Vou ali a Valladolid e já volto

Pagaram-me o bilhete de avião. Quando chegar a Madrid uma amiga vai-me buscar ao aeroporto e vai-me levar à estação de comboios.
Pagaram-me o bilhete de comboio pra mim e pra Petzi.
Quando chegar a Valladolid vão-me buscar ao comboio.
Vamos (eu e a Mari Petzi) ficar na casa dos meus amigos, num quarto só pra nós.
A casa tem piscina e é linda, toda XPTO.
Há uma festa no sábado e vão lá estar 50 espanhóis e eu.

Sou tão mimada, tão bem tratada por eles que agora digam-me: como é que eu vou rebater o golo fora de jogo, o arbitro amigo do peito, e as faltas não marcadas com má cara, ah? Ah?

Como é que posso ser uma perfeita cabra quando eles são uns perfeitos amores comigo?

Mas são só estes…os outros: xau aí!

Higiene belga/holandesa/ afins


O Jibóia (que eu não conheço de lado nenhum, mas que parece ser um tipo altamente, e que viaja bastante, escreveu algo a que achei tanta piada, que quando escrevi o comment pensei: isto dava um belíssimo post!
E ora cá está!

Primeiro aquilo que o Jibóia disse AQUI (é clicar ó faisfabô!)

E eu respondo-lhe assim:

Quanto aos franceses não sei, mas os belgas nisso são parecidinhos (aliás, piores, bem piores) que os holandeses. No entanto, o tipo de casa é bastante semelhante, por isso deixo-te a seguinte versão:

– as sanitas na Bélgica (e na Holanda) têm um formato um tanto ao quanto singular que fazem com que o buraco onde devem cair os dejectos não seja no meio da sanita, mas sim, assim, puxadinho pra frente, ou seja, atrás é tipo plataforma, é a direito. Pronto, quando cagas, vês sempre o presente! Expliquem-me lá o porquê desta cena por favor! A sério!

Se quiseres ver mesmo como é, encontrei um post brilhante (clicar pf) com as diferenças entre uma sanita e outra e explicada com a ajuda dum patinho de borracha (isto é lindo!)

– Nunca, mas NUNCA vi uma pequena mangueira ao lado da sanita. Nem na Bélgica nem aqui. Também nunca lá vi um piaçaba. Ora se a sanita é em formato de “prato”, digam-me lá se não seria bem preciso, ah?

– A sanita está separada do resto porque há uns (bons) anos atrás, não havia chuveiros dentro de casa e foram sendo construídos na varanda, na despensa, enfim. Not kidding. Tu não tens NOÇÃO, é que há casas CÁ (ainda existem, é incrível) em que o chuveiro é LÁ FORA porque foi o único sítio onde conseguiram construir quando REFORMARAM a casa. Era isso ou perdiam um quarto só p’ra ter uma banheira (coisa que por cá também não abunda e que faz uma falta pros banhos de imersão com champanhe que não vos digo nem vos conto…adiante!).
Ou seja, a sanita passou por tradição a estar num espaço e os chuveiros noutro. No entanto também convém realçar que isto também é fruto da mentalidade mais pragmática à face da terra que é a dos holandeses: não se caga e toma banho ao mesmo tempo, logo não tenho que ver as carnes agora dependuradas do meu marido, nem ele tem que me ouvir mijar. Tamos entendidos?

Quantas versões mais há destas explicações pra coisas estranhas ao que era o nosso costume em Portugal? 🙂 Estas são as minhas.

Obrigada Jibóia 😉

Quando me perguntam sobre a crise na Holanda

respondo mais ou menos com isto:

Portugal é o mercado de trabalho europeu que mais tem sofrido, desde o início da crise (meados de 2007), com as falências e encerramentos de empresas. Este tipo de reestruturação, mais dolorosa e radical, contrasta com os chamados processos de reorganização interna, prática que domina nos restantes países europeus e que permite às companhias permanecerem activas, apesar das dificuldades.

Não deixa de ser interessante ler o resto do artigo no i.

Futebóis à parte, achei esta cena altamente!

Se vivesse em Lisboa era cliente com certeza!

(não conheço as pessoas mas a ideia pareceu-me algo digno, sim?)

A Quinta à Quarta lançou o seu serviço de entrega ao domicilio de produtos frescos de Agricultura Biológica.

