu MUITO OBRIGADA DE ALMA E CORAÇÃO!

E é o saudosismo Português

Eu estava a escrever um comentário, mas achei que deveria era fazer um post.

Deve-se o texto abaixo, ao meu post exaltado (TPM cof cof) sobre a Holanda e o post ponderado da minha querida Tuxa.

Só agora é que vi os comentários ao post dela e ao meu outro post aka comment lá no canto dela, e foi uma boa “conversa”.
E quis responder à I., que não conheço pessoalmente, mas de quem gosto (vá lá a gente saber porquê, são coisas! 😉 ) e com quem vou falar como se ela estivesse ali sentadinha à minha frente, agorinha mesmo!

Eu estou há “pouco” tempo na Holanda (2 anos e meio) e trabalhei 8 anos em Lisboa. Contrariamente a muita gente nos últimos anos e oriundos de várias carreiras, eu não acabei a faculdade e fiquei “sem saídas”. Eu tinha (e tenho) um excelente emprego. Também não emigrei por estar “zangada” com Portugal seja a nível salarial, social ou político.
Eu emigrei por acaso! Juro!
Estava muito bem sentada no meu lugar e deram-me a oportunidade de virar a minha vida do avesso e eu disse: why not?! E cá estou eu.
Nunca comparei Portugal com outros Países, nunca achei que cá fora fosse melhor que no Cantinho. Assumia e assumo os defeitos dos Portugueses e de Portugal e vivia mesmo bem em Lisboa, mesmo com os carros em cima do passeio e os cócós dos cães, com políticos de merda e gente estúpida. E não chegava a casa todos os dias a queixar-me, até porque eu em Lisboa (excepto talvez nos últimos dois anos) chegava a casa às quinhentas todos os dias porque tinha ido fazer Candeia, ou tomar café com uma amiga, tinha almoçado na praia e compensado horas, tinha ido jantar ao bairro, tinha ido …….. tinha ido fazer qualquer coisa que não implicasse croquetes e cervejas e chegar a casa às dez da noite como um andor, e não tinha tempo pra me queixar muito…
A única coisa de que me queixei sempre foi da quantidade de trabalho exorbitante que me iam dando e da vaca da Espanhola que na altura mandava em mim. Mas pronto, coisas básicas, afinal sou Portuguesa, há que reclamar qualquer coisinha senão acham que fui importada!
É claro que a mim não me cortaram o ordenado nem me mudaram o chefe como te fizeram a ti, por isso não tinha coisas de peso pelas quais chegar a casa irritada, excepto, como disse: a falta de tempo pra mim.
Eu não sou de todo masoquista. Vivo onde gosto de viver e tenho um sexto-sentido inimaginável para saber quando é que está na hora de “alçar a caganita” como diz um amigo meu. Que é como quem diz, de me por na alheta, ou em inglês: alçar a caganaite!
Também sei que depois de me habituar à mama (sim, porque é uma mama) de trabalhar de casa e poder ir e vir pro escritório ao sabor que me dá na real gana, voltar a fazer horários Lisboetas me vai custar um nadita. E quando estiver encravada numa fila de carros no Rato, de certeza que me vai sair um “p@ta que pariu, porque é que esta malta não usa binas?!”
Mas é viável, e tudo é possível se eu quiser mesmo. E não abdico de voltar, mas quero fazê-lo quando achar que pessoalmente e profissionalmente posso continuar a “render”. Não me custa voltar a sair tarde se depois de sair puder fazer “cenas”, jantar, sair, viver e continuar a conhecer pessoas que intelectualmente são giras, e que têm conversa, e que gostam de mudar. E não tem de ser de País!
O que me custaria seria sentir que em termos laborais teria andado de cavalo pra burro. Isso é que não. E não estou a falar de financeiramente, porque se eu ganhar 2/3 do que ganho cá, já vivo mais que bem em Portugal.
Para mim Portugal vs Holanda é uma questão de crescimento pessoal e profissional. Nunca me senti limitada nem num lugar nem no outro. Vou aproveitando a maré, e tudo o que for pra crescer é pra apostar. Seja cá, seja na Holanda, seja na Suíça, seja na Austrália! Eu quero é conhecer, quero experimentar, quero … viver. Com o resto, mesmo o menos positivo como os nossos chico-espertos e os piratas simpáticos holandeses, vivo eu bem 🙂

