É tal e qual eu e o GPS, mas o meu é um gajo que chama sacanas e porcos e fdps aos meus companheiros de viagem. Ju-ro!
I LOVE PORTA DOS FUNDOS!
É tal e qual eu e o GPS, mas o meu é um gajo que chama sacanas e porcos e fdps aos meus companheiros de viagem. Ju-ro!
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30 sonhos neste link: http://www.skyscanner.es/noticias/las-30-bibliotecas-mas-espectaculares-del-mundo
O meu chefe tem um pote de barro enorme no escritório cheio de drops, uma merda horrorosa de que só esta gente gosta, e que me faz vomitar porque sabe a remédio, um cruzamento entre oleo de fígado de bacalhau com vitaminas sem sabor a laranja. Um verdadeiro noooooooojo.
Mas às vezes tem lá gomas das normais, e eu fui lá buscar uma, e vi uma cor-de-laranja e pensei: esta não é preta, tá tudo bem.
Pois não está. Tive que o cuspir fora, quase me vomito em pleno escritório.
Mas porque é que eu insisto ao fim de quase 7 anos?
(Dia 25 de Abril faz sete anos… como diabos se passaram 7 anos?)
Está aqui explicado, e com muita graça, o que são dropjes e a paranóia Holandesa com estes.
Juro, que acabei de ver e ouvir o Kruk a mandar vir com a Petzi (a ladrar-lhe!) por a Petzi estar a puxar as orelhas à filha Juicy!
Os meus cães davam uma novela! lol
Há dias em que os sonhos da noite nos inundam o dia seguinte.
As sensações e as emoções que sentimos durante o sonho são tão fortes que estão presentes no meio do peito, sempre a bater.
Aqui há coisa de um mês acordei numa felicidade intensa, exactamente igual aquela que sonhei. Hoje acordei com uma tristeza enorme, sem tirar nem por, igual à que senti durante o sonho.
Como é evidente, passará muito brevemente, se sobreviver à hora do almoço é muito.
Mas trocava de bom grado este nó na garganta pela alegria do mês passado.
Recomendo vivamente, não só o Humans of New York de quem sou fãzérrima por causa da Xana e do Miguel que me ofereceram o livro, mas este texto e páginas que são o relato da viagem do rapaz por trás da câmara, ao Irão:
22 de Novembro de 2014, Singapore
Ao fim de 15 dias e relatos, acho que vale a pena explicar o que achei não dos sítios, mas das pessoas do Vietname e do Cambodja.
Não compreendo o porquê, mas os Cambdjanos falam inglês muitoooo melhor que os Vietnamitas. Qualquer pessoa no Cambodja, com menos de 35 anos, fala inglês, desde a senhora que vende na loja na aldeia, até os miúdos que te passam a vida a cravar “one dollar” por 10 pulseiras de 10 cêntimos.
Ambos são extremamente simpáticos e sorriem imenso, sorrisos doces, não uso a palavra por motivos poéticos, os Vietnamitas são doces e tímidos e a sério, o cúmulo da simpatia e da disponibilidade. Os Cambodjanos também, mas regra geral também te estão sempre a vender alguma coisa. Tanto uns como os outros não são demasiadamente chatos, se lhes dizemos que não queremos o que estão a vender, vão-se embora. Alguns até imitam os turistas e dizem “maybe later” ou “tomorrow”. E lá vão à vida deles.
No entanto…but…there is always a but, right? Como em todos os países cuja riqueza de alguns depende exclusivamente do turismo, tudo é vocacionado e pensado para “aliviar” os estrangeiros de alguns dólares. Só uns de cada vez, tem que dar pra todos, é 5 dólares aqui, 10 dólares acolá, e quando se dá por ela, aliviariam-nos a carteira em 50 dólares por dia, e nem sequer chegamos aos souvenirs. E isso irrita-me profundamente e cria animosidade, e passo a achar que o sorriso é falso e que a bondade humana já não é o que era, e fico ainda mais irritada! Porque se há coisa em que eu acredito, é na bondade humana.
Só pra verem o quão real isto é, no Cambodja, um país onde 85% da população vive na mais estricta miséria, as máquinas multibanco só dão dólares, não é possível levantar Riels. Os preços estão todos marcados em dólares, porque claro, a população normal não tem sequer conta no banco, e ganham 18 dólares por mês, por isso obviamente, pra quê um multibanco?
O que enerva é a inflação que isto provoca, tudo é mais caro pros locais, por exemplo, um maço de tabaco custa 0,75 dólares.
Ora se ganham 18 por mês, 0,75 é uma pipa de massa!
Esse mesmo maço custou-me 1,25 no dia anterior porque o cabrão do velho que lá estava foi oportunista. Ganhou logo mais 2 dólares que o preço marcado. Vêm? Falo disto e começo logo a insultar, porque me irrita mesmo até ao âmago.
Adiante, fora esse “minor detail”, todas as pessoas que conheci foram extremamente simpáticas, são como dizemos em Portugal, amorosos mesmo. Confesso que vim de lá com o coração cortado às postas, porque fico cheia de vontade de ajudar esta gente, e nestes países é claríssimo que tal não pode ser feito sem untar as mãos a muito boa gente. Ensinar cuidados mínimos de higiene e limpeza seria o suficiente para salvar muitas vidas, sempre e quando as monções ou os terramotos não as ceifam primeiro. E as crianças Cambodjanas são efectivamente lindíssimas, mais até que as vietnamitas. Enfim, tivesse eu vocação pra mãe e dava uma de Angelina Jolie (se bem que há muito boa criança em Portugal a precisar de um lar, e como!), mas its not my middle name, além do que o esquema pra adoptar miúdos no Cambodja é tão corrupto, que não ia conseguir sequer chegar à ficha de inscrição sem ter sido roubada antes 5 vezes. Isto era só pra terem uma ideia do quão lindas são as crianças no Cambodja 😉
No Vietname, a miséria também é muita, mas mesmo assim, vivem ligeiramente melhor que nos países vizinhos. Notem: li-gei-ramen-te!
Até porque há muito mais pra ver no Vietname que no Cambodja, e não foram vítimas do Khmer Rouge e o filho da puta do Pol Pot que deve estar a arder em brasas bem quentes no inferno. Uns ingleses que conhecemos tinham um guia que tinha sobrevivido aos campos do Khmer Rouge, que tinha estado refugiado em campos, e que se considerava a pessoa mais felizarda do mundo…vale a pena pensar nisto…
Pra acabar e pra resumir, eis o que farei numa próxima viagem ao Vietname: voar pra Hanoi, tanto na ida como no regresso.
Contratar duas ou 3 viagens seguidas à Ethnic Travel, passar duas noites no La Siesta em Hanoi, voar até ao Essence Hoi An por duas noites (caso o forecast mostre que não chove) e mais 3 ou 4 noites no Essence de Phu Quoc, igualmente se não estiver a chover, se não é apanhar o avião mais rápida possivel dali pra fora, por exemplo pra Tailândia.
Lucky Buda pra todos nós!!!
Pra rematar as férias, a Martinha fez-me uma grande surpresa e levou-me a almoçar ao 33 andar do Marina Bay Center como prenda de aniversário. É surreal poder matar saudades e por a conversa em dia enquanto se olha pra melhor vista da ilha de Singapura. Surreal porque somos ambas Portuguesas, ficamos amigas na Holanda, e estavamos a celebrar os meus anos em Singapura. Mais que surreal, um verdadeiro privilégio ter uma amiga que nos faz sentir tão especial. E que sem eu ter de explicar me presenteou com a tarde perfeita: vinho e tapas no topo do mundo, seguido de um passeio pelos jardins que me falharam no outro dia, e o resto da tarde abancadas no sofá a ver filmes, um cómico (The Heat) e outro tão enternecedor, tão bonito, com uma fotografia maravilhosa e um conjunto de actores de fazer chorar as pedras da calçada, dirigidos pelo Dustin Hoffman. Chamava -se Quartet.
Sopinha, taxi, aeroporto e taxi, e cá estou eu, agora de coração cheio e alma quentinha, pronta pra voltar pra casa. Este último dia foi: perfeito. A Marta não existe, esta garota nunca falha! Ca ganda final!!
Highlights
A Marta
O 33 andar do Marina Bay Center e a sua vista deslumbrante
Os filmes no sofá
A Maggie Smith no Quartet
Sem dúvida, o dia mais perfeito de todos.
21 de Novembro de 2014, Vietnam
Chove torrencialmente e durmo até tarde e desisto de ir até à cidade, fico a ler e já vou quase no fim do segundo livro da Tia Ágata. Às 3 da tarde apanhamos um taxi pro aeroporto e seguimos pra Ho Chi Minh, onde também há-de estar a chover. Que seca, nem deu pra praia, nem pra snorkeling, estou aborrecida. A viagem correu muito bem, mas devíamos ter comprado menos voos e termos tido mais flexibilidade nos destinos, podíamos ter subido pra Hanoi mais uns dias…oh well, é assim que se aprende. Foi como a primeira vez que fui a NY, agora já tenho outra noção e outro ritmo quando lá vou.
Recebi comentários muito negativos de Ho Chi Minh ao estilo: não vale nada, é feia, é caótica, não tem nada pra ver excepto os túneis, passa lá o mínimo de tempo possível. Por isso a minha expectativa é minúscula, e a única coisa que lá vou fazer é jantar. No sábado o meu avião arranca às 9:15, e depois tenho um dia de Marta e Rui, e avião às 23:55.
Jantamos num Japonês muito bom, o Ichibna, que fica no district 1, que é onde se acumulam os estrangeiros e os expats, mais milhoes de vietnamitas. E não sei quantas miúdas locais com velhos rebarbados, a jantar ou a beber um copo. Vá lá que vi prostituição discreta e não declarada. Dizem que é muito parecido a Bangkok, como ainda lá não estive não sei dizer, mas se for igualmente irrespirável, acho que é cidade onde não duro mais que umas horas em trânsito.
Ho Chi Minh cheira mal, o ar é super pesado e poluído, a humidade é imensa, juro que não se consegue respirar, e só suspirei de alívio quando me meti no taxi no dia seguinte pra vir embora. Em suma: detestei, nunca mais cá ponho os pés a não ser que seja obrigada.
Vietname sim, Ho Chi Minh nunca mais.
Highlights
Mais um livro da Tia Àgata mandado abaixo -uma dose mortal
O restaurante Ichibna
20 de Novembro de 2014, Vietnam
O dia está cinzento, ameaça chover, mas mantemos o combinado e vamos ter com os Belgas ao Hotel deles e partimos numas motas que alugamos pras Marble Mountains.
Lá chegados, começamos a subida dos degraus em busca dos budas e da lady buda dos templos.
Eu só queria dormir, não estava nada com vontade de fazer sight seeing, está frio, nublado, só apetece encolher-nos na cama a xonar, mas estamos atrás do sol posto, não pagamos uma pipa de massa pra ficar a dormir, né Sofia?
No primeiro templo há um homenzinho que passa a vida atrás de nós a dizer “lucky buda”, “photo lucky buda”! Nós lá seguimos o elemento e encontramos uma imagem dum Buda espectacular. O melhor de todos os que vimos.
Sobe degraus, desce montanha, sobe montanha, desce degraus, budas por todos os lados, visitamos as covas todas, e por volta do meio-dia, damos a visita por acabada, descemos pra almoçar e sair em direcção a My Son, o outro santuário. Só que as nuvens não param de ficar mais negras, e a caminho encontramos um casal de holandeses que estavam ensopados até às cuecas, e que nos disseram que não parava de chover. Desistimos e voltamos pra trás. O meu companheiro de viagem tinha-se esquecido da mochila no restaurante das Marble Mountains e foi pra trás buscá-la, e eu abanquei no Mango Mango a beber chá de gengibre, lemon grass e mel.
Ao que chove, parece-me que hoje mando abaixo outro livro da Tia Ágata….logo vamos jantar novamente ao Miss Sao com os belgas, e espero deitar-me bem cedo, que eu estou estafadinha de tanta actividade!
Ah, vida dura…NOT!!!
Highlights
Lucky Buda nas Marble Mountains
O meu segundo livro nas férias já marchou! Os quatro grandes do Poirot