E quero que o casamento dure 50 anos e um dia possa dizer coisas como estas. Uma ternura única.

Picture by Lauren Fleishman for Times Magazine

“Sometimes we think we love when we don’t love. A lot of people say they are in love but really we were young and we really didn’t know what love was all about. But afterward we found out what love was! Love is sharing with one another. Don’t care what you have you share what you have. And be willing to give. Another thing I tell people now is that you have to be able to bend a little bit. Yes, love is a powerful thing. If you know what it means.”

You know that real fire! And here was Sylvia — firey as anything.”

Moe: “We’ve been married for 66 years. We met in high school when I was 16 years old and my wife was 15 years old. And we’ve gone through life together. The love we feel now is a different type of love. It is a mature love. In the beginning, of course, there was a sexual attraction but right now sex has very little to do with it. But we love each other very much. Everyday my wife expresses her love to me. Everyday she says, Did I tell you how much I love you today? Everyday. Everyday she says that.”

Gloria: “I was the kind of girl that fell in love right away. So the next day I would tell my friend, terrific, I’m in love already! But after my first date with Sol I did not feel that way. I think it only proved to this day that you can’t judge right away. It may not work out but as you get to know a person love comes.”

We walk on the boardwalk 3 miles each day. At 2 o’clock we watch the news. I like to read books and he reads newspapers and books. What is the secret to love? A secret is a secret and I don’t reveal my secrets!”

Esther: “Now is supposed to be the best time and we are so afraid because we are losing people. So we love each other more. We worry about each other. You know, sometimes I say something and he reads my mind. They say you sleep on one pillow you get one idea. And I think that is what happened. We think alike, we sometimes dress alike. We put out the clothes and we dress the same way. It’s the years. The years.”

I would say love came little by little. Not right away. We were young and he was older but I liked him. He spoke to me in a very nice way. We have two children. A boy and a girl.”

I said, you know what Dolores? I’m going to marry that guy. She said, what are you talking about? And I said, I liked the way he kissed me. Honest to God. And when you think about it, how many years back that is! I said I like the way he kissed me and I’m gonna marry him.”

My feeling was that if I made a mistake it would be my mistake and I’d only have myself to blame. If I didn’t marry him and I didn’t meet anyone else that equalled the way I felt for him I would always blame my family. So I took it upon myself to say yes.”

Angie: “You don’t really think about getting older. First of all, you’re aging together and when you see a person constantly you don’t notice big changes. You don’t notice, oh, you are getting a little wrinkle here and tomorrow you say it’s a little deeper. Those are things that just happen. You don’t pay attention to those things. I mean, I am not thinking everyday, oh my husband is 83 years old and my goodness I am married to an old man! And I hope he feels that way too.”

Boa Sorte

Só agora é que me bateu que aluguei uma casa cujo número é treze.

As minhas sextas-feiras treze sempre me trouxeram imensa sorte. Esta casa só pode trazer coisas boas.

No outro dia ouvi a Elsa Punset na Prova Oral a dizer que foi feito um estudo que mostra que as pessoas com a dita “boa sorte”, “sortudas”, “que nasceram com o rabo virado pra lua” como se diz na minha terra, são pessoas que procuram oportunidades e que criam oportunidades. E são pessoas que olham para tudo dum ponto de vista positivo. Ela tem um livro novo chamado Bússola para Navegantes Emocionais. No mínimo pela energia e boa onda que irradiam desta Senhora, se gostam do tema da Inteligência Emocional, aproveitem estes cinco minutos de vídeo.


Elsa Punset: Trucos para tener buena suerte
Geüpload door raulespert. – Ontdek meer video’s over het studentenleven.

Back on the horse

Vou voltar a viver em Amsterdão.


