Podem ficar cansados

25 a 26 de Abril – Jersey, UK -trabalho
27 Abril-30 Abril – Queen’s day
9 a 11 de Maio – Bruxelas – curso
12 a 14 de Maio – Portugal -familia
15 de Maio – viagem de carro pra Zurich e depois Suiça Italiana com 3 cães.
16 de Maio – trabalhar na Suiça Italiana até às 16h, e conduzir hora e meia pro Lago di Como.
17 a 20 de Maio – Lago di Como, dolce comer bem, passear mto e ler mais e apanhar sol e ver o George Clooney, com 3 cães.
20 de Maio – volta a Zurich.
21 de Maio – Reunião em Zurich das 9-12 e regresso à Holanda, com 3 cães.
9 de Junho – exame de CISA no qual vou chumbar como um tordo pq nao tive tempo suficiente pra estudar!

Cool, ah? Alguém sabe o que há pra ver em Jersey? :S

A nossa casa é um reflexo de quem somos

Espalhadas pela casa estão um sem número de recordações da minha vida, acima de tudo família, amigos, viagens e cães.

Andei a colocar os quadros e recordações que trouxe das minhas últimas viagens. Ainda me falta a secção de fotografia que tenho que colocar no corredor, mas tenho que mandar imprimir as fotos antes (se alguém quiser recomendar um site onde se possa encomendar online, agradeço de coração).

A juntar aos quadros de Buda, a um prato com a minha tromba que de tão kitsch é fantástico, aos pratos de madrepérola balineses, tenho uma reprodução dum artista Croata e uma colecção de “magnets/imans” das cidades onde estive, e é claro, a minha colecção de livros infindáveis.
Como o meu frigorífico cá de casa tem uma porta e não permite lá por os magnets, fui ao IKEA, comprei duas pranchas magnéticas e armada de berbequim dei comigo a furar as paredes de betão qual profissional e a ir rematando aos poucos a minha casa. E não abri nem uma cratera na parede!

Falta-me comprar cortinas novas porque as antigas estão estragadas e as que vi custavam 1800 euros e achei que era melhor não. E aos poucos os cães vão deixando de roer coisas e fazer asneiras, e vou poder comprar uma carpete nova, e continuar a coleccionar mais recordações, mais viagens, mais amigos.

E a decoração vai mudando, mas ficando cada vez mais pessoal e este é cada vez mais o meu lugar e a minha casa. O ano passado por esta altura só pensava em mudar de casa. Este ano completo-a como posso já que não penso arredar pé daqui tão depressa. Mas nunca se sabe o dia de amanhã 🙂

Quadro de Bali, candeeiro da Bósnia, rolo de papel higiénico da Euroshop.

Quadro com fotos da Toscana e o chaveiro com as chaves de toda a gente, menos as minhas. Ceres, reconheces as tuas? 😉
O quarto das “crianças” e meu escritório, quadro magnético à direita e tábua de passar a ferro à esquerda

Quadro de cortiça com coisas que me dizem, como por exemplo, que sou a cor amarela ou que sou amor 🙂 A Candeia é assim.

Quadro magnético à esquerda e roupeiro atrás da porta cheio de mil e duzentas e trinta e cinco echarpes.

As trelas penduradas (finalmente!) na parede e uma cena que trouxe da Malásia pra colocar cartas e chaves, e o que me apetecer.

A parede da minha sala com mais quadros dum lado que outro à espera que eu faça mais viagens e compense o lado esquerdo. E tralhas em cima da mesa que não deviam lá estar.

O quadro da direita do topo é uma foto de Lisboa antiga a preto e branco comprada em Alfama, o quadro com o senhor de chapéu preto é dum artista Croata que faz umas serigrafias fabulosas, e ao centro está uma aguarela de Melaka, na Malásia. Depois temos o quadro do beijo que é um poster e fica lá bem, e um quadro do Escher oferecido pelo meu melhor amigo.

Uma boneca de madeira Hungara oferecida pelo Filipe, fotos de amigos, fotos de família e uma borracha que trouxe da Croácia do Museum of Broken Relationships que diz: bad memories eraser. Esta estante foi realmente uma verdadeira odisseia e foi montada pela Luna e por mim, depois de termos desesperado a limpá-la de gordura pó e afins. Mais memories 😉

Dois quadros pintados à MÃO, feitos com AREIA e comprados a um artista local em Bali, no monte Batur. Buda em baixo e BabaGanesha à esquerda em cima. Filhos de amigos nas fotos, uns alemães e outros americanos.

