Portugal – 6°feira 27 de Março – Esposende

Com 23 graus só podia ir parar a um sítio: PRAIA!!
Estava desejosa de bom tempo, calorzinho e uma tarde de dolce fare niente.
Agarrei no Kruk, meti-me no carro, e parti para Esposende.
Enquanto vivi em Braga achei que Viana, apesar de mais longe, estava mais bonita e que as praias eram menos ventosas. Tretas.
Sentei-me na esplanada ao meio-dia e meia, e só me voltei a levantar às 5 da tarde.

Almocei uma douradinha com salada e arroz, pedi um fininho, e “ataquei” o livro que tinha levado: O Jogo do Anjo

Trezentas páginas do livro foram devoradas (o livro tem 626 páginas) ao som de bossa-nova, lounge music, tremoços, Pedras Salgadas e finos.
Quando o sol já me tinha deixado um escaldão na tromba, nos braços e na canela das pernas (parece que uso meias o tempo todo), meti-me no carro e fui visitar o mais recente rebento da família, a minha prima Laurinha.
Zarpei p’ra casa feliz como um passarinho onde me esperava o meu irmão e a minha Broa do meu coração que veio de propósito de Lisboa só pra passar o fim de semana comigo!
Depois de um jantar mais que farto novamente, com um arrozinho de cabidela (mimo da Mamã) e uns camarões de entradinha, fomos passear pela cidade novamente.

Portugal -5° feira 26 de Março – A ruas de Braga e a Brasileira

E eis que chego a Braga e depois do jantar o Kruk dá o seu primeiro passeio pela cidade.
Para meu grande espanto a cidade voltou a ser o que era. As ruas encheram-se de pessoas de todas as idades, que como no antigamente, vieram passear depois do jantar só para tomar um cafezinho e ver umas montras. Socializar e aproveitar a cidade tão bonita e cheia de ruas carregadinhas de lojas bonitas, cafés decorados com bom gosto, e jardins que têm vindo a crescer a olhos vistos. O Centro de Braga vai ser todo pedonal.
Com um simples casaco de malha, ou um blusão fininho pudemos passear, o bom tempo fazia tudo respirar a morna de verão.
O Kruk andou a passear todo pimpão e foi um autêntico êxito por todos os sítios onde passou. O meu Pai estava delirante!
Quando questionei o porquê da volta da vida social de “passeio”, responderam-me que, além das obras do túnel estarem avançadas e agora haver mais jardins, a Braasileira tinha reaberto!
A ASAE fechou a Brasileira há coisa de um ano atrás. Apesar de todos sabermos que precisava de obras, todos receavamos a mudança e que o charme e a tradição, que o traço tão particular antigo, desaparecesse.
O mesmo arquitecto que remodelou o Theatro do Circo, remodelou a Brasileira.
O resultado final, tal como no Theatro, está de tirar o fôlego ao mais incrédulo.
Mantiveram as mesas e as cadeiras antigas que foram todas restauradas. As paredes foram pintadas de branco e os novos candeeiros são modernos, mas totalmente enquadrados. Abriram mais um andar onde existem agora mais duas salas, uma para albergar os fumadores, e outra separada que é mais salão de chá. Segundo o que entendi, o terceiro piso será no futuro um bar.
Consegui voltar a encontrar por lá os habitués de antigamente, o café de saco, a cevada, e até os empregados mais ranzinzas que nos atiram os sacos de açucar para cima da mesa como manda a tradição.
O Café Astória também foi remodelado, mas infelizmente antes desta reforma foi o Amo-te Braga que assassinou completamente o traço antigo do Astória.
Agora está mais moderno, mas recuperou algo do charme e recomendo vivamente o primeiro andar que é restaurante, e as duas esplanadas que apresentam um imenso bom gosto.
Só pude tirar fotos de dia da Brasileira, e como o telemóvel é fraquinho, vão ter mesmo de ir lá comprovar a riqueza das restaurações pelos vossos próprios olhos.



Portugal – 5°feira 26 de Março – A Foz do Porto

Quinta-feira dia 26 saí de Amsterdão em alto stress, estava tão desejosa de me meter no avião que até me ia esquecendo do Kruk (o cão) que levava p’ra oferecer ao meu Pai.