A decisão foi tomada depois do meu post depressivo.
Na sequência do comentário da Tuxa, fui ao funda.nl com um único pensamento: se houver uma casa no Pijp assim toda piti como eu gosto, alugo e não se fala mais nisso, até deixo que me depenem 1500 euros! É sinal que tenho que mudar. Quero um sinal!!
Não consegui ver se havia casas no Pijp porque o motor de busca não me obedecia, não aparecia resultado algum a não ser o desta casa que aluguei. Tudo ia lá chegar. Tudo o que eu pesquisava abria ali.
Tanto bateu na mesma tecla o motor, que acabei por espreitar as fotos e localização da casa.
Já devias ter aprendido a não contrariar estas coisas ó Sofia Maria!
Hoje fui visitá-la, já com a ideia de preços de empresas de mudanças, com contactos de pessoas para pintar e para colocar o chão, e com a ideia de realmente há coisas que têm muita força. 
Motivos mais que racionais para mudar extra “instinto” e “intuição mais que extraordinária” (que já me trouxe à quarta casa em menos de 3 anos... todas perfeitas para mim, é certo, e em momentos de vida distintos, cof cof cof):
– A mama de só ir al despacho três vezes por semana acabou quando houve a tal “promoção”…. Há 3 semanas que andava a passar no mínimo duas horas por dia dentro do carro, e isso não é p’ra mim, claramente. Não ter vida pessoal e dispensar duas horas do meu dia dentro de um automóvel é pra quem vive, sei lá, na Baixa da Banheira (como a Pipi, carai) e não quer ter vida pessoal. Não é p’ra mim.
– Consegui uma casa perto da IBM, mas próxima do centro da cidade, com garagem por um preço que considero mesmo muito razoável. E eu nunca achei os preços em Amsterdão razoáveis. Em quinze minutos de bina estou no centro, noutros quinze estou na IBM. No verão a viagem a pedal vai acontecer sempre que não chover (cof cof cof, são cinco minutos de carro, de relógio…!). Vou acordar às oito e meia para estar no escritório às nove, em hora de ponta. You must be kidding me.
– É uma casa novinha em folha tal como a minha casa de Den Haag, moderna, cheia de janelas, e uma varanda enorme com vista para um lago. Notam que há aqui algo que claramente se repete, ou sou só eu?
– Tem banheira. Nunca menosprezem a importância duma banheira na vida duma mulher.
– Tem uma vizinhança simpática como eu gosto, e fica mesmo ao fundo da rua de que mais gosto em Amsterdão.
Basicamente encaixa em todos os requisitos que eu pretendia quando dizia: só volto p’ra Amsterdão se A, mais B, mais C, mais D!!
E assim foi. 
Juntaram-se as letras todas, e lá vou eu aviada novamente, reclamar do cheiro da erva, e dos tróleis dos turistas e andar de bicicleta como é bom p’ra tosse. Dizem que dá carácter!
É muito bom o carinho de tanta gente que me escreveu, que me telefonou, que comentou, eu tenho mesmo muita sorte.
Se calhar é porque sou sempre tão animada que um dia de blues causa mesmo muito impacto.
Eu sou naturalmente bem-disposta. Quem me conhece sabe que me auto-animo, me auto-convenço de que as coisas vão correr bem e que dificilmente me vou abaixo.
Mas quem me conhece mesmo muito bem sabe que a facilidade com que eu dou a volta por cima é … no mínimo espantosa.
Como diz um autor de que agora não me recordo o nome, quando se toma uma atitude ou uma decisão, não há fracassos, há resultados. Uma acção não produz coisas boas ou más, produz coisas. Como dizemos na Candeia, produz cenas.
Dia um de Abril mudo de casa, e tenho consciência plena de que todas as casas onde estive me serviram para aprender a saber o que quero hoje. A de Amsterdão (inicial) ensinou-me a escolher o bairro, a de Breukelen ensinou-me a escolher sítios perto de gente amiga e a privilegiar a escolha duma casa perto de estações de comboio para fácil locomoção, a de Den Haag ensinou-me que há casas grandes na Holanda e a estar atenta a este tipo de edifícios para… poder encontrar a nova de Amsterdão.
É assim que penso, é assim que me auto-regenero: na mudança.
É claro que não sei se fico por aqui, ora essa, que pergunta!!
Eu sei lá bem o que vou comer amanhã, quanto mais se esta casa é a última!

A casa dos meus sonhos continua a estar em Lisboa, mas a minha casa é onde ela estiver.

S. Valentim, tal e qual.

Amyyyyyyyyyyyyygas, que dia se comemora na segunda-feira? É o dia das floristas facturarem mais que no dia dos fiéis defuntos? É o dia de os restaurantes terem as salas cheias de pessoas apaixonadas que vão comer uns bifinhos com cogumelos e pagar 35€ por pessoa? É o dia dos móteis de beira de estrada facturarem mais que os hóteis da África do Sul nos dias dos jogos do Mundial 2010? É o dia dos mercados venderem morangos e espumante porque não sabendo muito bem porquê, se na novela a Constança tem, eu também quero ter e o Ricky tem mais é que se desenrascar senão não há alegria para ninguém? (pausa para respirar) É o dia de quem não tem namorado(a) ficar deprimido a comer chocolates e a ver o Diário de Bridget Jones enquanto vocaliza coisas como “ninguém gosta de miiiiiiiiiiiiiim”, “sou tão infeliz!!!!!!!!!!!!” ou “a minha solidão é maior que a tua!”? Não amygas, se pensais tudo isto é porque sois umas invejosas e mal fodidas. Segunda-feira é o Semte Valentaines Dei, ou o Dia dos namorados, para quem não fala inglês.

O feicebuque tem destas coisas

Eu que não tenho (nem deixo!) os meus Pais no meu Facebook, hoje adicionei o Pai dum grande amigo meu da Faculdade. Isso mesmo Garota, o teu Sogro está no meu Facebook! É que eu gosto muito deles, e da grande Dona Lurdes, e tenho todo o gosto em eles saberem que aqui a amiga Sofia continua avariadinha e destravadinha como nos tempos da FEUC e daquela famosa semana de Queima que passei em casa deles. Aquilo é que foi tratamento de luxo!! Roupinha passada a ferro todos os dias à uma da tarde, aquilo era saltar da caminha, banhoca, almocinho EM PIJAMA, mais uma soneca, enfiarmo-nos no traje e Parque da Cidade cá vamos nós! A melhor Queima de sempre!
É tão bom conhecer os vossos Pais. Se calhar é por isso que há coisas que nunca mudam! Gosto tanto deles.

PS: isto é um private post entre mim, a Garota e o LeMene. Não sabem quem são? Ehh pa, não sabem o que perdem! São pérolas dentro de conchas, estamos entendidos? Aquilo é de geração em geração: Avós, Filhos e Netos! Tudo de luxo!!! Mas é pra mim e pros mais 30 malotas que foram no carro da Queima das Fitas que ardeu em Maio de 1998. Um grande carro.

Eu sei que não é hábito verem-me “xoxinha”, mas vocês pelas alminhas não se preocupem que eu arrebito! E levo pouco tempo, eu prometo. Uma boa noite de sono, umas decisões pensadas, e siga a marinha!
Obrigada pelo carinho. A sério.
Beijos. Muitos!! E um abraço a quem é de abraços 🙂
Sofia