A Liga dos Últimos era bom, “Nobre Povo”, da mesma autoria, consegue ser ainda melhor

Na RTPN e nas páginas da RTP (http://tv1.rtp.pt/multimedia/index.php?tvprog=25323) conseguimos ver os testemunhos captados sobre a Direcção da Sónia Lacerda.
Se tiveram o privilégio de ter família na Aldeia, sabem que estas pessoas falam com o coração, conta histórias deliciosas, e que é um prazer ouvi-las, sendo impossível tirar o sorriso dos lábios.

Deixo-vos a informação do site:

(Ir ao site da RTP1, TV Online, Informação -do lado esquerdo-, Nobre Povo).

Histórias, casos e originalidades do país real…
Um espaço destinado ao país real, que irá revelar histórias, casos e originalidades de um Portugal profundo.
Um programa de reportagem que pretende mostrar pessoas, lugares ou situações que estão afastados da agenda noticiosa.
Histórias que mostram o Portugal que não fica sentado, que inova, defende as tradições e persegue sonhos.
Reportagens de Ivo Costa, Ricardo Amorim e Sónia Lacerda
Coordenação de Sérgio Sousa

Elogio ao Amor


O MEC escreve como ninguém quando é preciso chamar os “bois pelos nomes”.
Aqui há dias tentei explicar a um amigo meu que tenho saudades de me apaixonar. Ele não percebeu. Eu expliquei novamente que tenho saudades a sério de ter um coração arrebatado, forte, sem controlo nem rédeas, que seja capaz de se deixar ir, só porque sim.
Ele não percebeu mesmo.
Chamou-me idealista, utópica, disse-me que vivia num mundo de faz de conta, e que a realidade não é assim. Que a vida é boa, mas não é um filme.
E eu continuei: gostava de me apaixonar à séria e que a paixão fosse recíproca. Só pra saber como é que é, a que é que sabe, como será ter alguém VERDADEIRAMENTE apaixonado por nós e vice-versa.
Eu sinto este amor, esta força, esta vontade de dar e de ser quando faço Candeia.
Já tava na hora de ter um Gaijo pro fazer, não?
Ele encolheu os ombros, sorriu e disse-me: boa sorte.

E no dia dos meus Anos o meu amigo António (que também faz Candeia e não só), postou este texto, e eu vi-o hoje, e se eu tivesse em Portugal tinha-lhe ido lá dar um abraço e um beijo repenicado naquela bochecha só por ser capaz de me entender. Sem ter de me explicar.

MEC: Elogio ao Amor

“Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em “diálogo”. O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam “praticamente” apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do “tá bem, tudo bem”, tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso “dá lá um jeitinho sentimental”. Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A “vidinha” é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha – é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.”

Miguel Esteves Cardoso in Expresso 2007

Tou mesmo muito orgulhosa de mim!

Organizei a sapateira toda e comprei aquelas coisas de plástico p’ra não deformar as botas e tudo, e ficou…tão lindo!
Umas são boas a organizar a roupa interior por cores, eu é mesmo organizar em geral e achar que tá tudo com um ar muito arrumadinho.
Digam lá que não tá de babar?

E ainda não viram o resto dos arrumos!!

Se chegam a ver a despensa, contratam-me!!

Até breve ou isso espero!

Caro Amigo,

Gostei mesmo muito de te ter por cá. Espero sinceramente que voltes depressa, e embora desta vez não nos tenhamos pegado por causa da limpeza (andaste a aprender umas coisas no Congo!), espero que tenhamos essa oportunidade em breve e que Deus me faça o favorzinho de te trazer a terras holandesas por períodos de tempo mais longos. A minha casa é, como sempre, tua.
Beijos grandes
Sofia aka Andorinha