A “anja” Undutchable tomou conta da minha Petzi enquanto estive fora, e deixar a minha cadelinha por cá não foi tarefa fácil. Valeu-nos a “Santa” Undutch e sua infinita paciência para com a minha terrorista e para com a Dona da dita que é afinal uma “mãe” galinha.

Aterrei no Porto às 4 da tarde, e achei que estava demasiado trânsito pra Braga e que um dia tão bonito e de solarengos 23 graus não podiam ser passados dentro de um carro. Agarrei no “mê” Pai e dirigi-me à Foz do Porto pra bebermos um fininho (vulgo imperial) de fim de tarde.
E encheu-se-me o peito de alegria assim:





Não consegui perceber quem estava mais contente…

Se o Kruk

Ou se o Senhor meu Pai, o novo e orgulhoso detentor de Kruk, o paz d’alma:

Depois dum raspanete telefónico passado pela minha Mãe, lá suspiramos e mete-mo-nos no carro direcção Braga.
Quando lá cheguei esperava-me a minha Mãe, e um entrecosto acabadinho de fazer no forno. Vinho tinto, boa disposição, uma caminha nova p’ro Kruk e uma nova aventura p’ros meus Pais.
(continua)

“A” Alto Astral

Tenho uma grande amiga que é o maior alto astral possível.
Quem é que pode ficar em baixo com frases como estas?
– sinto mesmo vontade de partilhar a minha vida com ele
– com calma que eu tb não tenho vontade de andar para aí a combinar carpetes com cortinados…
– sabes como é que é o meu síndrome peter pan…
– mas aproveitar a maior aventura de todas que é o amor!!
– claro que dá medo mas a vida é mesmo assim…
– afinal ainda há tanto para descobrir e partilhar
– no outro dia ficou toda a gente espantada porque eu disse que aos 28 estou ansiosa pelo que vem aí
– para além de não querer voltar atrás porque já sei o que é que aconteceu e isso n tem mta piada
– estou ansiosa pelo resto da minha vida
– isso é que é giro
– olho em frente com mil possibilidades e uma grande vontade de ver qual delas é que vai acontecer
– ou mesmo que surpresas é que me esperam que eu nem sequer consigo imaginar agora

Se tivessemos todos METADE do teu alto astral miúda, este mundo era muito mais divertido! Quero ter a tua capacidade de me apaixonar tão intensamente por alguém, por algo, pela vida, nem que seja só por um tempo definido, mas ter essa capacidade de viver intensamente e sempre com alegria, sem drama, com uma boa onda incrível. E venham de lá os que te criticam e a capacidade que tens de lhes mostrar sempre, como dizia o outro, que as observações deles resvalam na couraça da tua indiferença! És linda garota!!

A Batalha de Almofadas Porto 2009 – Pillow Fight

Battle of pillows on 4 April 2009, at 18:00 on Aliados Avenue – Oporto – Portugal.

Bring pillows, soft bags or backpacks inside, just outside the building here a few minutes of 18:00. Extra points if they are feathered.

-is not fighting with other heavy objects, and traps the pillows.

-you can only attack those who have cushion, and ask where to stop, you stop.

-the fight is not an appointment to stop, only depending on us.

-do not leave the bag behind, we have to leave the place clean minimally.

In: BLOG OFICIAL: http://invictados.blogspot.com/

Antes de mais, fala desta batalha de almofadas a todas as pessoas que conheces. Isso inclui amigos e amigas, família e até mesmo o cão do vizinho. A diversão será proporcional ao tamanho da multidão, e para aumentar o tamanho da multidão é preciso espalhar a palavra! Percebes? Por isso, toca a berrar que nem uma senhora do Bolhão!

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Para começar, os básicos:
-batalha de almofadas dia 4 de Abril de 2009, às 18h00 em ponto, nos Aliados
-tragam almofadas macias dentro de sacos ou mochilas, apenas as tirando cá para fora a poucos minutos das 18h00. Pontos extra se forem de penas.
-é proibido lutar com outros objetos pesados, assim como armadilhar as almofadas.
-só podes atacar quem tiver almofada, e caso peçam para parar, tu paras.
-a luta não tem hora marcada para acabar, apenas dependendo de nós.
-não deixem as almofadas para trás; temos que deixar o local minimamente limpo…

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Ok, agora os detalhes: Local, Data e Hora
A luta de almofadas será nos Aliados, no espaço abaixo da “piscina”, às 18h00 do Sábado de 4 de Abril de 2009.
A batalha começará às 18h00 em ponto (podem acertar o relógio pelo do blog), com um sinal sonoro, mas apareçam um pouco antes na zona, e atravessem a rua para o local indicado uns 5 minutos antes.
Quem for atropelado por atravessar a rua à pressa só nos irá estragar a diversão, por isso tenham juízo que se não… levam porrada!