Para saberem mais sobre este novo projecto e fazerem as vossas encomendas, visitem o blog em http://aquintaaquarta.blogspot.com

As encomendas devem ser feitas todas as Segundas-Feiras até às 17h e as entregas das mesmas serão realizadas às Quartas-Feiras entre as 16h00 e as 21h00

Mais informação aqui:

a Quinta à Quarta é um serviço de entrega ao domicílio de produtos frescos (legumes e frutas) de agricultura biológica.

Os produtos seleccionados são apresentados num cabaz e provêm de quintas situadas no Alentejo e Algarve, controladas por organismos de certificação no modo de produção biológico.

A colheita é efectuada à 3ª e a entrega à 4ª, para que possa usufruir verdadeiramente do cheiro, frescura e qualidades destes produtos.

Como os produtos disponíveis dependem dos seus ciclos de produção e colheita, o conteúdo do cabaz varia ao longo do ano. a Quinta à Quarta mantém o cliente informado dos produtos disponíveis semanalmente.

a Quinta à Quarta propõe dois cabazes tipo – normal (5kg) e mini (2,5kg) –, onde a selecção é previamente efectuada, mas também lhe dá a possibilidade de personalizar a sua encomenda, escolhendo as quantidades e tipologias de produtos pretendidos.´

Cenas de um casamento

Na sexta ao jantar o namorado americano da Ni disse que se estava a preparar pro próximo casamento em Portugal. Duas semanas antes ia começar a comer gradualmente mais e mais pra alargar o estômago. Assim ia poder acomodar a quantidade absurda de comida que há nos casamentos Portugueses e que ele adora.
Já aqui há uns tempos tinha dado umas dicas à minha “bizinha” Grega que também vai a casamentos Tugas.
Há certas coisas que é fundamental saber, e atendendo a que tenho uma boda dia 19 duma grande amiga, decidi postar aqui a sabedoria de La Palisse de Sofs Maria sobre:

COMO SOBREVIVER A UM CASAMENTO PORTUGUÊS

– Chegar à Igreja a tempo de ver a noiva entrar, mas sentar o mais próximo possível da porta. De preferência, não sentar. Passados os 10 minutos iniciais e de avaliada a qualidade do coro (se tiver uma bateria e muitas violas, vale a pena), pisguem-se de mansinho pro barzinho mais próximo e comecem a dar-lhe nos martinis.

– Após aproximadamente hora e 20, voltem à porta da Igreja e juntem-se à malta do arroz que está à porta. É favor atirar o arroz pro ar e não pro cabelo da noiva ou pras mamas da dita. Se bem que esta última fica sempre por conta das criancinhas de 2 anos que querem ser felizes.

– Abracem a noiva e o noivo e pirem-se o mais rapidamente possível. Não fiquem à espera que os outros convidados se dirijam à quinta. Ah, a quinta. Quanto mais difícil for de encontrar, maior o casamento.

– Chegados à quinta, as meninas tiram os sapatos usados durante a cerimónia e trocam por uns ligeiramente mais baixos, e NUNCA por uns de salto agulha. Salto agulha é sinónimo de fazer figura de ursa de 2 em 2 metros porque ficarão sempre enterrados na erva. É infalível.

– Preparem-se para umas 3 horas de espera. Pra sobreviver a estas, o vinho branco e os gins tónicos são a melhor opção. Geladinhos de preferência.
Para não apanharem seca, fujam da terceira idade, mas coloquem-se debaixo duma árvore à sombra. Uma que esteja perto da saída dos empregados da cozinha e perto (não muito) da mesa das bebidas. Comam croquetes e pastéis de bacalhau que forram o estômago. O resto regra geral dá azia se misturado com álcool.

– Ao almoço/jantar: se a sopa não for de peixe, ou sopa fria de melão com presunto: esqueçam. Enche lugar e não dá alegria.

– Não tentem comer 2 pratos ( carne e peixe) fica-te por um e guarda a pança pro marisco.

– Depois de almoçar/jantar, venham até cá fora dar um passeio nos jardins da quinta. Ajuda a digerir, dá pra fumar um cigarrinho longe da tia, do primo e da Mãe.

