Jota Quest — Só Hoje – QUERO. ENTENDO.

Hoje eu preciso te encontrar de qualquer jeito
Nem que seja só pra te levar pra casa
Depois de um dia normal…
Olhar teus olhos de promessas fáceis
E te beijar a boca de um jeito que te faça rir
(que te faça rir)
Hoje eu preciso te abraçar…
Sentir teu cheiro de roupa limpa…
Pra esquecer os meus anseios e dormir em paz!
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria…
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar…
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia…
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você
Com qualquer humor, com qualquer sorriso
Hoje só tua presença
Vai me deixar feliz
Só hoje
(solo)
Hoje eu preciso ouvir qualquer palavra tua!
Qualquer frase exagerada que me faça sentir alegria…
Em estar vivo.
Hoje eu preciso tomar um café, ouvindo você suspirar…
Me dizendo que eu sou o causador da tua insônia…
Que eu faço tudo errado sempre, sempre.
Hoje preciso de você…
Com qualquer humor, com qualquer sorriso!
Hoje só tua presença…
Vai me deixar feliz.
Só hoje (repete 2x)

Como é que se explica a alguém que está habituado a “what you don’t know does not hurt you” que nem sempre esta equação se verifica?
Melhor ainda: como é que se explica a a alguém que está habituado a “what you don’t know does not hurt you” que NÓS usamos exactamente a mesma equação e sabemos portanto que, decidamente, what we don’t know, actually HURTS?  Caso nós sejamos efectivamente aquele a quem se está a omitir algo-
Que moral temos aqueles que nos tornamos experts na omissão perante aqueles que são tão experts quanto nós?
Como é que se desfaz este nó?

Petit esclarecimento

Eu não disse que passei a chefe. Há promoções que não implicam chefia, ah!

Em Portugal eu tinha um cargo com um peso de responsabilidade tão grande que quase andava de joelhos só do peso nos ombros.
Quando vim pra cá a ideia era ter um cargo idêntico, mas com um cliente com o triplo do peso.
Não, não sou masoquista.
Mas sou uma pessoa pequenina que gosta de coisas grandes. (é favor não conspurcar a minha maravilhosa frase com a vossa mente perversa)
Por motivos vários, não pude ficar com o cliente previsto inicialmente e estive a fazer outro trabalho muito interessante, mas que não era bem bem o que eu queria….
E agora, 2 anos e meio, muita paciência (logo eu que de paciente não tenho nada, não sei bem como é que fiz isto…) e suspiros, depois , finally, o cliente com a dimensão que eu previa, é meu.

E se querem saber algo AINDA mais incrível…andava de olho neste cliente desde 2006….. esta parte é que é de woooow, a vida dá muita volta!

Ora isto é assim simples

FUI PROMOVIDA!

Pronto, e era isto que eu tinha sentido que ia acontecer. 

– E a segunda metade do ano está em aberto, quisás porque me parece que ainda é cedo planear mais que as viagens…e porque tenho um feeling dos meus (e sou tipo Cavaco Silva que nunca se engana e raramente tem dúvidas) que não me adianta planear nada porque algo/alguém planeará por mim. Prevejo mudanças (ando armada em Maya), só não sei bem quais.

As minhas premonições são fabulosas pá, só não acertei (ainda!) no Euromilhões! E falhei ali por um mês ou 2, mas tasse! Viajei e tudo no segundo semestre! hehehehe

Perspicácia

A little girl was sitting on her grandfather’s lap as he read her a bedtime story.
From time to time, she would take her eyes off the book and reach up to touch his wrinkled cheek.
She was alternately stroking her own cheek, then his again.
Finally she spoke up, “Grandpa, did God make you?”
“Yes, sweetheart,” he answered, “God made me a long time ago..”
“Oh,” she paused, “Grandpa, did God make me too?”
“Yes, indeed, honey,” he said, “God made you just a little while ago.”
Feeling their respective faces again, she observed,
“God’s getting better at it, isn’t he ?”

Mudanças. Acessório. Supérfluo.

Hoje mudei de edifício. Mudamos para o outro lado da rua, logo a transformação não é assim tão grande, mesmo assim deu para ver comportamentos e reacções. Recebemos um email 4 dias antes a dizer: quarta-feira mudem-se pro andar X no edifício A. Há caixas ao pé das secretárias para esvaziarem os armários. Foi assim. A frio. Sem anestesia.