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Armamento
Cada soldado levará uma ou mais almofadas macias, escondidas em sacos ou mochilas, só as tirando quando faltarem 5 minutos para as 18h00 (para tornar a coisa mais inesperada a quem estiver de fora).
É estritamente proibido o uso de outras armas e objectos, assim como encher as almofadas de pedras e outras coisas pesadas.
Ganham pontos extra se trouxerem almofadas de penas (imaginem só a atmosfera de uma luta com milhares de penas a voar sobre as nossas cabeças…)

Regras de Combate
Só atacarás quem tiver almofadas, e pararás imediatamente se essa pessoa o assim pedir.
Também é pedido cuidado com quem estiver a fotografar ou a filmar o combate, ou seja, nada de almofadadas no braço que segura a máquina.
As pessoas vão sofrer ataques contínuos e simultâneos, logo não usem força excessiva.
Para quem usa óculos, tragam as lentes de contacto ou esforcem a vista. Caso isso não seja possível, tenham muito mas mesmo muito cuidado.
A batalha não tem hora final. Ela acabará quando acabar. Enquanto houver vontade, haverá guerra!
Mas quando esta acabar, o chão deverá ficar minimamente limpo. Cada um ficará responsável por trazer a sua almofada de volta, ou de deixar os seus restos mortais no contentor mais próximo, com as devidas honras, como é claro. Cada um ficará também responsável por assegurar que as almofadas “orfãs” não ficam no chão.
E que fique claro que não há nenhum significado nesta luta para além de expressarmos o nosso direito de usar os espaços públicos e dar vida a esta cidade. Por isso deixem as políticas e ideologias em casa. Haverá outras ocasiões para as manifestar. Divirtam-se simplesmente, de maneira estúpida e sem sentido 🙂

Documentação da Batalha
Sintam-se livres de fotografar ou filmar a luta de almofadas, mas tenham cuidado, porque vai haver muita gente com adrenalina a mais nas veias. Como já leram em cima, terão “protecção especial”, mas é impossível assegurar que tudo vá correr bem, por isso protejam as máquinas como se não houvesse amanhã.
Mas não deixem que isto vos desencoraje, porque, acreditem, fotos e vídeos desta luta serão perfeitos para deixar os amigos que não vieram com inveja, além de que vos trarão boas recordações nos anos vindouros.
Ah, e se não for pedir muito, partilhem as fotos e vídeos com o pessoal.
Usem o Flickr e o Youtube, por exemplo, e mandem os links para este blog, para que toda a gente os possa ver!

Encontros com os Media
Caso sejam apanhados por um jornalista, vocês não sabem de nada. Digam que acabaram de comprar uma almofada para a casa e que ao passar pelos aliados decidram-se juntar aos outros. Digam que estavam dormir num dos bancos quando tudo começou. Digam o que disserem, inventem e tenham piada.
Também deverão-se comportar assim com as pessoas “normais”.
E caso alguém diga que não se pode fazer aquilo, saibam que temos direito a juntar-nos em espaços públicos, eles são nossos, afinal de contas. Os tempos de Salazar há muito que ficaram para trás, e é bom que as pessoas saibam isso.