Eu sei que se nota que estou com TPM

Esta coisa do voluntariado nas prisões mexe-me com o sistema nervoso.
Tornar “leve” o jugo de quem cumpre pena de prisão não me parece coerente.
Eu sei que também há nas prisões gente inocente, mas não me estou a referir a esses.
Também não acredito que a miséria extrema leve as pessoas a cometer actos insanos e que como tal: coitadinhos. Coitados são as vítimas, não são os agressores.
O ser humano é dotado de consciência e racionalidade e não me venham cá com a história de que a sociedade é que os transtorna.
Eu acredito que há uns que nascem com mais faculdades intelectuais e outros com menos. Nas prisões há pessoas inteligentes e pessoas burras.
Um ser inteligente que está preso é com toda a certeza um ser perigoso. Porque não só sabia o que estava a fazer, como o fez por requintes de malvadez e falta de princípios e escrúpulos. E enquanto estou de acordo que seja possível incutir princípios e como tal minimizar este mal, já os escrúpulos é algo que também creio que nascemos com ou sem. Pode até ser hereditário, digo eu.
O certo é que o lema é tentar regenerar os nossos (de Portugal) presos através do voluntariado, coisa que eu acho ser a maior perda de tempo à face da história. Porque ninguém regenera ninguém.
E eles estão lá pra cumprir uma pena por actos agravados. Têm tempo livre que chegue para pensar no mal que causaram a outrém sem terem alguém a levar-lhes cigarros ou com quem conversar sobre o Pai, a Mãe, a filha e o filho. Até porque eles estão-se borrifando pros outros. O preso é o ser mais egoísta à face da terra.
A questão é que eu acho que eles não se sentem culpados e o que é pior, não acho que eles tenham sequer noção de que o que fizeram é incorrecto.
Porque há coisas que estão na natureza da pessoa. E eu acho que quem se dedica a actos criminosos nasceu com uma capacidade inata para o fazer. Quando levaram os seus “deveres profissionais” menos a sério, foram parar ao dito “xilindró”.
Eu faço voluntariado com os filhos dos presos. As minhas crianças tiveram ou têm os Pais presos porque lhes batiam, ou batiam na Mãe, ou os violaram, ou violavam outros, ou assaltaram casas, ou supermercados, ou carros. Nunca nenhum dos meus miúdos me disse: o meu Pai ou a minha Mãe era inocente.
Já conheci miúdos na Candeia que foram parar a reformatórios. Nenhum deles tinha cérebro, todos burros como portas.Tinham antecedentes de agressão, mas se a tal se devesse, então porque é que só um de 6 irmãos é que terá tornado criminoso?
Mas havia um inteligente. E esse tem requintes de malvadez. Toma uma medicação porque tem um problema do foro psicológico, mas desconheço qual. A única coisa que eu sei é que os olhos dele me dão medo desde o primeiro dia. Há dois anos continuava a fazer Candeia porque havia uma amiga nossa que acreditava que podia fazer a diferença, e até porque, com a medicação estava controlado. Depois do acampamento eu escrevi uma carta à Direcção da Candeia em que expliquei por A mais B, que havendo tanta criança a quem poderíamos fazer bem em lista de espera, porquê continuar acolher alguém que já sabíamos que o next stop ia ser a ver o sol aos quadradinhos?! É que pra mais o tipo deixou de ser um puto pra passar a ser um “armário” com 17 anos e com um “caparro” que não queiram saber. Se aquele gajo se passar da marmita, são precisos mais de 4 homens pro segurar. O sonho desse miúdo é ser preso. A sério. É ser preso pra ter um tecto e comida à borla, e poder fazer levantamento de pesos todos os dias. Violado? Se calhar viola em vez de ser violado. E quando sair da prisão? Sem medicação, sem estudos, vai fazer o quê? As senhoras e senhores do voluntariado de presos ensinar-lhe-ão quisás o que todos nós tentamos há 18 anos? Ah não! Dão-lhe amor!
Minha gente, a ver se nos entendemos: o amor tudo cura.
Mas gente sem coração não consegue receber ou dar amor.
Se está preso por algum motivo é, ou acha que é por falta de amor?
Lorpas.

XVII CELTA – hoje e amanhã no Theatro do Circo em Braga

Há mais de 3 anos que não assisto a um Celta. Tenho muitas saudades, pra mais no Theatro do Circo.
Este ano vou lá estar a rever amigos, receber beijinhos na testa que tanto gosto, e a rir-me com o meu irmão, o “palhaço” de serviço na apresentação e fecho do Festival.

Apareçam!

 Nos dias 3, 4 e 5 de Dezembro de 2010, a Azeituna apresenta o XVII CELTA no Theatro Circo em Braga. Como factor de entretenimento acrescido para o público presente, as temáticas do festival têm contribuído para diferenciar o CELTA no panorama nacional de festivais de tunas. O tema desta edição é o Cinema, prometendo trazer momentos memoráveis do mundo cinematográfico às actuações dos participantes.
Esta edição do festival surge reforçada com uma prenda da Azeituna para a cidade de Braga. No dia 5 de Dezembro às 17 horas irá ter lugar no Theatro Circo o espectáculo de um dos maiores mestres da música tradicional portuguesa, Júlio Pereira (www.juliopereira.pt).
Estamos certos de que, à semelhança das anteriores edições, este XVII CELTA irá ser um sucesso pela qualidade das Tunas participantes e também graças à alegria do viver minhoto que o público sempre faz questão de mostrar.

Tunas a Concurso:
Estudantina Universitária de Lisboa
Hinoportuna – Tuna Académica do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
Magna Tuna Cartola de Aveiro
TEUP – Tuna de Engenharia da Universidade do Porto
TUA – Tuna Universitária de Aveiro
TUIST – Tuna Universitária do Instituto Superior Técnico
TMUC – Tuna de Medicina da Universidade de Coimbra
Tuna da Universidade Católica Portuguesa – Porto

Tuna extra-concurso:
Azeituna – Tuna de Ciências da Universidade do Minho
Tuna Universitária do Minho

Participação Especial no dia 5 de Dezembro:
Júlio Pereira

Preço dos Bilhetes:
Dias 3 e 4 : 5€ | 7€ | 9€
Dia 5 : 7€ | 9 €

O preço varia de acordo com o lugar pretendido

Para mais informações:
www.azeituna.pt | www.facebook.comazeituna.tcum
azeituna25@gmail.com
Tel/fax: 253 610 738
Tlm:91 417 84 89 /  91 628 76 27 / 96 181 36 85 / 96 494 58 96