Daqui

Lembro-me que quando mudamos de Alvalade pro Oriente foi uma tragédia grega, porque os filhos estavam nas escolas mesmo ali, porque o marido ou a mulher trabalhava ali ao lado e vinham os 2 no mesmo carro, porque há anos que compraram a casa ali ao pé só pra não terem que fazer mais que 3 estações de metro, e o que dizer do que iam sofrer os senhores da padaria, da churrasqueira, da perfumaria, do talho que era tão jeitoso, daquela loja onde éramos clientes há 10 anos e já sabiam o meu número e faziam desconto e tudo e mimimimimimimimimimimimi.
Foram meses de tortura, com todos a queixarem-se e os poucos que andavam contente com a mudança, caladinhos, não fossem alguém arrancar-lhes a pele por estarem felizes porque se não era conveniente pra maioria, também não podia ser conveniente pra eles!

A ideia que eu tenho é que os Holandeses não vivem ao pé do emprego. Vivem onde gostam. Também não é necessariamente ao pé dos sogros ou dos Pais por causa das crianças.
É onde podem comprar e onde gostam da casa. E de X em X tempo, consoante os acontecimentos da vida, mudam de casa. Regra geral mudam de casa quando vivem sozinhos por vários motivos (chegam a mudar-se uma vez por ano), mudam quando se juntam/casam, depois quando têm filhos (porque vão para sítios onde os miúdos podem brincar com a natureza. Muito gostam estes gajos dum sapo, senhores!), consoante o número de filhos que tenham ou uma ou outra razão, podem mudar mais 2 ou 3 vezes, e finalmente, mudam quando estão perto da velhice e os filhos estão fora de casa, e compram uma casa de rés-do-chão, se possível sem escadas e com um quarto apenas (que é pro casal, não há cá quarto pros filhos ou visitas! Pro sogro/sogra/Pai ou Mãe, esquece lá isso, é o lar que é pra onde querem ir os velhotes ó pá, vou agora eu ficar aqui com o chouriço em casa! Adiante!).

O certo é que a mudança de edifício foi feita com tão pouco alarido, que eu hoje até fui pro antigo e esqueci-me que iamos mudar. É que ninguém se queixou! E as caixas foram cheias até às bordas, e não houve ninguém a “chorar” porque aquele disco que consegui comprar em 1976, com todos uns 128K, ia ter que ir pro lixo.

Lembro-me ainda que quando mudamos de Alvalade pro Oriente tive uma ideia peregrina que foi adoptada: tinham direito a uma caixa os “mobiles” e os “fixos/serviços centrais/administrativos” tinham direito a duas caixas. Tudo o resto que era acessório devia ser dispensado e deitado fora, ou levado pra própria casa.
A quantidade de lixo gerada era absolutamente inacreditável! O destruidores de papel encravaram várias vezes e os caixotes do lixo esbordavam com tirinhas e tirinhas e tirinhas de papel branco.
Eu também levei uma caixa. Quando cheguei ao Oriente, pus tudo num armário e nunca mais lhe mexi até que passado ano e meio tive que mudar de edifício outra vez. Deitei tudo fora, ficaram só 2 ou 3 dossiers.
Quando vim de Lisboa pra Amsterdão peguei nesses 2 ou 3 dossiers e fi-los em tirinhas. Não trouxe nada comigo excepto um disco rígido com informação pessoal.
Estou cá há dois anos e meio e hoje mudei de edifício novamente.

O meu armário estava vazio.

Trouxe o computador e a agenda às costas, e contentinha da vida sentei-me noutra cadeira, encostei-me a outra mesa e estou noutro edifício.
Ao longo de todos estes anos aprendi a deixar pra trás o que não interessa, a deixar de me agarrar ao passado e aprendi a agarrar-me à mudança. A mudança é leve. Tudo o que era acessório ou supérfluo ficou pra trás. Não tenho cá a folha, a foto, aquele post it e mais a data de traquitanas que tinha antes por isso agora: é fácil seguir em frente.

13 de Outubro de 2010

PS: Estou contente porque neste edifício há mais movimento, mais pessoas, há gente de mais Países e acima de tudo, mais novas. Nada contra os mais velhos, mas tenho 3 colegas de bengala, não estou a brincar. A média de idades era de 47 anos. Agora pelo menos tenho malta que me anima o dia!

Porque me faz sentir bem e a sinusite acalma

Desculpem ser um clip tão piroso, mas foi o que se conseguiu arranjar…

Tonight you’re mine completely
You give your love so sweetly
Tonight the light of love is in your eyes
Will you love me tomorrow?

Is this a lasting treasure
Or just a moment’s pleasure?
Can I believe the magic of your sighs?
Will you still love me tomorrow?

Tonight with words unspoken
And you say that I’m the only one, the only one, yeah
But will my heart be broken
When the night meets the morning star?

I’d like to know that your love
Is love I can be sure of
So tell me now, cause I won’t ask again
Will you still love me tomorrow?
Will you still love me tomorrow?
Yeah