– Vão até ao carro e troquem pelo terceiro par de sapatos: umas sabrinas ou uns sapatinhos rasos, mas com estilo. Nada de Havaianas. Não é uma questão de estética, é uma questão de sobrevivência: a probabilidade de serem pisadas por um bêbado a estas horas são altamente elevadas, e os vossos dedinhos não merecem!

– Levem sempre de casa as chaves suplentes do carro pra evitar as fitas do costume com o namorado ou marido sobre quem vai levar o chiante pra casa.

E se tiverem mais dúvidas, estou às ordens de suas excelências!

Despeço-me com Amizade, Sofia Vá Com os Casamentos

Mário Dias, esta é pra ti. Bisnagada em Lisboa

Vem festejar a chegada do Verão com um evento nunca antes visto em Lisboa: A BISNAGADA.

Traz os teus amigos, a tua família, os teus filhos, os teus pais, os teus colegas de trabalho e tragam as vossas bisnagas de água.

INSTRUÇÕES

Data: 26 de Junho de 2010 (Sábado), às 16h00.

Local da Batalha: relvado superior do jardim da fonte luminosa na Alameda D. Afonso Henriques (lado contrário ao IST) em Lisboa.

Equipamento:

* Pistola de água (de Carnaval), vulgo bisnaga de água
* T-shirt vestida, de uma de três cores: branca, azul ou laranja

Nota importante sobre equipamento: Só valem bisnagas de água. Por exemplo, balões de água não são equipamento válido.

Início: Por volta das 16h00, o início da batalha será assinalado pelo Xerife Bisgas.

Tácticas de Combate: Apelamos ao ursinho fofinho e carinhoso que cada um traz dentro de si.

Fim: Imprevisível.

Após o Fim: Um abraço molhado ao inimigo.

REGRAS
– Só podem ser utilizadas pistolas de água.
– O início da Bisnagada é dado pelo Xerife Bisgas, devidamente identificado pelo seu distintivo.
– Este evento é gratuito e apropriado a todas as idades.

(in Conversas de Canto)

É pra ajudar os mais burrinhos, tadinhos. Assim podem ter igualdade nas oportunidades, certo?

(…) “Aos adolescentes que completarem o 8.o ano com sucesso exige-se que transitem para o 9.o ano e aos alunos que não obtiveram aproveitamento curricular ao longo do ano lectivo abre–se a possibilidade de, após fazerem as provas nacionais e de equivalência de frequência, saltarem uma etapa e passarem à frente dos outros colegas. “Isso significa que os que trabalharam pior são mais beneficiados dos que os que se esforçaram na avaliação contínua”, critica Armandina Soares. Em teoria, defende a directora do agrupamento de Vialonga, será “uma improbabilidade quase absoluta” um aluno do 8.o ano sem aproveitamento durante as aulas conseguir realizar com sucesso as provas que exigem o domínio dos programas curriculares do 9.o ano de escolaridade (…)”

Portugal vai-se seguir à Grécia?