E…
Apareçam, que isto é para ser memorável 🙂

A raça Lusitana

Não costumo falar de política, nem da Economia, não por desconhecimento ou falta de atenção ou gosto. Sinceramente é raro discutir este tema a não ser numa tertúlia com amigos onde existe um debate e troca de ideias e não um monólogo, mas hoje vou abrir uma excepção.
Tal como os Pais, achamo-nos no direito de falar mal do nosso País, mas não permitimos que estrangeiros o façam. Quando falamos de Portugal com externos, gabamos sempre a beleza do nosso cantinho à beira mar plantado, a excelsa comida ou a amabilidade dos nossos conterrâneos.
Entre nós, é cortar na casaca até mais não.
Desculpem lá qualquer coisinha, mas vamos deixar de ser arrogantes.
Portugal é um País, como muitos outros, carregadinho de defeitos, de políticos de merda, de políticas orçamentais e monetárias (que desde a UE que não tem muita margem de manobra) defeituosas, de má gestão, de corruptos, de jornalismo sensionalista, de políticas educativas muito sui generis e pouco inteligentes, com uma falta de atenção e aplicação de medidas na Saúde que deixam escandalizados os mais pobres de espírito, mas ORA PORRA! Foi neste País que nasci, foi neste País que cresci, foi este País e as suas opções que fizeram de mim a pessoa que sou hoje, tanto ao nível profissional como pessoal.
Eu emigrei, contrariamente a muita gente, porque quis ver como funcionava o sistema cá fora, e não porque tivesse falta de oportunidades de crescimento de carreira em Portugal.
Estudei um ano em Espanha e posso-vos dizer que vi o ensino universitário mais miserável e mais irrealista em termos de preparação para o mercado de trabalho possível.
Sei que há países e universidades onde o ensino é melhor que o que recebi na Universidade de Coimbra, mas na comparação de performance entre mim e os meus amigos oriundos de tantos outros países, a minha estava bem acima da média. Há boas e más universidades e bons e maus professores em todos os lados e nem sempre ser-se inglês quer dizer que se tenha estudado em Oxford. Nem sempre ser-se americano quer dizer que se tenha estudado em Harvard. Nem sempre ser-se espanhol quer dizer que se tenha estudado nos melhores Colégios Mayores. Nem sempre ser-se italiano quer dizer que se tenha tirado o curso na Católica de Milão. Nem sempre ser-se português quer dizer que se tenha tirado o curso no Técnico.
Mesmo assim, todos trabalhamos em conjunto e achamos que o outro tem valor. Só não nos valorizamos é a nós.
Os melhores técnicos informáticos que conheço, para vossa informação, tiraram o curso na Universidade do Minho, na Universidade de Aveiro, no Instituto Superior Técnico de Lisboa ou na Faculdade de Ciências de Lisboa (entre outras). Tenho umas saudades dos Técnicos que deixei em Portugal que vocês nem sonham! Tomara eu ter UM deles aqui a ajudar-me a levar pra frente os meus projectos. Bastava UM para eu me sentir mais confiante quando apresento um deadline. Os holandeses não são despreparados, mas não têm a capacidade de “tocar várias teclas dum piano”, são especializados num ponto único e não é essa especialização que os faz mais produtivos ou eficientes.
Quando vou a um médico na Holanda sei que não tenho listas de espera de 3 anos e que sou atendida às horas em ponto, mas ir lá ou ficar em casa, a diferença é muito pequena pra não dizer nula. São uma autêntica nódoa em conhecimentos, e caso não saibam, a Holanda é dos países com maior taxa de mortalidade de cancro.
Os comboios funcionam que nem relógios e a horas, é certo. Há uma quantidade e qualidade de transportes extraordinária, mas sabiam que as linhas de comboio alemãs mesmo aqui ao lado são miseráveis e que ainda usam comboio de 1800 e troca o passo? Também sabiam certamente que Londres foi das primeiras cidades a ter metro e que nós estivemos 30 anos debaixo duma ditadura e que temos muito que andar. É certo que em cada obra que é feita há sempre um filho da puta que limpa uns milhões e os mete ao bolso. Sabiam que os dividem com os empresários estrangeiros que vão “investir” em Portugal? Ai, se calhar não…é que as Ilhas Caimão e os cofres na Suiça estão cheios é de capital português!!
E a taxa de desemprego em Portugal? Impressionante!
E a quantidade de gente que eu conheço que diz a plenos pulmões: eu em Portugal ganhava 500 euros por mês pra fazer o que faço aqui por 2000. Sim, mas quando pra cá vieste não te importaste de trabalhar como secretária, limpar casas e/ou escritórios, ser barman ou trabalhar num restaurante, mas em Portugal: NEM PENSAR! Isso lá está ao nível da minha educação?! Porque o fizeste aqui então?
Porque aqui é o País das oportunidades!!!E porque ainda não encontrei emprego na minha área, mas vai surgir!
Pró raio que vos parta!
Se dão ao litro CÁ, porque é que não deram ao litro LÁ?
Sabem por acaso quantas pessoas há na Holanda, portuguesinhos da silva, que já emigraram há um ano e que não saíram da cepa torta e estão cá a ganhar trocos mas por cá ficam, porque afinal de contas, eles vivem no estrangeiro e os colegas/amigos ficaram em Portugal a ganhar 500 euros e a ser secretárias?! Mais que as Mães!
Nós somos aquilo que fazemos de nós. Nada cai do céu, o litro dá-se cá dentro e lá fora, não é só lá fora caramba!
Se querem um País melhor, façam por ele!!
Tornem-se empresários individuais, abram as vossas empresas para exportar as vossas ideias e fazer o que mais gostam. É duro? Dá trabalho? Há pois é? Quem foi que disse que trabalhar não dava calos?
Mexam-se! Cá ou lá, não me interessa! Não falem por falar, façam o favor de ter cérebro activo e corpo militante e não apenas língua viperina. Ninguém é mais nosso amigo que nós mesmos.
E quando falarem mal do País onde nasceram, lembrem-se: treinadores de bancadas há muitos, Mourinho há um.

