O tipo indiano e muito gay que estava à minha frente na aula de zumba tinha um rabo bem melhor que o meu. Não é justo.
Porque isto não é só leitão
tomem lá com fotos da cidade do Luxemburgo e de Vianden:
| A Petzi andou comigo de teleférico. Esta cadela é do best! |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Petzi no Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Luxemburgo |
| Vianden |
| Vianden |
| Vianden |
| Vianden e nós |
| Vianden |
| Vianden |
Little Prince – 1974
Acabo de ver o filme completo e tenho o coração quentinho. Que giro que é o filme, ó pá!!
Não tenho palavras pra descrever esta surpresa. Estava com receio que o filme estragasse o livro, mas qual quê! É uma versão mais resumida, mas inesquecível.
(Fox)
In time
I’ll start to feel at ease
Show my face
And will beginter
Get closer
And closer
And closer
We’ll go a glance at a time
A small advance a time
We’ll be afraid a bit
And shy a bit
Avoid each others eye a bit
Less often each day
The ice’ll soften each day
As we get closer and closer and closer
We’ll go a blush at a time
A happy flush at a time
Begin to laugh a bit
And stare a bit
And walk around on air a bit
As gaily we grow
As night and daily we grow
A little closer and closer and closer
And then one day
There’ll come a day
A Christmas eve
Midsummer day
A moment when
Right there and then
We’re gonna touch
Then we’ll jump miles at a time
A million smiles at a time
Begin to love a lot
And live a lot
And give and give and give a lot
Away we will go
And every day we will grow
A little closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer all the time
And then one day
There’ll come a day
A Christmas eve
Midsummer day
A moment when
Right there and then
We’re gonna touch
(Fox & Prince)
A small advance a time
We’ll be afraid a bit
And shy a bit
Avoid each others eye a bit
Less often each day
The ice’ll soften each day
(Prince)
As we get closer and closer and closer
(Both)
We’ll go a blush at a time
A happy flush at a time
Begin to laugh a bit
And stare a bit
And walk around on air a bit
As gaily we grow
As night and daily we grow
A little closer and closer and closer
(Fox)
And then one day
(Prince)
There’ll come a day
(Fox)
A Christmas eve
(Prince)
Midsummer day
(Fox)
Begin to love a lot
And live a lot
And give and give and give a lot
(Both)
Away we will go
And every day we will grow
A little closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer and closer all the time
Grande exercício de masoquismo
Ver o (um dos) vídeo dos U2 este fim de semana em Coimbra depois de ter assistido ao 360° aqui na Holanda.
Só dá vontade de bater com a cabeça contra a parede e dizer:
why? why? mas porque é que eu não fui ver isto à minha Terra?! Why? Why?
Gosto de ti por Amizade
(…)
Esos regalos de cariño que me han dado, tan inmensos que siento que es imposible merecerlos. Eso también es la verdadera amistad: la sensación de estar felizmente en deuda con los otros.
Este fim de semana perguntaram-me quantos amigos é que eu achava que viriam a correr se eu estivesse muito aflita, numa situação complicada. Eu respondi 20 ou 30.
Não tenho idade para ser ingénua e pensar que toda a gente é minha amiga. Mas eu tenho mesmo 20 ou 30. Sempre disse que sou a mais das abençoadas no que toca aos amigos que tenho, mas acho que as pessoas nunca percebem bem o alcance do que digo.
Acho sinceramente que a culpa é minha e vai do sentimento que costumo trespassar para fora: acho que “são tão imensos que sinto que é impossível merecê-los”. A cada um dos meus amigos que me surpreendem continuamente pela positiva ao virar de cada página eu dou o que posso, mas recebo, e devolvo, e recebo outra vez, sempre em multiplicado e … nasci pra isto.
Quatro Países e um fim de semana
Sexta-feira acordei na Holanda e adormeci no Luxemburgo.
No sábado almocei na Alemanha e jantei no Luxemburgo.
No Domingo almocei no Luxemburgo e adormeci na Holanda.
Há vidas perfeitas.
Há Países lindíssimos aqui tão perto e eu não sabia. O Luxemburgo é muito mais bonito que as 4 ruas e 5 semáforos da cidade de Luxemburgo que eu já tinha dado como vista. Fui muito redutora na minha primeira análise. A cidade é giríssima e os sapatos um roubo.
Tou apaixonada pelas Ardennes, se não tivesse que atravessar a Bélgica, era menina pra lá ir uma vez por mês só pra caminhar com o solinho e a felicidade a dar-me na tromba.
E há restaurantes perfeitos, como o Lisboa II, não só um dos melhores restaurantes dos Países-Baixos, como um dos melhores restaurantes onde já comi.
É bom e ponto.
Desabafo
Os Belgas, salvo raras excepções (como os vossos amigos Belgas) são uns perfeitos inúteis.
Considerações políticas sobre os 23%
Pensar que um quarto (23 ou 25, 2% é peanuts) do valor acrescentado a um bem vai para os cofres do Estado e para o bolso limpo de tanto sacana corrupto é algo que me faz revolver as entranhas.
Eu sei que falo duma posição confortável porque não estou aí, mas ontem um amigo Holandês, farto de ouvir a Portuguesa de quem ficou “amiguinho” (not me, ah! Just FYI) a reclamar, deu-me com uma lista dos impostos que EU e ELE e OUTROS pagamos na Holanda que até me benzi.
Eu sei que isto é uma batelada por cá, mas tal como lhe disse, eu quando ando na cidade, noto as ruas todas asfaltadas de 2 em 2 anos, não há buracos, tá sempre tudo impecável, e bolas, estes tipos até reactores nucleares têm! Ou seja, vejo pra onde é que vão os meus impostos, ou pelo menos uma parte.
E até digo mais: eu estou-me borrifando pra Política local, mas sei que estes tipos também desperdiçam o meu dinheirinho a dar de comer aos Turcos e aos Marroquinos que se reproduzem que nem coelhos por convicções ideológicas e depois vão cobrar o rendimento mínimo por criancinha (&#$%$%#).
O certo é que, mesmo dando de comer a pançudos, e olhem que dão de comer a muitos! não dão só de comer a meia dúzia de fdps que decidem que um projecto de 8 milhões pode derrapar outros 8 milhõezitos, e pronto, não há problema, eu quando for pedir uma bica pago mais 23% ou então olha, abdico da dita! Afinal, a mim não me faz falta. A sério, fico mesmo mal disposta. Era uma faquinha nas unhas de cada um que metesse a mão no pote e uns rasgões nos pneus dos BMWs que iam ver!! Pronto, agora vou ali ao Luxemburgo onde o azeite Galo ainda custa 3 eurecos e pouco. Inté mais.
(Querida I., eu estava a escrever-te isto tudo num comentário, e depois pensei: nah, isto vai mesmo dar um post inteirinho que a I. merece, beijoquinhas)
Arranged marriage
Ontem fui ao encontro mensal de estrangeiros patrocinado pela minha empresa.
Já não aparecia num há talvez mais de um ano.
Não éramos muitos. Começamos 2 Tugas, uma miúda da Nova Zelândia, duas Francesas, depois apareceram 2 Indianos, mais tarde um inglês e rematamos com um Australiano e uma Polaca, todos extremamente simpáticos.
Os Indianos chegaram juntos, um rapaz e uma rapariga, e pelos vistos já conheciam os outros. Talvez por isso quando eu perguntei: mas vocês conheceram-se cá, ou já vieram pra cá como casal? obtive uma resposta tão sincera e inesperada que não caí pra trás por um triz:
“Ele veio primeiro, e eu vim depois quando nos casamos. Foi um casamento arranjado. Não o conhecia.”
PÁRÔ, PÁRÔ, PÁRÔ!!! PAROU TUDO!!!
Como é que é?!?!
Ambos os membros do casal deviam ter no máximo 30 anos, possivelmente menos.
Tanto ela como ele eram giros, notava-se que deviam ser de boas famílias, de castas mais altas.
Não aguentei e pedi-lhe pra explicar como é que eram feitos casamentos assim.
“Isso pra nós é muito natural. A minha Mãe escolhe.”
PAROU TUDO OUTRA VEZ!
Tava bem lixada se fosse a minha Mãe a escolher! É que ela diz preto e eu digo branco. Temos gostos opostos, e nunca acerta em nada do que me fica bem.
“Ah, sim, mas eu tinha direito a recusar!”
“Aliás, eu fui o 11°!” – diz ele todo contente
“Sim, eu queria um homem de acordo com uma lista de requisitos. Tinha de ser charmoso, deixar-me trabalhar e ser moderno, e simpático, e agradável e bla bla bla”
E os meu olhos cresciam. Isto é como ir buscar um gajo à prateleira da loja! Como quem compra um sobretudo, estás a imaginar? Exacto: pelo joelho, justo na cinta, cor creme, …
Mesmo assim, wtf, alguém escolher um marido pra mim?!?!
Não me consigo imaginar nessa opção. O certo é que talvez fosse mais fácil…ou não.
Realmente isto é mesmo algo cultural com uma força que chega aos dias de hoje. Eles acham que o nosso sistema de relações é muito complicado e stressante. E é. Mas deixar a minha Mãezinha escolher-me o gajo com quem eu vou dormir à noite? NO WAY!