Ontem no escritório falei da situação de Portugal, pela primeira vez em dois anos, com os Holandeses.
Começou quando me perguntaram pelas minhas próximas férias e comecei a falar da minha ida a Portugal. Expliquei o que era o Santo António e os meus olhos começaram a brilhar quando iniciei a minha descrição: sardinhas assadas, o povo na rua, as marchas, o vinho carrascão, os amigos e os abraços apertados, O SOL, O CALOR, a praia, a Família, OS AMIGOS, OS AMIGOS, a imperial e os caracóis!
Devo ter sido tão expansiva que seguiu-se um: então, e quando voltas?
O sorriso desvaneceu-se e respondi sinceramente: não me parece que o faça em breve.
– Yup, we understand, Portugal is going to follow Greece, don’t you think?
O meu coração ficou pequenino, mas assenti que se continuarmos assim, não estaremos longe. Expliquei-lhes que a taxa de desemprego está nos 10%, a mais alta dos últimos 30 anos, que o IVA vai ser de 21% (o que inacreditavelmente, eles já sabiam), que a taxa de IRS vai aumentar (se bem que eu sou a favor dos 45% para rendimentos superiores a 150 mil euros), e que o Governo insiste nas obras do TGV, novo Aeroporto e uma Terceira ponte sobre o Tejo.
Enfim, eu não sou nenhuma douta na matéria, mas é o que leio todos os dias. Não vivo em Portugal, só sei que os meus amigos estão todos a aparecer que nem cogumelos na Holanda para trabalhar em áreas especializadas, para fazer Doutoramentos e Pós-Docs, trabalhar em Instituições Europeias, e que a fuga de cérebros em Portugal é uma realidade ainda mais premente que há uns anos atrás e que me revolta profundamente o Estado negar a mesma. Gosto de cá ter os meus amigos, mas não gosto de saber que estão a sair de Portugal porque sentem que são explorados a trabalhar sábados, domingos e feriados sem sequer terem a devida compensação monetária. Que o clima continua a ser fantástico, assim como a comida, mas que as pessoas não têm a possibilidade de os desfrutar condignamente porque só trabalham e só vêm o escritório. Isto tem-me sido dito repetidamente por cada amigo, por cada familiar, independentemente da área profissional.
Explicaram-me (eu confesso que não sabia) que quando o Euro entrou na Holanda o valor era de 2,27 Guilders por euro, e que (tal como em Portugal, na Espanha, na Grécia e noutros Países da Zona Euro) o que os comerciantes fizeram foi apenas trocar o símbolo do Guilder pelo do Euro, logo também os Holandeses perderam poder de compra.
Dizem os “Nostradamus” que o Euro vai desaparecer dentro de dois anos. Perguntei aos meus Colegas Holandeses se achavam que isso ia acontecer. A resposta foi curiosa no mínimo: Yes, probably for Portugal, Greece and so on. The euro will remain for Germany, Netherlands, and a few others, os burros do costume (dito por eles!).
Eu não penso que o Euro tenha volta atrás, mas nunca pensei na probabilidade de apenas alguns países do Norte o manterem.
Não quero com este post discutir política, nem bater no ceguinho e dizer “ai Jesus que Portugal tá tão mal e mimimi”. Só transcrevi a conversa porque achei interessante o facto dos Holandeses estarem ao corrente do que se passa no nosso rectângulo à beira mar plantado e de, pela primeira vez, ter tido uma conversa diferente da habitual “onde vais de férias? Como é que vai o Projecto X? Ó Sofia, podes ajudar aqui?”. Foi relevante. E como este blog é o meu “diário de bordo” da minha passagem pelos Países Baixos, achei que este momento era digno de nota.

Bebidas refrescantes

Mental note PRA MIM e pra quem quiser:

(retirado daqui pra eu poder guardar e fazer pra mim também depois)

Yggyroska

3 morangos; 1 colher de sobremesa de açúcar; 5 cl de vodka preta de framboesa; gelo picado

Coloque 5 cl de vodka preta de framboesa (se nunca viu à venda, procure pela marca, Eristoff) num shaker e junte dois morangos. Adicione uma colher de sobremesa de açúcar e gelo picado. Se não sabe como fazê–lo, damos-lhe duas dicas: coloque algumas pedras de gelo numa misturadora ou embrulhe num pano e aproveite para descarregar o stress nas pedras de gelo, batendo com força com a ajuda de um rolo da massa. Agite bem o shaker. Os morangos vão ficar aos pedaços (e às vezes até entopem a palhinha). Para enfeitar ponha um morango inteiro a boiar no copo.

Onde beber: Yggy Bar, Rua da Atalaia, 21, Bairro Alto, Lisboa

Preço: 4€ (20 cl)

Para quem: Malta nova. Ideal para beber à beira da piscina ou numa noite quente de copos com amigos

Ao som de: “Rock The Casbah”, The Clash

Cacau frio

130 gr de chocolate em barra; 130 gr de natas;

20 pedras de gelo

Aqueça as natas no microondas durante alguns minutos. Corte o chocolate em pequenos pedaços e derreta-o nas natas aquecidas. Deixe arrefecer e ponha tudo numa misturadora com 20 pedras de gelo. Será o suficiente para entreter quatro gulosos. O chocolate não vai ficar totalmente líquido e, tal como o cacau quente, pode comê-lo à colher.

Onde beber: Rojoo, Rua de Santa Justa, 84 Lisboa

Preço: 2,95€

Para quem: Todas as idades, o que é importa é ser guloso. Beba no exterior. Se não tiver um terraço, uma janela também serve.