PS: O nome Andorinha é da autoria do Sô Carlos aqui na foto

Empregadas domésticas na Holanda


Desde que cá cheguei que precisava duma empregada. A questão é que no início embirrei que queria uma empregada que falasse português. Em Amesterdão vivia longe do pessoal que eu conhecia, como tal nunca deu pra fazer o dito intercâmbio da dita cuja porque as zonas eram diferentes. Também só lá estive 6 meses. Mas quase no fim dos 6 meses o meu colega americano recomendou.-me a dele que era Filipina pra me fazer a última limpeza antes de mudar. Combinei então uma limpeza geral. Apareceu-me lá em casa com o amigo e colega de casa dela. Quando vi duas pessoas a entrar pela porta dentro não achei muita piada. Mas combinei com eles, já que eram 2, que pagava 10 euros à hora, mas em vez das 8 horas precisas p’ra limpar a casa a fundo (prepara-la pra deixar pro inquilino seguinte como estava no contrato), que faziam 4 horas os dois. Assim foi, deixaram a casa impec. Mas quando quis chamar por eles outra vez, os tipos à sua maneira disseram que não podiam (a casa era longe e grande) e pronto, lá fui eu limpar a casa outra vez porque entretanto com a mudança tinha ficado tudo sujo. Em 3 horas limpei aquilo e mudei-me pra Breukelen.
Em Breukelen city não conhecia ninguém, e não consegui encontrar uma pessoa que pelo menos falasse inglês p’ra perceber as minhas instruções. Dei eu ao cabedal o ano todo. Ano e meio depois vim p’ra Den Haag. A minha querida vizinha recomendou-me a moça dela, uma miúda que quando apareceu cá em casa o meu único pensamento foi: ainda bem que não tenho namorado!
A gaja de cara não é nada de especial, mas tem um corpo de parar o trânsito. Não me recordo se é do Suriname ou doutro País semelhante, só sei que é preta, fala inglês (não é muito fluente, mas safa-se), e que chegou de calça de ganga justa, casaco de cabedal, botas de cano por cima das calças, enfim, bem vestida e com aspecto de quem vinha dar um passeio.
Pensei que ia trocar de roupa, mas não.
Eu tava em casa, segui mais ou menos o que ela tava a fazer. Ela pediu uma série de coisas que precisava pra limpar, eu fui ao Blokker, comprei a cangalhada toda, o resto no AH, e esperei pra ver o resultado.
Quando se foi embora, tava tudo…mais ou menos. Ou seja, mais limpo que antes, mas …
Achei que se calhar era porque na altura não tinha o material todo, e esperei pela segunda visita.
Lá veio a rapariga e eu que não sou nada destas coisas, reparei que o detergente p’ra limpar o chão tava na mesma, nem mais pra baixo um único milímetro. Perguntei-lhe se tinha usado o produto pra limpar, disse que sim, que usava duas gotas. Comecei-me a rir, lá lhe expliquei quera duas tampas de produto, e ela, por iniciativa própria, voltou a limpar o chão todo. Achei fixe.
Combinamos então que na próxima visita eu ia, pela primeira vez na vida (nunca deixei instruções a empregada alguma em 8 anos em Lisboa), deixar-lhe uma lista de com queria as coisas.
Esta sexta apareceu outra vez. Fiz a lista e quando lha expliquei a moça quase ficou branca. Não era nada de extraordinário, só pedia pra levantar as carpetes e sacudi-las uma vez de 15 em 15 dias, que limpasse o pó e usasse um líquido pra lá do swiffer, também de 15 em 15 dias, e que aspirasse, pronto, coisas normais, achei eu!
Sai-se ela com um: mas quer que tire os livros p’ra limpar as prateleiras? E que limpe debaixo da carpete?
Ah! Mas isso não me leva 3 horas.
Ri-me. Nunca disse que não tava disposta a que fizesses 4 horas. Eu só quero é tudo a brilhar, e … limpar “onde passava a procissão” também eu consigo limpar em 2 horas ao Domingo de manhã. Eu tou-lhe a pagar porque a mim não me apetece fazer, não é que eu não o saiba fazer. Eu pago p’ra me fazerem cenas que gosto menos, por isso, se era preciso 4 horas, fazia 4 horas, mas que eu costumava levar umas 3 e meia, por isso acho que podíamos experimentar, não?
A casa ficou a brilhar, e pela primeira vez ela saiu de cá de casa a SUAR.
A rapariga é estudante e faz isto nas horas vagas pra pagar os estudos dela, ou seja, não é uma profissional de limpeza, mas ora porra, se pago 10 euros à hora pra limpar, é pra ser a sério!! Agora só limpar as frentes e sair daqui tão direitinha como entrou, sem esforço, então fonix, limpo eu e pago a mim mesma.
O certo é que ficou tudo como eu queria, e até o Carlos quando chegou a casa soltou um: agora sim!
Será que esta também me vai desaparecer?! :))))
Caso o faça, mando-vos um SOS e peço contactos, mas por favor, expliquem às moças que aqui: bule-se!

Esta música deixa-me mesmo bem disposta

Talvez porque tem um quê de Natal, de “carol” que se ouve nas ruas enquanto passeamos às compras feitas com carinho p’ra outros, talvez porque se aproxima dum Frank Sinatra actual, não sei. Eu gosto mesmo muito de jazz e de blues, e este Michel Bublé tem qualquer coisa de próximo.
Parece que me estou a desculpar, pa! O que eu quero dizer, é que não é por achar o menino bonitinho, é mesmo por um sentimento que a música desperta em mim que não consigo descrever, que, por muitas vezes que ouça esta música no rádio, fico sempre, mas sempre, bem-disposta e … sabe a chocolate quente ao pé da lareira:

Bom fim de semana!