O meu Pai

O meu Pai é que chamamos: uma grande personagem!
Basicamente, é único!
E de vez em quando faz-nos umas surpresas que nos arrebatam.
Antes de me vir embora para cá, mandou fazer uma montagem com fotos a preto e branco dele, da minha Mãe, do meu irmão quando ambos tinhamos 5 anos.
O quadro ficou espectacular, e a moldura era perfeita e claro, quase abro a fonte até às goelas quando vi o presente.
Desta vez mandou-me uma encomenda com uns medicamentos de que precisava e…5 CD’s cheeinhos de Fados de que ele gosta, e uma foto dos 3 quando os manos eram “pescaninos” e íamos para Afife passar férias.
Esta foto tá no escritório dele há muuuuitos anos, e era assim bem pequenina. Ele agora mandou ampliar e… lamechas como sou, recebi o pacote e desatei a choramingar porque achei o gesto lindíssimo, mesmo à Sr. João!
Digam lá que não tá o máximo?
Grande Paizão!!!

Expressões nortenhas II E quê??

Tipicamente nortenho também é amar ou odiar o FCP (Futebol Clube do Porto).
Quem não é do FCP ou é do Vitória de Guimarães ou é do Braguinha e muitas vezes Benfiquista só pela raiva ao FCP! Pronto, antes que me espanquem, também há quem seja do Benfica porque acham que é um grande Clube.
Eu cá sou atípica porque não sou de nenhum dos dois, e sou simpatizante do Sporting. Coisa rara, acreditem.
Entretanto os meus amigos Bracarenses deixaram no post lá de baixo mais umas expressões e retiro (sem a permissão deles porque não tive tempo de lha pedir) umas quantas mais para nunca mais dizerem que morrem estúpidos!

By Lélé:

– ficar “empiçalhado” (atrapalhado);
– “broeiro” (tosco);
– “badalhoco” (não precisa tradução);
– “bufar” (soprar)
– “canalha” (garotada)
– “Ó mãnhee” (ó mãe)
– “Sei é que, normalmente, quando passamos por alguém, que está a conversar com outro alguém e captamos 5 palavras, duas ou três são, de certeza, “caralho”… mesmo que estejam a falar de flores…”

By Nuska:

– “Eu foi..” “ele fui…”
– “Também temos aquela especial maneira de cumprimentar “E quê??”, tão difícil de entender para a maior parte das pessoas que não são de Braga que, com razão, diga-se, não entendem o porquê dum “e quê” num inicio de frase!”

(desta já nem eu me lembrava, mas é um must da linguagem bracarense, absolutamente deliciosa! E eu se calhar também uso e nem dou por ela…)

– “Faz-me espécie…” =faz-me impressão
– “tamparuere” =taparuwer
– “não é da minha mão” = não fui eu que fiz!
(esta última também é uma pérola!)

By Zé Carlos:

– “ia eu Ó PRA BAIXO e encontrei…”
– “vinha eu Ó PRA CIMA…”

Podem continuar, o resto de Portugal também está convidado!!