Ao som de: “Morena de Angola”, Chico Buarque

Margarita

Sal fino; 4 cl de tequila; 1 cl de triple sec;

1 limão; 1 cl de sumo de lima; gelo picado

Primeiro derrame o sal fino em cima de um balcão (limpo, de preferência). Passe um limão pela borda do copo e vire-o ao contrário para que o sal fique colado. Junte gelo picado (ver receita Yggyroska) e, de seguida, a tequila – a melhor é a El Jimador, mas as Sierra e El Mariachi também se recomendam. Acrescente o triple sec (da marca Cointreau) e o sumo de lima.

Onde beber: Siesta, Passeio Marítimo de Algés, Lisboa

Preço: 5,5€

Para quem: Ideal para quem quer embebedar-se sem dar por isso.

Ao som de: La Cumbia del Mole, Lila Downs

gin tónico com manjericão

5 cl de gin Bombay; 6 folhas pequenas de manjericão; 1 garrafa de água tónica; 4 pedras gelo

Num copo balão de pé alto (pouco utilizado para o gin), deite quatro pedras de gelo e 6 folhas de manjericão. Junte 5 cl de gin Bombay e água tónica até encher o copo. As folhas prendem-se à palhinha com a ajuda de um palito.

Onde beber: Fox Trot, Tv. de Santa Teresa, 28, Lisboa

Preço: 5,5€

Para quem: Conversadores com a noite pela frente. Não deve ser bebido na rua para não estragar o ambiente.

Ao som de: “Sabor a Mi”, Los Panchos

Limonada

2 limões de Torres Vedras

1 copo de água da torneira bem fresca

1 colher de sopa de açúcar

Esprema os limões de Torres Vedras que comprou nessa manhã no mercado. Junte a água da torneira que estava à espera no frigorífico e uma colher de sopa de açúcar. Mais rápido e refrescante é quase impossível.

Onde beber: A Merendinha, Rua Nova do Almada, 45, Lisboa

Preço: 0,90€

Para quem: Encalorados e apanhados de surpresa pelo calor do fim de Maio. Ou para todos os sortudos que já estão de férias.

Ao som de: “Holiday”, Madonna

Sangria branca

1 garrafa de espumante; laranja; limão; ananás; licor beirão; água castelo; triple sec; hortelã; gelo

Deite uma garrafa de espumante num jarro grande com muito gelo. Corte a fruta em pequenos pedaços e junte ao espumante, com uma garrafa de água do castelo. No caldeirão, ponha também um pequeno cálice de triple sec e outro de licor beirão – o líquido, entenda-se, não o copo. Não há cereja para enfeitar, mas há hortelã para dar ainda mais sabor.

Onde beber: Os Arcos, Rua Costa Pinto, 47, Paço de Arcos

Preço: 22€

Para quem: Grupos de amigos felizes. Para beber em qualquer lado, até num piquenique na rotunda ajardinada mais próxima

Ao som de: “All Along The Watchtower”, Jimi Hendrix

Groselha

1 garrafa de xarope de groselha; açúcar e água

Uma garrafa de xarope de groselha dá para muitos copos, se lhes juntar água (12 cl). Pode comprar no supermercado, mas se preferir fazê-lo: mexa groselhas maduras e açúcar numa taça. Passadas 24 horas, esmague tudo até ficar em calda. Leve a lume brando durante 4 minutos, deixe arrefecer e engarrafe.

Onde beber: Quiosque do Refresco, Jardim do Príncipe Real, Lisboa

Preço: 1,70€

Para quem: Nostálgicos que sonham com a Terra do Nunca e recordam a infância.

Ao som de: “Verano Azul”

Green destiny

6 cl de Bison Grass Vodka; 10 cl de sumo de maçã; 2 cl de limão espremido; 2 cl de polpa de açúcar (2 colheres de açúcar e 1 de água num blender); 1 kiwi; 1 pepino sem sementes

Junta-se tudo numa tigela e esmagam-se os ingredientes com um pilão. Mexe-se tudo num shaker e bebe-se com muita calma.

Onde beber: Cinco Lounge, Rua Ruben António Leitão, 17-A, Lisboa

Preço: 7,5€

Para quem: Sportinguistas que afogam as mágoas ou amantes de cocktails

Ao som de : “Crystalized”, The XX