Pílulas e afins – post pra Gaijas

Eu hoje estou extremamente bem-disposta, aliás, como dá p’ra perceber.
O motivo é simples. Eu tenho uma questão hormonal que uma em cada 5 mulheres tem. Sou poliquistíca. Não é nenhum drama, apenas significa que do ponto de vista hormonal preciso de algum controle. Normalmente as mulheres tomam a pílula e pronto.
Só pra terem uma ideia, quando não estou a tomar a pílula ficou com o TPM…TODOS os dias. Absolutamente insuportável, uma neurose incrível, perco a paciência ao mínimo que me façam, tanto choro como rio, enfim, fico completamente histérica!
Durante anos o meu médico disse-me que, como a minha Avó Materna faleceu de cancro da mama, que eu não deveria tomar a pílula.
Assim fiz.
Quando cheguei à Holanda, o stress da mudança, um novo País, uma nova cidade, sem os meus Amigos, sem a Candeia, sem o meu ambiente, sem a minha língua, sem a minha comida…só não pifei da lâmpada por pouco. Depois duma semana sem dormir, fui ao médico, e depois de 4 sessões (sim, os médicos holandeses, regra geral, há sempre excepções, são um cadito pró lentos…muito lentos…) e duma mamografia, o Senhor decidiu que eu podia tomar a Diane 35 pra ver se púnhamos isto no sítio. Eu assim fiz. Ao fim dum ano, não só já conseguia dormir, como (acho eu!) estou mais estável emocionalmente, a minha pele ficou reluzente e luzidia, o meu cabelo mais bonito, enfim, essas coisas todas que são benefícios de Gajas com o período mais certo que um reloginho e sem problemas de hormonas não direccionadas.
(Havia muito quem me dissesse que o meu problema era arranjar gajo mas é, que tivesse um namorado durante muito tempo que ia ver como a coisa ia lá. Prefiro aturar a pílula. ADIANTE!)

O BIG PROBLEM, como muito boa menina sabe, é que engordei. De 51 passei a 55 kilos.
Dizem vocês: 4 kilos? Isso não é nada!
Pois, não é nada quando se tem mais de 1,70.
Ora aqui a “tarreca” de 1,56 cm ficou logo a parecer um batoque. Um cú como uma cebola, redondinha por todos os lados, umas mamas que quase entravam no prato da sopa (tou a exagerar, mas era só mesmo pra ter a reacção dos gajos-que me conhecem claro-depois nos comments a dizerem: aldrabona!!!), uma balofazinha, portanto.
Mas o meu maior problema não era estar gorda, era estar inchada.
E ainda ouvi as piadinhas do: inchada? Nananana, tu tens é comido bem! O meu Pai deu-me um abraço e disse-me: tás…maciça!!
As minhas calças passaram do 36 pro 38. E mesmo as 38, não era rara a vez que me sentava e punha a camisola ou t-shirt por cima só pra poder desapertar os botões das calças.
Acordava de manhã e os nós dos dedos tavam cheiinhos, e eu sentia-me mal.
Eu fiz dieta: não resultou.
Eu fiz caminhadas e exercício: não resultou.
Eu deixei de beber alcool: não resultou.
Eu que sempre perdi 2 kilos numa semana se quisesse, não consegui perder meia grama.
Eu até aturei um namorado holandês: não resultou.

Antes de me atirar a chorar baba e ranho colada aos colarinhos dum endócrinologista, achei que devia perguntar às amigas e fui ter com uma grande amiga minha que tem uma farmácia em Braga. A Susaninha tinha tido o mesmo problema que eu e recomendou-me a Yasminelle.

Passado uma semana da começar a tomar acordei, pela primeira vez em meses, com as mãos desinchadas, o meu corpo a normalizar, pesei-me e já tinha perdido um kilo.
Eu nem queria acreditar!!! O NATAL CHEGOU MAIS CEDO!!!

Tou numa alegria única. A minha Colega que me viu ainda na terça-feira olhou pra mim e disse-me: o que é que te aconteceu nos últimos dias? Tás mais magra de cara…perdeste peso?
Quando levantei a camisola e lhe mostrei como as calças começavam a assentar-me a moça passou-se.
Eu estive a ponto de explodir de felicidade.
Eu acho que gajo nenhum vai algum dia ser capaz de compreender este post, mas as mulheres que me lêem, de certeza que devem ter na mente uma de duas frases:

– porca de merda!

– que sorte! Também quero!

E pros homens que acham que eu tou a ser injusta, mesmo as minhas meninas e amigas porreiras que eu sei que gostam de mim, nem elas são capazes de sentir simpatia pelo facto de eu ter perdido peso, A NÃO SER, que elas TAMBÉM estejam na mesma situação.
Mesmo assim, mentalmente, vão-me insultar sempre, porque não tive de fazer dieta ou desporto.

Hoje sorri o dia inteiro, andei o dia todo no escritório aos saltinhos, talvez porque finalmente, respirei de alívio: não tenho problemas de banha localizada vinda dos 30, não tenho nada na tiróide, não tenho de pirar da mona por deixar de tomar a maldita, só tenho de continuar porreira da vida e voltar a entrar e caber nas minhas calças e fatos!

OBRIGADA MEU DEUS!!!

E obrigada Susaninha!

E como quero TODA a gente a sorrir hoje, com os cumprimentos do Terminal 19: