
Vera kolodzig, um sorriso ficava-lhe bem….
Hoje dizia-me um amigo que os portugueses são uns preconceituosos porque em Portugal não cabe na cabeça de ninguém estares num bar e meteres conversa com alguém, “se metes conversa com uma rapariga ela vai pensar que lhe queres saltar pra cueca, se falares com um gajo ele pensa que és panasca”.
Reflectindo sobre isto aquilo que se me apraz dizer sobre a lado feminino, é que a culpa é dos homens portugueses que gostam das enjoadinhas e criticam aquilo que considero como as fixes, por serem “muito independentes”. No outro dia dizia-me a Luna: as minhas amigas mais porreiras são aquelas que não têm namorado.
Não me entendam mal que eu cá de ressabiada tenho muito pouco ou quase nada, se não tenho namorado é porque não tenho vontade. Como me considero orgulhosamente uma gaja independente e gosto de homens e mulheres independentes, vou aqui em contraposição expor o que é uma Enjoadinha, seres que abomino:
A enjoadinha é regra geral uma gaja dependente.
Só conhece as amigas de há 500 mil anos pq nao confia em ninguém novo e depende delas até pra por as cuecas no estendal.
Só vê o namorado à frente, e caso ele a mande pastar, ou vá apenas sair com os amigos dele, o mundo dela ruiu, a vida é uma grande merda, a felicidade dela depende da companhia dele.
Os Pais continuam a dar-lhe de comer porque tadinha da menina, ela tá agora em inicio de vida, e o dinheiro que ganha é mesmo pra foder em roupas multicolores com bandoletes a condizer com o verniz, tadita, nao precisa neste estágio da vida de saber quanto custa um mês de água, luz e gás. Lá chegará a altura em que virá um otário, perdão, Menino pra tomar conta dela e fazê-la feliz.
As enjoadinhas estão depois casadas uma média de 6 meses e regra geral levam um grande chuto no cú e crescem e aparecem, fazem-lhe mulheres independentes e perdem as outras amigas enjoadas.
Nos piores dos casos, os maridos começam a encorná-las ao fim de 3 meses de casamento e elas calam-se…sim, porque senão ficam sem a luz da vida delas, que as encorna com outra, mas pronto, ele é a razão da felicidade dela! Vai lá ela abandonar tal princípio de vida por causa de um, vá, dois pequenos deslizes…
Quando já têm 3 filhos pendurados às saias e acham que o marido ganha o suficiente p’ra pensão divorciam-se e mudam-se p’ra casa da Mãe com os rebentos atrás e vivem às custas de todos.
Continuam de trombas, a vida é mesmo uma injustiça, que infeliz que eu sou, porque é que será que ninguém me ajuda?!
Posto isto, Maria Sofia la independente, a gaja que fala até com as pedras da calçada, pergunta: dizei-me ó homens Tugas, porque raio é que vocês insistem em cultivar as enjoadas?!?! Deixai-as morrer, sê-de generosos!