Quadro comprado em Alfama e os livros do Jaiminho Oliveira. Passarinhos oferecidos por uma amiga muito querida. Supostamente tenho que fazer um pedido por passarinho, mas não o fiz ainda.

Quadro de cortiça à esquerda cheio de notas e postais enviados. Tenho uma planta de coentros, outra de rosmaninho, e uma de basílico que cresce freneticamente, assim como a de menta do lado direito. Tenho zero jeito pra plantas, mas estas sobrevivem-me heróicamente.
Os meus livros, a minha família, os meus amigos em diferentes estágios da minha vida e da deles: em casamentos, em viagens, no meu rasganço, quando eu tinha um ano, e um dedal que me trouxeram da Rússia como recordação.

Os três pratos de madrepérola Balineses negociados por 10 dólares (os 3) porque contei ao vendedor a história do Rui Costa que chorou quando marcou o golo pelo Fiorentina contra o Benfica. Foi a única coisa que consegui comprar mais barata que os meus amigos todos.

Quando fui viver pra Lisboa dividi a casa com a Martinha e a Mafaldinha. Como éramos as três escorpião o meu Pai mandou fazer este azulejo lá pra casa. Ainda hoje esta é uma toca, a minha toca.

Esta parede vai ter fotos de todos os amigos que já me visitaram e vai ser no quarto de visitas. Começou por ter no centro aquele que é o meu lema e o meu modo de vida e que podem ler em detalhe na foto que se segue. Do lado esquerdo está a prenda que a Azeituna me deu quando cá veio (com o pequeno pormenor que me deram uma foto onde nem o meu irmão nem outros dois grandes amigos estão…touços!)

To remember always

O trânsito em Bali – versão documentário a la Sofia

Agora podem todos entender a história do Jibóia em Bali: http://jiboiacega.blogspot.com/2010/08/cadernos-de-viagem.html

(Tem vídeos no fim!)

Quem me conhece bem sabe que eu não só gosto de desafios como também não as bato todas, ou como diz a minha Mãe, não meço muito as consequências.
Sou impulsiva e há quem diga destemida.
Eu, muito sinceramente, acho é que eu realmente não paro muito (pra não dizer, de todo) pra pensar e que me mando de cabeça pras situações com um enorme “seja lá o que Deus quiser” sempre atrás do “pinsamento”. Isso e a célebre “ao menino e ao borracho põe-lhes Deus a mão por baixo”, que eu cá tenho-me em grande conta.
Se eu pensar mil vezes se devo ou não fazer A ou B, vou estar a gastar tempo a decidir, tempo esse que é muito mal aproveitado se estiver a magicar coisas más que me possam acontecer. Por isso quando tenho que fazer alguma coisa, faço logo e fica despachado. Às vezes (muitas vezes) faço decisões erradas, como comprar um robot de cozinha que usei 3 vezes…ou meter-me com gajos que não devo, ou meter-me em cima duma bicicleta sem sequer ver antes como é que é o trânsito numa determinada cidade….
Pois foi exactamente isso que aqui a amiga fez.
Chegadas a Bali, rise and shine depois de uma boa noite de sono, e bora lá conhecer os arredores! Vi o Eat,Pray,Love e achei que andar de bicicleta era tranquilissimo por aqueles lados. Não há bina de senhoras? No problemo, eu cá ando de bicicleta em Amesterdao, aqui não deve haver problema! Uma ressaca monumental, e eis aqui a Je a passar por cima de paralelepípedos. A minha cabeça estalava. Chego finalmente à porta do hotel, vejo a rua, e travo…e desiquilibro-me porque fico presa na trave do meio da bina de montanha, não cheguei com os pés ao chão e vôo directamente pra cima dum charco de água. Lindo! Mesmo em frente ao segurança do hotel 6 estrelas onde estávamos. A Tuxa nem queria acreditar, como é que eu tinha feito aquilo?
Munida de valor e engolindo o orgulho, levantei-me, olhei em frente, vi as motas e os carros a passar, os passeios todos fodidos, a estrada cheia de buracos, um caos do cacete e pensei: é melhor não.
Devolvemos as bicicletas e fomos alugar uma mota.
Eu fui à pendura, de mapa na mão. Tínhamos um mapa tão merdoso que o ponto de referência mais visível era a loja “niconico sportswear”. A Tuxa disfarçava os nervos como podia, eram motas a ultrapassar-nos por todo o lado, era ela encostadinha aos carros tal como quando andava a pedalar em Amesterdão, e era eu com um capacete enorme, a dar-lhe marteladas nas travagens e caladinha como um rato atrás, principalmente depois de ter tentado “ajudá-la” a travar a mota ao por o meu pé esquerdo em cima da perna dela num momento em que ia borradinha. AH gaja de valor a amiga Tuxa, é o que tenho pra vos dizer.
Lá chegamos a Kuta, eu com uma dor no rabo que não vos digo nem vos conto, depois de termos levado uma hora pra fazer 8 kms. Saio da mota, ainda de capacete na cabeça, com os presuntos colados ao assento da mota, pouso o pé esquerdo no chão, tiro a perna direita da mota, estou prestes a por o pé direito no chão, e desiquilibro-me, completamente sozinha, e caio em cima duns tijolos de cimento e esfaniquei-me toda. Esfolei as duas pernas e os trolhas ao lado riam-se incrédulos.
Ainda assim andamos mais um dia de mota, estando eu mortinha por devolver a bicha já que naquele trânsito,”moizinha”, é que nem pensar. Chegam os nossos amigos e propõe que, como somos muitos, aluguemos carros, até porque com as mochilas e tudo, de mota era impensável. GRAÇAS A DEUS.
No dia seguinte de manhã, aqui a bela da Andorinha vai com a Tuxa devolver a mota, deixa a elementa a quase ir ao focinho do palerma que não nos queria devolver o dinheiro dos dias a mais que já tínhamos pago (o tipo era grande e ela tirou-lhe as notas da mão, foi lindo!Haja coragem!), montei-me numa mota dum bacano qualquer que me disse que havia um stand de aluguer mais abaixo, e aluguei em 10 minutos o carro MAIS PODRE do universo. Tinha bom aspecto por fora, era uma carrinha de 7 lugares, mas que tinha a embraiagem toda lixada, os travões num estado lastimável, e que era incapaz de fazer uma subida com mais de 10% de inclinação sem ser em PRIMEIRA. Dizia a Tuxa: o meu aspirador em casa tem mais potência. E estava certa.
Dizia eu então que aluguei um carro sem sequer o experimentar, nem sequer pensei nas condições de segurança, nem sequer me passou pela cabeça que o carro pudesse estar todo quinado, mas, e lá vai a Andorinha de cabeça, meti-me no carro sozinha, no lado esquerdo da estrada, em vez de fazer pisca pus o limpa-para brisas a funcionar em seco, fiz o sinal da cruz, e fui em grande velocidade buscar a Tuxa e as malas ao hotel.
E como não quis que perdessem o espectáculo que é ter-me a conduzir em Bali, fizemos dois vídeos, sendo que no segundo existe a particularidade de poderem observar esta abécula que vos escreve: em contra-mão!

Enjoy!!

Fiquei sem passaporte em Bali

Em 14 anos de viagens consecutivas nunca perdi o passaporte. Pra tudo há uma primeira vez, se bem que eu teria dispensado de bom grado esta.

Fomos ver um dos templos principais em Bali onde fazem uma dança Balinesa ao pôr do sol. O templo está carregado de macacos gordos que nem texugos,alimentados pelos turistas. Os “sores” macacos são tão espertos que abrem malas por isso decidimos deixar as malas no carro. Pra não deixar os documentos na biatura levei-os comigo numa bolsa de cintura: passaporte, cartão Visa, carta de condução e os 2 porta-moedas com o dinheiro do fundo comum e o cartão de fotos da Tuxa. Quando voltamos ao carro depois do templo entreguei tudo a uma das amigas que colocou tudo na mochila.

Quando cheguei ao hotel estava tudo às escuras e tive que trocar de roupa e ir a casa de banho com a luz do telemóivel. Quando cheguei ao carro ja não tinha documento algum. Dei por ela assim que cheguei ao restaurante mas pensei que tivesse caído no quarto. Já no hotel demos busca por todo o lado e nada. Mesmo nada.

Confesso que entrei em pânico. Fiquei sem nada. Valeu-me a mais que querida Tuxa que me financiou o resto da viagem.

No dia seguinte tentei convencer o dono a fazer com que os documentos aparecessem. O homem explicou que se alguém o tivesse encontrado tinha ficado com o dinheiro e enterrado ou queimado o resto. Frustadíssima obriguei o tipo a levar-me à policia pra dar parte. O tipo pediu-me por tudo pra dizer que tinha sido roubada por um macaco no templo. Se o fizesse ele untava as mãos à bofia e eu tinha o documento na hora. O certo é que a Policia não falava uma palavra de inglês e no fim o homem deu-lhes 100 mil rupias (10 dólares +/-) e eu vim de lá com um papel que dizia “extraviado”.

80% da população é corrupta,disse-me um dos guias. A população nao sei,mas a policia Balinesa é com TODA a certeza.

Furiosa meti-me no carro com a Tuxa e voltamos a Kuta onde os consulados estavam já todos fechados. Só trabalham até ao meio-dia. Chegamos lá era uma da tarde… Voltamos de carro pra Ubud e com a ajuda de “anjinhos Portugueses” tentou-se tudo por email. A Tuxa mandou um email à Embaixada Portuguesa em Jakarta enquanto eu telefonava sem êxito (eles não atendem o telefone, não compreendo).

Agora vem a parte realmente útil:

Se perderem o vosso passaporte desloquem-se imediatamente ao Consulado Português mais proximo. Se não existir (como é o caso em Bali) é porque existe um Consulado Português Honorário, neste caso o Consulado Espanhol que fica em Istana Kuta Galery em Kuta.

Levem uma cópia do passaporte que perderam (nos hoteis tiram sempre cópias) e imprimam os voos de volta que tem que realizar. Mandem tudo pra Embaixada em Jakarta,e rezem pra terem a sorte que eu tive com a Menina Carla Castelo que foi extraordinaria e incansável e fez de TUDO pra eu não ter que ir a Jakarta a meio das minhas férias pra assinar um passaporte. A ela a minha eterna gratidão por ter salvo as melhores férias da minha vida.

Voltando ao step by step pra terem um “how to” completo:

1) contactar o Consulado ou Embaixada Portuguesa mais próximo;

2) enviar pro Consulado uma cópia do passaporte, os voos e duas fotos de passe digitalizadas (eu encostei-me a um frigorífico branco e a Tuxa tirou-me uma foto com o Blackberry,sem sorrisos, sem colares ou brincos e de cabelo preso. Ficou muito próxima duma foto duma presidiaria,mas serviu perfeitamente e poupou tempo e dinheiro!)

3) se vão voar de volta pra Portugal num vôo directo podem pedir um “salvo conduto ou documento único de viagem” que é enviado sem necessidade de se deslocarem a Jakarta e leva 3 dias úteis a chegar em correio “azul”.

4) se vão voar pra outro Pais como era o meu caso, precisam de um passaporte temporário que custa 150 euros mas que garante que não têm problema algum em chegar ao vosso destino. Tambem levou 3 dias a chegar, assinei o passporte no Consulado e nao tive que ir a Jakarta e paguei os custos assim que cheguei à Holanda por transferência bancária.

5) se querem continuar viagem pra outros Paises o melhor é apanharem um autocarro até à ponta da ilha de Bali e apanhar o ferry até Jakarta e ir a Embaixada pedir um passaporte novo.

Nao quero repetir esta aventura, foi uma pilha de nervos horrível, mas foi rapidamente ultrapassada porque 1) tenho efectivamente Amigos; 2)a Embaixada Portuguesa em Jakarta foi duma eficiencia absolutamente extraordinaria.

Um grande bem haja a Carla Castelo, à Tuxa e à Mariita (que tratou das diligências de background e que eu sei que não descansava enquanto eu não estivesse em “terra”), se nao fossem vocês….!
 

Assim só a título de mete nojo de gabarito

(só cá ando a copiar os posts da Tuxa. Ela posta, e eu lembro-me que tenho aqui as fotos e encho-me de coragem e faço upload disto tudo e pronto.)

Durante 3 dias fiquei no melhor hotel EVER cujo lema era “whatever, whenever”. O W Hotel em Seminyak. Quer champanhe e morangos às 4 da matina? Com certeza! Quer uma massagem no pezinho cansado ao fim de um dia de praia? Ora por quem sois! E que tal uma toalhinha pra espreguiçadeirazinha junto dum guarda-solinho e dum suminho fresquinho? E vai daí aparece um senhor que me borrifa água de coco xpto na cara para combater o calor. E que vos parece estar aqui a je enfiada até à goela dentro da piscina e dizer: ai, apetecia-me assim algo…fresco! Mas tenho fome… E passa uma senhora com uma bandeja cheia de mini saladinhas de fruta dentro duns copinhos…e oferece-me um…. se há paraíso na terra deve-se assemelhar mesmo muito ao W.
Tudo se paga (e caro!), mas oh God, oh se não valeu bem cada tusto! E o pequeno-almoço digno de restaurante com estrelinha Michelin? E a piscina que tinha música debaixo d’água? E a massagem (gráteeesss!) de 15 minutos que me tirou os nós todos das costas? E a cama que era tão fofa e macia que considerei tirar os lençóis todos só pra ver a marca do colchão? E a banheira com patinho de borracha e tudo? E os produtos que deixaram diariamente que davam 10 a zero à bodyshop? E os porcos com asas desenhados nas portas?

If pigs can fly, why can’t I?

Langkawi na Malásia

Está tudo AQUI, com fotos e tudo. Até porque eu perdi o cartão de fotografias da Tuxa com os primeiros dez dias de viagem e o mínimo que posso fazer é deixá-la postar as fotos e copiar o post, certo? :)))
Se quiserem saber onde ir, o que fazer, o que fizemos e o que são as praias e spots maravilhosos aqui fotografados, é ir à página da “senhora” que eu tenho que ir ali estudar pro exame de CISA.
Já agora, gostei muito de Langkawi, é mesmo assim, lindo de morrer.
Comi os dois caranguejos sozinha, carregados de gengibre e alho. Acho que jamais vou perdoar a Tuxa por me obrigar a debelar os dois bichos “sola”.
E preparem-se pra mergulhar com a brigada do véu, faz parte.
Já agora e pra acabar, houve uma indiana de camisola e calças de ganga que perguntou à Tuxa se era possível fazer snorkeling sem saber nadar. Ao que ela respondeu extremamente séria e compenetrada (ao ponto de EU pensar que ela estava a falar a sério): poder pode…., sobe as calças, enfia a máscara na cara, dobra-se e espreita lá pra dentro.
Não me mijei a rir por muito pouco.

Tuxazinha, podes continuar a bombar posts ó fais favô que como o meu iPod teve um fanico já não tenho mais posts escritos e as ideias andam fraquiiinhas, fraquiiinhas! Agradecida!
(cheira-me que ainda vou levar no focinho por me estar a armar em esperta!)

Sabes que estas em Bali quando…

Sabes que estas em Bali quando ouves:

-Heeello!

-How ari u?

-Where do u come from?

-Oh! Portugal! Cristiano Ronaldo!

-Where are u staying?

-How long havi u bin in Bali?

-Where are u going?

-Need taxi?

-Buy me!!

-Special price, cheap for you

-Massage? Want a Massage?

-How much you want to pay?

-Oh, ok, for good luck (primeira e ultima venda do dia)

– Heeeello! How are u? Where do you come from? Where are u staying? How long in Bali? Where are you going? Heeeello! How are u? Where do you come from? Where are u staying? How long in Bali? Where are you going?Heeeello! How are u? Where do you come from? Where are u staying? How long in Bali? Where are you going?Heeeello! How are u? Where do you come from? Where are u staying? How long in Bali? Where are you going?Heeeello! How are u? Where do you come from? Where are u staying? How long in Bali? Where are you going?

Batu Caves

Indiscritível. As imagens impressionantes que vão ver foram tiradas por mim enquanto eu própria ficava doida com as loucuras que as pessoas cometem em nome da religião.

Todos os anos os Hindus da Ásia vem em perigrinação ao Deus da guerra que venceu o mal com a sua lança. A lança chama-se “vel”, palavra proferida repetidamente e incessantemente pelos peregrinos que estão em transe (na sua grande maioria) e que se mutilam com ganchos espetados nas costas ou na língua ou ainda na cara atravessando-a de um lado ao outro. Pedem bençãos enquanto repetem vel, vel, vel com olhares esgaseados e assustadores. Têm uma tinta vermelha em pó dentro da boca (eu pensava que era sangue, ia-me dando uma coisinha má!) que não lhes permite fechar a boca (dizem que a tinta terá uma espécie de químico que é alucinogénico, mas não tenho a certeza) e entram num cortejo que os leva até ao cima do escadório. Uns carregam vasilhas de leite outros um andor que pesa muitos muitos kilos aos ombros com os ditos ganchos espetados nas costas com limas ou cocos pendurados.

As emoções e as sensações que tive ao ver tudo isto ao vivo e a escassos centimetros de mim sao o “algo” que nao consigo descrever. Ainda hoje me arrepio toda, imaginem na hora e local.
 
(A Tuxa explicou as suas sensações e postou as fotos no blog dela. Cliquem aqui pra verem mais)

E aqui estão dois vídeos feitos por mim para verem o que eu vi:

 

Uma Indiana que pediu pra nos tirar uma fotografia. Eu já sabia que ao sermos branquinhas seriamos alvo das fotos deles, por isso retribui e tirei-lhe uma foto a ela a tirar-nos a nós! Foi ela por ela, certo?

Melaka e eu

A vaca não nos larga e nós adoramos que ela esteja connosco.

Toda a gente me disse que Melaka nao valia um palito, mas nós adoramos.

Chegamos e entramos num restaurante com aspecto muito local (gostamos de eufemismos! Era um pardieiro com o aspecto mais chunga, mas estava cheio de gente!) onde devoramos uma data de cenas que não sabíamos o que eram. Isto porque a Tuxa decidiu que em roma sê romano e pôs-se atrás das pessoas numa fila de aparente self-service e mandamos tudo pra dentro do prato excepto o que tinhamos visto e curtido: caranguejo a la “Anthony Bourdain” com alto aspecto.
Sentamo-nos, tudo a comer a comida com a manápula, assim amassadinho no prato, e nós de garfo. Ainda estavamos armadas em finas. Lá apareceu um senhor a servir à mesa, pedimos o caranguejo e ele avisou “that’s expensive!” “How much?” 15 ringuits cada dois ou seja, 5 euros :))) VENHA! Apareceu-nos com dois bichos mergulhados em gengibre e leite de coco, lima e açafrão.. Don’t try that at home! Nunca vai ficar igual!!

A rebolar de comida e com a boca em chamas do picante, fomos conhecer a cidade. Entramos num barco hop-on hop-off e vimos uma zona junto ao rio que é uma autêntica obra de arte. Saimos ali e encontramos uma guest house. Tanto Gonçalo Cadilhe eu li, que embiquei que queria experimentar lá ficar. Todos uns 10 euros por pessoa e conseguimos a candidata a noite mais mal passada da viagem: os colchões tinham bossas e a Chinatown acontecia encostada a nossa janela.

Mas muito antes disso batemos a Chinatown de Melaka e os bairros adjacentes. Ambas adoramos. Eu pessoalmente até fiquei com vontade de ir à China. Mas em Melaka o que achei verdadeiramente espectacular foi a confluência de culturas e a harmonia com que se juntam Chineses com Muçulmanos, Malayos e até Portugueses. A cidade é pequena mas muito rica em detalhes. Cheira mal, há zonas onde cheira a esgoto e embrulha o estômago, mas tudo o resto compensa as arcadas ocasionais.

Estes Senhores bombam música aos gritos enquanto passeiam romanticamente os turistas. Tenho um video que posto depois só pra terem noção do maravilhoso (not!) que era. O carro, quanto mais folclórico, melhor.

Joana, este é pra ti!

É de pequenino que se torce o pepino!

É de pequenino que se torce o pepino!

Uma Igreja dos “trezentos”

Cada um tem o direito de sonhar o que quer e como quer!

Estavam todos a dançar ao compasso e só podia entrar pra dança quem tivesse a camisola do clube. A sério.

O melhor restaurante em Melaka (Joncker88)

Garanto que tinha melhor aspecto que na foto e que estava uma delícia! Foi comer até rebolar!

Era feriado na cidade porque tinha havido 3 feriados: um chinês, um muçulmano, e outro que não entendi e que deu origem a este “puxar” de carroça. Estavam todos contentes, isso é o que interessa!